Nesse corre, nós vamos fundo na ligação entre periferia e crime, dando um confere na violência, nos papos pesados de preconceito e na treta do Estado e do Primeiro Comando da Capital na vida das quebradas.
“Periferia e crime”, mano Dynão das Massas solta a real de quem vive, mostrando a treta de viver nesse cenário, os discursos que encostam no povo e como os manos e as minas da perifa compram essa ideia e reproduzem o papo, fortalecendo o preconceito, e como o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) entra nessa história. É isso que é, né? Dá seu salve aí nos comentários do site, no grupo de leitores ou manda uma DM pra mim.
Periferia e Crime: A parada nas quebradas e o corre do Estado
Vou te passar a real sobre “periferia e crime”, um cenário complexo que balança a vida da quebrada. A violência tá solta e tem várias faces, entendeu? E os discursos, irmão, muitas vezes são falas pesadas de preconceito, que jogam os mais humildes no mesmo balaio e esquecem da desigualdade.
A mídia, a polícia, os playboy, todos criam uma identidade de “bandido” pra quem é da periferia. Aí, na visão deles, é o medo que comanda os becos, com tráfico, roubo, sequestro e outras tretas dominando o cenário.
Nessa fita, os mais humildes ficam à margem, sempre tratados como se fossem do crime, sem nem ter a chance de mudar a parada. Mas ó, a realidade da “periferia e crime” é mais embaçada do que parece. Tem o corre dos manos e minas no limite, se fortalecendo juntos, resistindo.
E tem o papel do Estado também, com a truculência da polícia reprimindo os menos afortunados, sem dar brecha pra eles se livrarem dessa. O sistema mira neles como inimigos a serem derrubados. E aí, os próprios envolvidos compram essa ideia, fazendo a roda girar.
As organizações criminosas, tipo o Primeiro Comando da Capital, tão no olho do furacão. Elas desafiam as autoridades, mostrando que a parada é mais complexa do que parece, que não tem espaço pra simplificação e rotulação.
A força do preconceito nos papos que rolam
Então, irmão, a gente precisa entender essa parada, desafiar os discursos que só botam o pobre como vilão. Só assim a gente vai conseguir fazer a diferença nas quebradas, encontrar um caminho melhor pra todos.
Quando o papo é “bandido”, “prisão”, “justiça” e “direitos humanos”, muita gente só fala o que ouviu e age com agressividade contra quem pensa diferente. Mas é preciso entender que essa parada é cíclica, que a gente só reproduz o que ouve e acaba não vendo a realidade que tá rolando.
A gente precisa entender a complexidade das relações sociais no cenário de “periferia e crime”. Reconhecendo os discursos e práticas envolvidos, a gente pode buscar soluções mais justas e inclusivas pra toda a comunidade. E aí, tá preparado pra encarar essa realidade, mano?
Vamo lá, irmão, sacar a real das condições carcerárias no Paraguai, como a facção PCC 1533 tá mexendo na fita e o quanto as políticas públicas podem virar esse jogo. É nois na luta pra mudar essa realidade, tá ligado?
Condições carcerárias no Paraguai tão sinistras, mano! Vem sacar o que tá rolando nas prisões e a fita com o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533). Descobre como tudo começou há quase quinhentos anos do outro lado do oceano nesse texto da hora.
Condições Carcerárias: O Drama dos Irmãos Presos no Paraguai e o Rolê do Defensor Público
A Ouvidoria do Paraguai colou nas cadeias e viu condições carcerárias desumanas, os irmãos abandonados e oprimidos pelo Estado. O Defensor Público Rafael Ávila deu um rolê na Penitenciária de Emboscada, conferindo como tá o bagulho nos presídios.
O governo paraguaio tá plantando sementes sinistras, irmão. O Primeiro Comando da Capital, o Clã Rotela e outros grupos criminosos cuida delas e o resultado tá nas ruas. A criminalidade aumentou e se organizou, e tudo começou lá atrás das muralhas, mano.
O sistema carcerário foi feito pra prender pobres e migrantes, tá ligado? E não é de hoje, essa história sinistra começou do outro lado do oceâno, há muito, muito tempo atrás. Presta atenção no que eu tô falando, irmão. A visita do Defensor Público Rafael Ávila mostra o resultado de quinhentos anos de treta.
Superlotação e insalubridade: o sofrimento dos irmãos presos
Vim pra trocar uma ideia com você sobre as condições carcerárias no Paraguai. A situação tá osso por lá, parece que o bagulho tá muito louco.
Primeirão, as cadeias tão lotadas, os irmãos sofrendo nesse rolê. A facção Primeiro Comando da Capital pesa na parada, mudando o jogo na população carcerária.
Tem mó galera que acha que tráfico, crime organizado e corrupção pioram a situação. Pode ser, mano, não vou discordar. Mas também, o drama e o terror que ficavam escondidos atrás das muralhas tão vindo à tona, tá ligado?
Além disso, as condições nas prisões tão sinistras, tipo cortiço, tá ligado? Os caras enfrentam um rolê difícil, e isso acaba limitando a chance deles se recuperarem e voltarem pra sociedade. Mas ó, a facção PCC tem uma organização interna firmeza, o que pode ser perigoso, porque facilita a expansão e o controle deles nas prisões.
Mano, estudando a história das prisões, a gente vê que elas surgiram por causa de mudanças sociais e econômicas. As condições carcerárias no Paraguai tão na mesma levada, a marginalização e a falta de oportunidade leva o pessoal pro crime.
Da criação das houses of corrections ao Paraguai: a luta dos irmãos pra sobreviver
Uns estudiosos da história falam que as prisões, com uma visão mais moderna, começaram nas prisões eclesiásticas e nas casas de correição. As primeiras tão ligadas à Igreja Católica, que queria punir os religiosos que vacilavam. Já as outras, apareceram na segunda metade do século 16. Lá na Inglaterra, chamavam de houses of correction e bridewells. Na Holanda, rolou a mesma fita, com os nomes rasphuis pros homens e spinhuis pras minas.
A criação das houses of corrections tem ligação com o bagulho que tá rolando hoje no Paraguai, tá ligado? O Estado tinha que arrumar lugar pra prender a galera desempregada ou marginalizada. Lá naquele tempo na Europa, o mercado não conseguia abraçar geral quem tava sendo jogado fora pelas elites feudais.
Aí, os irmãos eram jogados na rua, expulsos das terras que sempre trampavam, na pior, apelando pro crime e mendicância pra viver, saca? Sente a semelhança com hoje?
Resguarda a semelhança com um panteão funesto em um camposanto, inodoro e destituído de banheiro, iluminação e ventilação adequadas. Encontra-se, deveras, em repugnante condição para se estar naquele local.
Essa fita cabulosa poderia ser lá de antigamente, mas foi falada ontem pelo Defensor de Justiça, Rafael Ávila, depois de colar na Penitenciária de Emboscada, no rolê que ele faz pelos presídios do país.
A Penitenciária Regional de Ciudad del Este e a Penitenciária Nacional de Tacumbú também foram visitadas por funcionários e em todas elas foi constatado o mesmo: Miséria, superlotação e outros males que refletem a interminável crise penitenciária que o país vive há muito tempo.
Na Penitenciária de Emboscada, descobriram que quatorze pessoas viviam juntas em condições subumanas em uma cela de três por quatro metros.
Ávila indicou que fará a visita em todos os presídios do país e que em seguida elaborará um relatório que apresentará ao Ministério Público e também à Comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional.
Então é isso, irmão. A gente tem que entender essas condições carcerárias no Paraguai e o bagulho do PCC pra conseguir enxergar o que tá rolando e tentar mudar a parada. Tamo junto nessa batalha, mas segue o raciocínio pra entender como o bagulho ficou desse jeito.
Condições Carcerárias: A História dos Presídios e o Desafio de Mudar a Parada
Queria te mostrar agora como as “condições carcerárias” e a parada com a facção PCC tão ligadas, saca? Lá na Inglaterra, em 1530, o rei mandou usar o castelo de Bridewell pra abrigar os mendigos e os bandidos menos perigosos. Disciplina e trabalho forçado eram o esquema das bridewells, e o bagulho se espalhou pela Inglaterra.
Pra te mostrar como esse rolê é antigo e já fedia, as tais houses na Inglaterra começaram lá em 1530, mano, só dez depois que o Cabral, aquele que descobriu o Brasil, tinha ido pro saco.
No sistema dos Estados Unidos, a parada também era opressão, trampando os manos, mas de um jeito diferente, saca? Lá, a semente que germinou foi outra, não igual ao nosso sistema prisional latino-americano. Então, fica ligado pra entender como essa história é complexa e conectada, irmão.
Só pra ter uma ideia, como essa história é antiga, Pedro I, que Proclamou a Independência do Brasil, ainda andava no colo das amas de leite da Dona Carlota Joaquina, quando nos EUA surgiu o primeiro sistema penitenciário na Filadélfia.
Lá nos states, os presos passaram a ficar isolados e só trocar ideia na hora do trampo, sempre sob o olhar do vigia. A única parada pra ler era a Bíblia, seguindo a filosofia dos Quakers, que achavam que o isolamento e a leitura do Livro Sagrado botavam os presos pra pensar no erro e se arrepender.
Mas ó, essa parada nunca colou no Brasil, Paraguai ou em qualquer lugar da América Latina, entendeu? É porque é caro pra chuchu e tem uma pá de gente trancada no sistema. Lá atrás, quando criaram as primeiras prisões por aqui, os latino-americanos ficavam babando em tudo que vinha da Europa, tipo da França e da Inglaterra.
Aqui se faz, aqui se paga: chegou a conta dessas escolhas
Na ouvidoria, os manos afirmam que a assistência médica é de araque, só com o básico e o mínimo pra casos urgentes. A comida é terrível, irmão, o cardápio semanal é só macarrão com feijão e quase nunca tem carne. Os presos usam até garrafa de plástico pra pegar a comida, enquanto só uma minoria consegue comer com prato e talher.
Saca só, o último relatório do Ministério da Justiça diz que 17.025 adultos, entre homens e mulheres, tão vivendo nas diferentes prisões do país. Dessa galera, só 5.623 tão cumprindo pena mesmo. O resto? Inocentes, em prisão preventiva, sofrendo por causa de atrasos judiciais e outros problemas, tá ligado? O Defensor de Justiça Rafael Ávila tá fazendo a parte dele, mas a responsa é de todos nós, irmão. Vamos juntos fazer a nossa parte pra mudar essa situação.
Enquanto isso, a gente vê o impacto dessas condições carcerárias no Paraguai, com o Primeiro Comando da Capital e outros grupos criminosos atuando pesado graças a opressão do sistema, se aproveitando da situação dos presídios pra fortalecer seu domínio.
Então, irmão, a gente tem que entender essas condições carcerárias e o bagulho do PCC pra enfrentar esse desafio. Tem que melhorar as políticas públicas, investir em educação, emprego e inclusão social, pra aliviar a pressão no sistema carcerário e melhorar a vida dos irmãos lá dentro.
texto baseado no Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP, do Dr. Gerciel Gerson de Lima: SISTEMA PRISIONAL PAULISTA E ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS: A PROBLEMÁTICA DO PCC – PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL. E em artigo do site Última Hora:
O texto explora o PCC como voz nos presídios, desde seu surgimento até os impactos na sociedade. Veja como o Primeiro Comando da Capital evoluiu e suas consequências.
“PCC como voz” mostra como o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) surgiu nos anos 90, buscando melhorar a vida dos detentos, mas pagamos um preço alto por isso.
Cê já imaginou o “PCC como voz” surgindo nos anos 90, com os manos largados pelo Estado nos cárceres? No começo, o Primeiro Comando da Capital parecia ser a voz dos presos, trazendo paz pros presídios. Detentos sofriam violência, desamparo e condições desumanas, mas o Estado não tava nem aí.
… ao invés de ressocializar criminosos na cadeia, os deixou entregues a própria sorte e os marginalizam ainda mais, permitindo que as prisões recebam mais que o dobro do que suporta de detentos, submetendo-os a condições desumanas e humilhantes, assim como impondo castigos cruéis
Aí surgiu o PCC, disposto a ajudar, zelar pela paz, lutar contra injustiça e opressão nos cárceres e comunidades, mostrando como um grupo de criminosos poderia organizar um movimento pra defender algo legítimo, sacou?
“… não somos contra o governo, mas somos contra a injustiça, abuso de poder, maus tratos, espancamentos e violência há anos às classes pobres nesse País”
Estatuto coloca o PCC como voz dos cárceres
O Estatuto do PCC tinha um ideal firmeza, representando a voz dos esquecidos: fazer valer os direitos humanos que os manos das autoridades ignoravam. Mas, mano, a sociedade pagou caro pela violência, assaltos e rebeliões que rolaram por causa dessa fita.
Deixamos claro que não somos sócios de um clube e sim integrantes de uma Organização Criminosa, que luta contra as opressões e injustiças que surgem no dia a dia.
O problema das cadeias no Brasil é um reflexo da nossa sociedade e dos corres em áreas como saúde, educação e saneamento.
Nem mesmos as armas nucleares podem trazer uma PAZ sólida e duradoura sem que a humanidade enfrente as injustiças sociais. Onde houver dominação, haverá sempre luta pela libertação e pelo fim da opressão. Onde houver violações dos direitos haverá sempre combate e resistência em nome da IGUALDADE, por isso a dificuldade em se manter uma PAZ sólida e duradoura.
A maioria da população, no entanto, não correu atrás de mudanças pros presídios. Em resposta, o PCC, como voz dos detentos, mandou a letra: “agora o problema é de vocês!”. A facção PCC 1533 dominou o Brasil inteiro, coordenando altos crimes e levantando grana pra organização.
A culpa é sua cidadão de bem, mas é nossa também
Então, é assim: a sociedade tem que ficar esperta na hora de escolher os políticos, porque eles tão aí pra melhorar o corre em várias áreas, sacou? Não é só o bagulho dos presídios, tem a saúde, a educação, o saneamento e tudo mais. A gente tem que ficar de olho, cobrando mudanças e progresso pra geral, especialmente pros menos favorecidos.
Os presídios são só uma parte do problema, mano. Tem que ver que a desigualdade e a falta de oportunidade é que empurra os irmãos pro crime. Se a gente tivesse uma política social firmeza, com acesso à educação de qualidade e emprego digno, a parada seria diferente.
Então é isso, irmão: a sociedade tem que tá unida, cobrando os políticos e exigindo políticas públicas melhores. Afinal, eles tão aí pra representar nós, e se a gente não fica em cima, eles vão seguir fazendo o que é melhor pra eles, e não pro povo. A responsa é nossa também, então temos que lutar pra mudar essa situação e garantir um futuro melhor pra todos, inclusive pros que tão no cárcere.
Estratégias para enfrentar e enfraquecer a facção
O tal do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), que tão falando que diminuiu a criminalidade, não segura os líderes do PCC. Jornal já mostrou que os cabeças, mesmo como voz dos presídios, ainda conseguem se comunicar e armar os corres criminosos.
Tá lá para quem duvidar na matéria no “Conexão Repórter” do SBT que mostrou uns vídeos de 2007, lá na Penitenciária de Presidente Venceslau. A fita mostrava os líderes do PCC, tipo Marcola e Juninho Carambola, trocando ideia soltos, sem estresse. Aí, dependendo das oportunidades, eles podiam armar os corres e espalhar pros outros presídios.
Pacificação após o PCC como voz das quebradas
A paz nos presídios de São Paulo e a diminuição de mortes nas ruas podem ser só por um tempo, mas a sociedade não pode dormir no ponto e deixar o “PCC como voz” de lado de novo. Uma ideia pra enfraquecer a facção é atacar as finanças deles, como rolou com a máfia italiana Camorra lá fora.
No fim das contas, é mó responsa analisar o Primeiro Comando da Capital e buscar estratégias pra acabar com essa parada, encarando a desordem e corrupção que tão zuando nosso país.
Trocando uma ideia sobre a estigmatização dos “bandidos”, a real nas quebradas e o papel do Primeiro Comando da Capital na luta pela igualdade.
“Bandido” carrega estigma e preconceito do “cidadão do mal”. Cola nesse texto pra entender a real das quebradas e o papel do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) nessa quebrada da história.
Salve, irmãos! Vamo trocar uma ideia sobre a realidade dos “bandidos” nas quebradas, principalmente envolvendo o Primeiro Comando da Capital.
O sistema e a mídia criam um estigma, colam na gente, marcando pra vida toda. Chamam de “bandido” quem é pobre, preto ou mora na periferia. Pra fugir da marca, cê não pode ser você. Tem que ser eles, se vestir, falar e agir como eles. Se não, cê é bandido, essa é sua marca…
Mas não se engana, irmão. Cê pode fazer tudo certinho, como eles mandam. Ainda assim, cê vai ser visto como bandido. Só esperam um vacilo pra te apedrejar. Esse rótulo vem de tempos antigos e só fortalece a discriminação.
O mano Feltran enxerga a conexão entre o mundo da lei e o ilegal, tipo como a violência nas quebradas e o crime são moldados pelo Estado e pela polícia. Ele dá uma olhada nos termos “bandido” e “criminoso” nas periferias de São Paulo, sacando que o “mundo do crime” é uma nova parada, com as práticas ilícitas virando fita normal, é aí onde a violência urbana rola solta, com roubos, sequestros e assaltos. Tudo isso forma uma teia de relações sociais e ideias nas quebradas esquecidas.
A violência é uma instituição tão natural como a própria vida humana. Decorre do nosso instinto de sobrevivência, sendo o grande motivo para o homem ter dominado a natureza. Mas essa afirmação não pretende trazer glamour à violência.
Talvez no último estágio da existência humana, a evolução definitiva seja exatamente vencer o instinto natural que nos propala a nos destruirmos mutuamente.
A polícia e o Estado entram em ação pra combater o “mundo do crime”, mas só fazem aumentar a agressão contra quem já tá sofrendo. Os próprios manos e minas acabam adotando esses discursos e se identificando com eles.
O corre no “mundo do crime” e os bagulhos doidos
O mano Misse mostra que não é tudo igual no mundo do crime, tem conduta ilegal de todo tipo, e cada uma é vista de forma diferente pela sociedade. A ligação entre pobreza e crime é uma visão deturpada, injusta e hipócrita, segundo o autor.
Os irmãos do Primeiro Comando da Capital tão ligados em “correr pelo certo no lado errado da vida”. Essa ética do crime pode parecer doidera pra quem tá de fora, mas é real e tá lá no estatuto da facção.
Mano, o “bandido” é uma parada que vem de antigamente, criação dos discursos da mídia, polícia e daqueles conservadores. Nos últimos anos, fita das organizações criminosas tipo a facção PCC e o Comando Vermelho (CV) dominaram o papo sobre segurança pública, já que eles controlam os territórios e influenciam a geral. E aí, o discurso que já era pesado ficou sinistro, muita maldade nessa história, irmão.
No final do dia, os que tão no comando e espalham essa ideia só querem controlar não só o corpo da galera, mas também o conjunto da sociedade. A rotulação tem lugar certo, classe social e cor específica: geralmente, são os manos negros, pobres e que moram nas quebradas das metrópoles que levam a marca de “bandido”.
“Bandido”: A Verdadeira História Por Trás dos Rótulos
Na quebrada, o criminoso, o “bandido”, o traficante, não é só um vilão, mas um personagem complexo que vive várias fitas, tem sua família, negócios e um lado psicológico pesado. Muitas vezes, o crime é a única saída pra quem tá na luta.
Ao invés do “cidadão de bem” e a mídia ficarem só questionando “quem é o bandido”, eles precisam entender o “por quê” do rolê. Quais as motivações de entrar no crime, o que leva o mano ou a mina a tomar essa atitude, tá ligado?
Cê sabe que o sistema é cruel, e muitas vezes é ele que empurra o mano pra vida do crime, deixando sem opção, sem saída. E aí, irmão, fica difícil resistir quando a oportunidade aparece.
Buscando mudanças e igualdade na periferia
Então, antes de julgar o tal “cidadão do mal”, o “bandido”, temos que entender o contexto em que ele tá inserido, as dificuldades que ele enfrenta, a violência que ele vive e tudo que o levou até ali.
A sociedade precisa enxergar além daquele rótulo colado na testa e ver as pessoas por trás das fitas. Eles são mais que “bandidos” ou “assassinos”, são seres humanos com histórias, sonhos e desejos, e muitos tão guerreando pra sobreviver nesse mundão véio sem porteira.
Não é pra passar pano na criminalidade, mas é preciso entender sem preconceito pra poder resolver essa parada que é muito mais embaçada que um filmezinho de mocinho e bandido americano.
É nóis! Vamo continuar trocando ideia e lutando pra mudar essa realidade, buscando sacar o “por quê” e não só o “quem”, pra que um dia a vida na quebrada seja mais firmeza e igualitária pra todos.
Neste texto, exploramos o pânico social, os discursos que o alimentam e as causas históricas e sociais, tudo no ritmo e a relação de tudo isso com a facção PCC 1533.
Pânico social, cê tá ligado? Cola com a gente pra entender como essa parada mexe com a vida da geral e a sociedade, e qual é a relação com o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533).
Pânico Social: a mídia e o pânico social: qual é a fita?
E aí, irmão, tá ligado na fita do pânico social, né?
Eduardo Armando Medina Dyna mandou a real, falando que a violência urbana com fitas tipo o Primeiro Coamando da Capital deixa a geral com medo. Pânico social é o nome da parada, e não é só causa e efeito dos corres do dia a dia.
Mano, é uma fita complexa envolvendo racismo, desigualdade, treta econômica e política, tudo isso cria a “criminalidade” que a gente vê por aí, e alimenta esse monstro do tal pânico social.
A mídia tá sempre de olho, reforçando as ideias erradas e botando mais lenha na fogueira. A relação entre o governo e os presos, tipo a facção PCC, só aumenta o medo e a insegurança da galera.
Pra entender a fita toda, tem que analisar o que a mídia, a polícia e os conservadores tão falando. Foucault explica que esses discursos tão cheios de poder e moldam como a gente enxerga as coisas.
Nas quebradas da vida, irmão, a cena é tensa. A história é contada em dois lados, os “cidadão do bem” e os “cidadão do mal”. Mas nessa selva de pedra, a coisa não é tão simples, não.
Pra quem nasce na periferia, o jogo é bruto, irmão. Uns tentam levar a vida na linha, buscando o pão de cada dia, enquanto outros tão encurralados, sem muita saída, sem chance de mudar a rota dessa trajetória. A sociedade marca a cara, rotula a gente, mas cê acha que é fácil assim, preto?
O “cidadão do bem” se esforça, tenta se virar, mas a parada é sinistra, as oportunidades são poucas e a realidade não dá trégua. E o “cidadão do mal”? Será que ele escolheu o caminho do crime ou foi a vida que o empurrou pra lá?
A verdade é que entre o “do bem” e o “do mal”, a linha é tênue, os dois vivem no mesmo mundo, enfrentando a mesma batalha. A gente precisa abrir os olhos pra entender o que tá rolando, buscar as causas lá no fundo, e não só julgar a superfície.
A vida é complexa, as lutas são duras e a esperança é escassa. Mas a gente resiste, mano, mesmo com a sociedade tentando nos dividir. Chega de rótulos, chega de preconceito. Só juntos a gente vai mudar essa história e escrever um novo capítulo.
A lei que é implacável com os oprimidos
Tornam bandidos os que eram pessoas de bem.
Eles são os certos e o culpado é você
Se existe ou não a culpa
Ninguém se preocupa
Pois em todo caso haverá sempre uma desculpa.
Racistas Otários – Racionais MCs
Buscando soluções: como sair dessa treta?
Só que também tem a parada da moral e religião nesses discursos, tipo a divisão entre “cidadão de bem” e “bandido do mal”. Essa fita dificulta a compreensão do pânico social, que tem raízes profundas e precisa de solução.
A mídia fica de olho no que rola perto e longe, saca os esquemas, os que sonegam e roubam a pátria e a galera, mas fica na moita e aponta pra outro lado, sem enxergar o mal de verdade onde a gente vive, e essa é a fita em que a gente tá metido.
Então, tem que olhar a história e as causas, desvendar os discursos e ver a relação entre o Estado e as organizações dos presos, como o PCC, pra entender o pânico social e buscar soluções que mudem o jogo.
No final das contas, mano, pânico social é uma fita complexa que envolve vários aspectos da nossa vida. A ideia é desvendar os discursos e enxergar a realidade, pra criar uma sociedade mais firmeza e justa.
Observando o fluxo, colamos na fita do Primeiro Comando da Capital. Vamos trocar ideia sobre violência, crime e políticas públicas, irmão.
Observando o fluxo, cola nessa fita que traz o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533), e bora trocar ideia sobre violência, crime e políticas públicas? Pode ser aqui nos comentários do site, no grupo de WhatsApp, ou até no meu MP, quem sabe. Vamo nessa!
A violência é uma instituição tão natural como a própria vida humana. Decorre do nosso instinto de sobrevivência, sendo o grande motivo para o homem ter dominado a natureza. Mas essa afirmação não pretende trazer glamour à violência.
Talvez no último estágio da existência humana, a evolução definitiva seja exatamente vencer o instinto natural que nos propala a nos destruirmos mutuamente.
Observando o Fluxo: Análise da Facção PCC segundo o mano Dyna
Observando do fluxo, irmão, vou te falar dessa fita: Primeiro Comando da Capital, facção que mexe com a mente. Tamo aí nessa análise, baseada no trampo do pesquisador Eduardo Armando Medina Dyna, que se liga nos “Dois lados da moeda”.
Dyna busca sacar os bagulhos do PCC na segurança pública e na sociedade, sem demonizar como a mídia e a polícia fazem. O cara vê pesquisas e autores que colam nesse assunto, fala de violência, crime, Estado e políticas públicas.
Os manos das universidades, tipo o Núcleo de Estudos da Violência da USP, tão ligadões no PCC. O autor não se deixa levar por ideias pré-concebidas, chama a fita de “Organização”, “Comando”, “Facção”, “Irmandade”, “Grupo” ou “Partido”, de acordo com a parada.
Mano Dyna aborda a fita da desigualdade social e do crime organizado no Brasil, desde os anos 70. Ele cita o pesquisador Michel Misse, que enxerga conexão entre crime, pobreza e violência, e destaca como os crimes dos ricos e dos pobres são tratados de forma diferente, mostrando que tem a ver com a parada do preconceito de classe.
Mas, irmão, eu só tô te dando um resumo do que Dyna e os outros manos estudam. Pra sacar tudo, tem que colar nos estudos deles, vendo a complexidade da parada.
Vou continuar falando das fitas da violência e do crime, tipo o trampo do autor Feltran e outros pesquisadores.
Gabriel de Santis Feltran vê a relação entre o mundo legal e ilegal, como a violência nas quebradas e o crime são moldados pelo Estado e pela polícia. Ele examina os termos “bandido” e “criminoso” nas periferias de São Paulo, vendo que o “mundo do crime” é uma nova realidade, com práticas ilícitas normalizadas.
O crime é visto como construção social e problema das relações do Estado com a sociedade, influenciado pelas políticas de segurança pública. Tem vários autores que estudam a história das políticas de segurança pública em São Paulo, tipo Salla e Silvestre.
Fernando Salla examina a passagem do tempo autoritário pro democrático, percebendo que ainda rola uma herança da repressão militar no governo e no pensamento da galera. Ele liga a violência policial, a criação do PCC e os rolês de 2006 às políticas adotadas pelo Estado de São Paulo.
Giane Silvestre dá uma geral no papel das polícias civil e militar na batalha contra o crime, mostrando a polícia militar ganhando força e a civil perdendo espaço. Ela diz que isso acontece por causa da relação entre a grana, política e o poder das armas nas instituições. A corrupção na polícia civil atrapalhava, enquanto a pegada militar da polícia militar impedia esses problemas.
Observando o fluxo: o PCC e a política
Salla e Silvestre dão a fita que as políticas do governo do estado, nas mãos do secretário de segurança pública e de administração penitenciária, deram mó poder pras polícias no corre contra inimigo estigmatizado, tipo Misse falou.
Essa conversa errada fez nascer uns papos sinistros que zoaram a sociedade paulista e criaram um mito em volta do Primeiro Comando da Capital. Esse mito alimenta as conexões no “mundo do crime”, como Feltran falou.
Pra entender o PCC, sua história, líderes e metas, vários corres foram feitos. Josmar Jozino, jornalista que tá na área policial desde os anos 80, traz uma visão firmeza da história do PCC no seu livro. Com entrevistas e histórias, ele mostra as fitas, ideias, alianças e contras do grupo, e a violência no rolê dentro e fora dos presídios.
Mano, a socióloga Camila Caldeira Nunes Diaschega junto nas pesquisas sobre o PCC. Ela tá na área com trabalho de campo e teoria, analisando a história do Comando e as paradas em que eles atuam, até fora dos xadrez.
Na sua fita mais pesada, Dias manda a ideia de que o PCC virou um monopólio da violência, dominando os becos e promovendo um processo doido de paz. Essa teoria vai ser testada na pesquisa e traz um novo olhar pra entender a organização. A mina também investiga os novos códigos morais criados pela facção, que lança suas próprias leis e fortalece a expansão.
Observando o fluxo: o PCC vai à guerra
Que dá o papo reto da consolidação e expansão do PCC tão são Bruno Paes Manso, Camila Dias e Gabriel Feltran, que mandam a real sobre a transformação do Primeiro Comando da Capital numa parada internacional, firmando nos países da América do Sul e quase todas as quebradas do Brasil. Essa expansão fez a guerra entre facções rolar entre 2016 e 2018 nas áreas Norte e Nordeste, levando o PCC pra cena mundial.
Marcos Alan Ferreira e Rodrigo Framento tão ligados na treta de poder entre o PCC e outras fitas do Norte e Nordeste, mostrando uma nova quebrada das paradas no Brasil e no corre das drogas. Allan de Abreu tá na “rota caipira” do tráfico, e outros textos mandam a real sobre as rotas do bagulho ilegal, onde as disputas, com o PCC na liderança, envolvem grana, esquema e infra, levando pra outro nível e trazendo desafio pra segurança.
A mina Karina Biondi, antropóloga, fez um trabalho firmeza sobre as relações internas dos manos da facção e onde eles mandam. Nas entrevistas com os presos, ela descolou uns dilemas novos que a organização enfrenta, tipo conduta, respeito e os princípios que guiam a disciplina da galera. A proibição do crack nas quebradas e cadeias, o respeito com as famílias que visitam os manos e a divisão do corre na lógica do comando são alguns dos pilares da política do PCC.
Neste texto, contamos a história de “André do Rap”, líder do Primeiro Comando da Capital, mostrando que a realidade é muito diferente do que a mídia apresenta.
André do Rap: conheça real a história do líder do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) como pode ser bem diferente do que mostra a mídia.
André do Rap, a Facção PCC 1533, e a Realidade das Quebradas
André do Rap, líder do Primeiro Comando da Capital, apresentando a verdade, irmão. A grande mídia, sempre em busca de audiência, cria um mito folclórico em torno dele, distorcendo informações e associando qualquer evento no país ao nome de André.
Mas aí, o advogado criminalista Áureo Tupinambá Filho entra em cena. Ele esclarece que o helicóptero de R$ 7 milhões devolvido pelo STJ não pertencia ao líder da facção PCC, mas a mídia insiste na ideia contrária. Além disso brother, apreensão de itens foi feita de maneira incorreta, sem ordem judicial, irmão.
Áureo Tupinambá Filho deixa claro que a lei deve ser cumprida, mesmo que no caso de André do Rap ela tenha sido desrespeitada. Em 2019, durante a prisão, a polícia apreendeu celulares, computadores e moto aquática, tudo isso sem autorização judicial, falhando na missão.
André do Rap foi condenado em segunda instância por tráfico de drogas e teve sua prisão decretada. Outra investigação envolvendo lavagem de dinheiro e organização criminosa estava acontecendo, mas a mídia só quer saber de sensacionalismo, entende?
Então, irmão, fique atento e analise as informações com cuidado, especialmente quando envolve casos como o de André e a facção PCC. A realidade é bem diferente do que a mídia quer te fazer acreditar, mantenha-se informado e não se deixe enganar.
A mídia e suas histórias
Mano, tá complicado pra nossa sociedade escapar dessa fita – a construção de um ciclo policial-midiático-criminoso, um pelourinho da mídia que expõe e criminaliza a periferia pro prazer daqueles que se acham superiores.
A TV é um show que não traz informação, só faz espetáculo. Talvez ainda seja a maior influência na opinião sobre os manos das facções.
“O que é a facção e como agem os irmãos” são ideias criadas, não verdades absolutas. A imagem vive sendo reescrita, mexendo e sendo mexida pela mídia, que reconstrói junto com a sociedade toda.
A parada de quem é vilão e quem é herói muda pra cada um, e o que é “herói” pra um grupo de pessoas e classe social não é a mesma coisa pra outros grupos e classes.
Mas, é preciso sacar que essas imagens, tanto do vilão quanto do herói, são feitas pela mídia (e essa construção mexe, também, com a autoimagem da galera).
“Carta de uma cunhada” é uma história emocionante e inspiradora de uma mãe corajosa, buscando um futuro melhor para seus filhos e enfrentando as adversidades de ter um marido membro do Primeiro Comando da Capital.
“Carta de uma cunhada” revela a luta de uma mãe determinada em superar desafios, proteger seus filhos e encontrar amor em meio a um cenário complexo que envolve as famílias dos integrantes da facção PCC.
E para quem não é da Família 1533, vai uma explicação necessária:
Na organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), o termo “cunhada” é utilizado para se referir às esposas, companheiras ou namoradas dos membros da facção. Essas mulheres geralmente possuem laços afetivos com os integrantes do PCC e podem ou não estar diretamente envolvidas nas atividades criminosas da organização.
Carta de uma cunhada: uma mãe e o bem-estar e a felicidade dos filhos
Escrevo com muita esperança sobre meu futuro e dos meus filhos. Sou mãe de três crianças incríveis – o mais velho tem 13 anos e o mais novo, 9 anos – e enfrento muitos desafios em minha vida, especialmente para sustentar e proteger meus filhos com o fruto do meu trabalho.
Há alguns anos, me mudei para a capital e fui confrontada com a dura realidade das facções criminosas. Moro em um residencial onde muitos têm parentes presos, membros do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533). Contudo, vale ressaltar aqui que não é porque somos “cunhadas” que vivemos de corre. A maioria de nós trabalha duro para sustentar nossas famílias e promover um furuto melhor para nossos filhos, e não vivemo do dinheiro do crime.
Encontrando amor e esperança em meio às adversidades
Conheci meu marido através de uma vizinha que cuidava dos meus filhos, uma mulher trabalhadora e honesta. Seu marido estava no presídio com o meu atual companheiro, e foi assim que nossa história começou.
Há dois anos atrás eu falei brincando que ia arrumar um marido preso que era pra não me incomodar mais com os de fora. Eu buscava uma nova chance no amor, depois de relacionamentos abusivos e dolorosos no passado.
Vim de dois relacionamentos nos quais sofri agressões e precisei recorrer à Lei Maria da Penha, além de medidas protetivas. Homens, que aparentavam ser bons na sociedade, mostravam sua verdadeira face dentro de casa.
O pai dos meus filhos, por exemplo, era viciado em drogas e me agrediu após muitos anos juntos. Nunca aceitei a violência, e sempre enfrentei essas situações com coragem. Com o passar do tempo, percebi o impacto desses relacionamentos em meus filhos e a importância de proporcionar a eles uma vida mais segura e amorosa.
Essa minha vizinha, um dia depois de uma visita ao seu esposo, falou que ele tinha um amigo que perguntou se não conhecia uma mulher pra ele trocar uma idéia é enfim poder se relacionar. Que no início seria só amizade, mas de desse certo…
Até mesmo você merece uma segunda chance
Aceitei me corresponder por cata com aquele homem, um integrante do PCC 1533. Logo de início já deixei claro meu jeito de pensar e o que eu pretendia. Disse que:
… não quero que você minta para mim, não preciso de você, não preciso do seu dinheiro, não preciso de você. Vim para, meio que, conhecer, de verdade, né? E eu falei para ele que estava fazendo uma caridade, que todos têm direito a um carinho, que estava garantindo minha vaga no céu, falei brincando, mas assim, não foi só por isso. Nem todo mundo que está preso não merece uma chance. Ele já estava lá há cinco anos, sem visitas, já faz cinco anos que ele está aqui.
Aos poucos, nossa amizade evoluiu para algo mais, e hoje já completamos um ano juntos. Aprendi a enxergar além das aparências e descobri que, mesmo na prisão, ele se preocupa comigo e com meus filhos. Sei que ele é uma figura controversa, mas acredito que todos merecem uma segunda chance, afinal, todos merecemos uma segunda chance.
É difícil lidar com a realidade de ter um marido envolvido com uma organização criminosa como o Primeiro Comando da Capital e pensar nas implicações econômicas, afetivas e sociais para meus filhos. No entanto, percebi que não posso generalizar.
Nos dias de visita, encontro mães, trabalhadoras e pessoas que, mesmo diante das circunstâncias difíceis, tentam apoiar e orientar seus entes queridos encarcerados. A tensão do lado de fora das muralhas é apenas superada pela esperança e pelo amor no coração de todas aquelas mulheres, idosos e crianças reunidos ali, levando carinho aos seus pais, filhos e irmãos presos.
Minha vida é uma constante correria, mas atualmente encontrei uma profissão que me apaixona: sou responsável por um setor em uma organização que realiza trabalhos sociais. Meu trabalho me proporciona momentos de reflexão sobre a relevância do caráter e do amor, independentemente das decisões tomadas no passado.
A importância do caráter e da educação para um futuro promissor
Esta carta de uma cunhada é uma história de superação, esperança e busca por um futuro melhor. Aprendi a acreditar nas segundas chances e a valorizar o verdadeiro caráter das pessoas, mesmo diante das adversidades.
Com todos os desafios e experiências, continuo a me esforçar para ser a melhor mãe possível para meus filhos, proporcionando-lhes um lar seguro e cheio de amor. Tenho esperança de que eles cresçam com valores sólidos e possam fazer escolhas melhores na vida.
A segurança econômica, afetiva e social que busco oferecer aos meus filhos é um dos meus maiores objetivos. Entendo que o ambiente em que vivemos pode apresentar riscos, mas acredito que, com amor, orientação e dedicação, é possível superar as dificuldades e criar um futuro mais promissor para eles.
Ter um marido membro do Primeiro Comando da Capital pode despertar julgamentos e estigmas, mas aprendi a seguir em frente e a lutar pelo bem-estar da minha família. Acredito que a educação e a formação moral dos meus filhos são fatores cruciais para evitar que sigam um caminho similar.
Como mãe, minha responsabilidade é ensinar aos meus filhos a importância do trabalho honesto, do respeito ao próximo e do valor da vida. Não abro mão disso, pois sei que o futuro deles depende das minhas decisões. Que Deus me permita fazer sempre as melhores escolhas.
Carta de uma cunhada é uma história real
A cada dia, enfrento desafios e incertezas, mas meu amor pelos meus filhos me dá força para continuar. Eles são minha inspiração e minha motivação para buscar uma vida melhor, longe das influências negativas e do crime. Sei que nem todos os membros da facção PCC são iguais, e que muitos deles enfrentam suas próprias lutas internas.
Esta carta de uma cunhada é um relato sincero de uma mãe que luta por um futuro melhor, tanto para si quanto para seus filhos. É um testemunho de que, mesmo diante das adversidades e das escolhas difíceis, é possível encontrar esperança, amor e resiliência. Continuarei a enfrentar os desafios que a vida coloca no meu caminho, sempre focando no bem-estar e na felicidade dos meus filhos, pois são eles que realmente importam.
O delegado Elvis Secco, alvo da facção PCC 1533, recebe proteção no México enquanto outros profissionais ameaçados não têm o mesmo suporte. A Polícia Federal analisa a possibilidade de seu retorno ao Brasil.
Alvo da facção: leia sobre o dilema do delegado Elvis Secco em relação ao seu retorno ao Brasil e a disparidade na proteção oferecida entre a elite das forças policiais e judiciárias e aqueles que trabalham nas ruas e nos presídios.
Alvo do PCC: quem merece proteção e quem pode morrer?
Alvo do PCC, o delegado Elvis Secco recebe proteção intensiva no México, enquanto outros profissionais enfrentam riscos semelhantes sem o mesmo apoio. No entanto, a poderosa organização criminosa Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533), ameaça inúmeros policiais e agentes penitenciários todos os dias.
É importante lembrar que muitos desses profissionais vivem nos mesmos bairros onde os criminosos atuam e seus filhos estudam nas mesmas escolas. No entanto, eles não têm acesso à mesma proteção que o delegado Secco, no entanto é interessante ver o interesse de todos em proteger apenas a ele.
Recentemente, um funcionário do aeroporto de Guarulhos foi assassinado após se recusar a participar de um esquema criminoso. Infelizmente, ele não recebeu a proteção adequada e acabou perdendo a vida. Esse caso demonstra ainda mais a disparidade no tratamento oferecido a profissionais em situações de risco.
A Polícia Federal avalia a possibilidade de retorno de Elvis Secco ao Brasil
Devemos nos perguntar por que juízes, promotores de Justiça e delegados, como Elvis Secco, recebem proteção intensiva, enquanto outros profissionais são largados para morrer.
Enquanto a Polícia Federal analisa a possibilidade de retorno de Secco ao Brasil, é crucial abordar essa disparidade no tratamento. É necessário buscar soluções que garantam proteção a todos os profissionais envolvidos no combate ao crime organizado, independentemente de seu cargo ou posição.
A situação do delegado Elvis Secco e a disparidade na proteção oferecida a outros profissionais devem servir como um alerta para a necessidade de uma abordagem mais equitativa e justa.
Ética do Crime: investigando a conexão entre os valores do Primeiro Comando da Capital e filosofias como liberalismo e existencialismo, destacando a relevância da liberdade, justiça e igualdade no âmbito do crime.
Ética do Crime: explorando a relação entre os valores do Primeiro Comando da Capital e filosofias como liberalismo e existencialismo revelando a importância da liberdade, justiça e igualdade no contexto do crime.
Nesta fase da análise do Estatuto do PCC, destaco a questão ética presente no documento, tendo como base a ética da teoria utilitarista que garante que “a ação correta é aquela que maximiza a felicidade ou o bem-estar geral”.
Importante frisar que, nem os pensadores e nem eu, fazemos juízo de valor ao analisar o fenômeno, apenas o documentamos. Ao examinar o Estatuto da organização criminosa paulista, percebo vários aspectos utilitaristas em algumas de suas disposições.
O Estatuto do PCC mostra preocupação com o bem-estar geral, especialmente no sistema prisional. Com valores como paz, justiça, liberdade e igualdade, a ética do crime é respeitada. Curiosamente, algumas disposições têm aspectos utilitaristas, mesmo que não tenham sido baseadas em teorias filosóficas.
Eu percebi que a liberdade é um valor importante no PCC. Ninguém é forçado a entrar na facção ou participar de missões. O estatuto defende a liberdade de pensamento, expressão e ação, algo que pode ser relacionado ao liberalismo e ao existencialismo.
No item 2, o Estatuto aborda a luta por paz, justiça, liberdade, igualdade e união, sempre buscando o crescimento da organização e respeitando a ética do crime. A preocupação com o bem-estar geral, especialmente no contexto prisional, se manifesta na busca por melhorias nas condições de encarceramento e na denúncia de abusos e opressão por parte das autoridades.
No item 5, o Estatuto ressalta a importância de todos os integrantes se dedicarem ao Comando e, quando possível, participarem de projetos que apoiem os membros desamparados, seja em aspectos sociais ou financeiros. Essa preocupação com o bem-estar dos membros da organização indica uma abordagem utilitarista.
No item 7, o Estatuto enfatiza que todos os integrantes da facção devem colaborar e participar dos “progressos” do comando, incluindo pagamentos de despesas com defensores, advogados, ajuda para trancas, cesta básica e ajuda financeira aos familiares. Essa disposição demonstra o compromisso com a promoção do bem-estar geral dos membros e suas famílias.
O “debate” é comum na facção para resolver disputas, respeitando a opinião de todos. Essa valorização da liberdade de expressão e responsabilidade pessoal também é um aspecto do existencialismo. Além disso, o estatuto luta contra a opressão e a injustiça, mesmo sendo uma organização criminosa.
A relação entre o PCC e as filosofias do liberalismo e existencialismo
A ética do crime no PCC possui aspectos ligados ao liberalismo e ao existencialismo, como liberdade, justiça e igualdade. Fica claro que os fundadores da organização criminosa não se basearam em teorias filosóficas ou éticas para elaborar o documento.
Porém, o resultado foi um texto que gerou um ambiente bastante positivo, começando com a população carcerária, depois se estendendo à população periférica e, por fim, alcançando diversos grupos sociais que se identificaram com a proposta da “ética do crime”.
Embora o Estatuto do PCC apresente valores relacionados ao liberalismo e ao existencialismo, é importante lembrar que as atividades da facção são ilícitas e violentas. Portanto, há diferenças significativas entre os objetivos do PCC e as intenções originais dessas filosofias.
O texto aborda o drama dos refugiados da facção PCC 1533, que buscam sobrevivência e fortalecimento ao migrar para outras regiões do Brasil, fugindo da guerra entre facções criminosas.
Refugiados da facção PCC 1533, vítimas de uma guerra sombria entre facções criminosas, buscam ansiosamente uma chance de sobrevivência.
Relatos que me chegam do Norte e Nordeste do país revelam o desejo de integrantes da facção paulista em migrar para São Paulo em busca de “fortalecimento”.
Eles se lançam nessa jornada incerta, com a esperança de voltar fortalecidos para suas cidades, a fim de retomar áreas perdidas ou, pelo menos, escapar do trágico destino ligado ao Primeiro Comando da Capital e à facção PCC.
Fugitivo do Rio Grande do Norte em Várzea Paulista
Refugiados do PCC, em um sombrio 8 de abril, um indivíduo dessa facção, vindo do Rio Grande do Norte, encontrou-se encarcerado em Várzea Paulista, nas profundezas de São Paulo.
O homem, marcado para morrer pela rival Família do Norte (FDN), ansiava por um refúgio distante de sua terra.
Embora não estivesse envolvido em atividades ilícitas naquele instante, a razão de sua captura residia em um delito prévio. Ele sempre negou pertencer ao Primeiro Comando da Capital, mas tal alegação não o poupou da sentença imposta pelos membros da FDN.
Fugitivo do Espírito Santo em Itu
Refugiados do PCC, um eco da guerra entre facções no Espírito Santo, propiciou a fuga de um membro em direção a Itu, no vasto estado de São Paulo.
A contenda envolvendo Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho (CV), aliados a grupos locais, deu origem a uma intrincada rede de alianças e antagonismos. Com a captura de um líder, a Gangue da Pracinha fragmentou-se, gerando conflitos adicionais e lutas por territórios.
A Gangue da Pracinha de Catraca se estilhaçou após sua prisão. Marcola, alcunha de Marcos Vinicius Boaventura, braço direito de Catraca em Ulysses Guimarães, juntamente com outros que se recusaram a regressar à camisa do CV, foram expulsos de seu reduto.
O aprisionamento de Catraca ocorreu no Portal do Éden, em Itu, no estado de São Paulo. Conforme alguns, ele veio adquirir drogas para distribuição em Vila Velha, enquanto outros afirmam que buscava refúgio e fortalecimento para retomar áreas em disputa.
Há anos, os soldados do PCC na região Norte do Brasil enfrentam o abandono por parte do Primeiro Comando da Capital. Muitos acabam presos, mortos, escondidos ou convertidos à religião. Os que conseguem fugir do estado buscam refúgio em outras regiões, como a Zona Sul de São Paulo. No entanto, a Bonde dos 13, facção local do Acre, permanece no estado, mostrando-se resiliente mesmo diante do avanço do PCC.
Portanto, o drama dos refugiados da facção PCC reflete a complexa e sombria realidade da guerra entre facções criminosas no Brasil. A busca por sobrevivência e fortalecimento motiva a migração desses indivíduos, que enfrentam um futuro incerto e perigoso em um cenário de violência e disputa por poder.
Comunicado Geral Estados e Países – 04/04/2023 – Região Norte
Refugiados do PCC, em tempos sombrios, presenciaram a emissão do “Comunicado Geral do PCC” sobre embates nefastos envolvendo gangues e milícias, tais como o Comando Vermelho CV, atentando contra entes queridos e inocentes.
Neste manifesto, o Primeiro Comando da Capital exprime ultraje, repudia tais atos violentos e sinaliza a disposição em reagir na defesa de sua prole e membros.
Uma milícia chamada Comando Vermelho e algumas gangues que agem igual a eles, que não têm autonomia e controle sobre seus integrantes, vêm tirando a vida de familiares nossos e também de pessoas inocentes que não têm nada a ver com a nossa guerra, com o objetivo de intimidar nossos irmãos (as) e companheiros (as) dentro dos estados, como Amazonas, entre outros.
A facção PCC 1533, assim, busca externar preocupação e solidariedade aos “irmãos” e “companheiros”, evidenciando um vigoroso senso de pertença e identificação. Adotando uma postura resoluta, defende sua “família” e enfrenta as ameaças que lhes rondam.
A ameaça do apocalipse do PCC, associado aos 30 anos de prisão de Marcola, desperta medo e incerteza na sociedade. O adiamento do evento catastrófico e a possível libertação de líderes notórios geram questionamentos sobre o futuro.
“30 anos preso” era a palavra-chave que ecoava pelos presídios e quebradas, alimentando a tempestade do apocalipse.
O fim do mundo planejado pelos chefes do Primeiro Comando da Capital se daria no exato momento em que Marcola, o líder maior da facção, fosse impedido de sair do encarceramento após cumprir o seu tempo normal de prisão.
Antigamente, era comum ouvir sobre o apocalipse vinculado ao Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533), e a atmosfera se carregava.
Em 2015, um sobrinho relatou, em uma saidinha, os preparativos para o aniversário de 30 anos de prisão de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola do PCC. Preso pela primeira vez em 1986, a chegada de 2016 marcaria sua detonação automática do apocalipse, caso não fosse libertado. Esse apocalipse significava uma revolta total nas ruas e presídios, uma espiral de violência e terror.
O adiamento do apocalipse
Contudo, 2016 veio e se foi.
Em 2019, Marcola foi transferido para um presídio federal, gerando apreensão e receio de retaliações por parte do PCC. Na época, Bolsonaro chegou a ligar para Moro, buscando impedir a transferência devido ao medo da reação da facção. Entretanto, a ordem judicial obtida pela promotoria de Justiça de São Paulo prevaleceu, e a transferência ocorreu sem reações por parte do PCC. Hoje, Bolsonaro afirma que a decisão de transferir Marcola foi sua, em uma tentativa de reivindicar o controle da situação e demonstrar seu posicionamento contra o crime organizado.
Mas, novamente o apocalipse não ocorreu. A liderança do PCC optou por não deflagrar a temida revolta, talvez calculando os riscos e ponderando as consequências.
Há exceções em que condenados permanecem presos mesmo após cumprir 30 anos. O comportamento na prisão, a periculosidade e o acúmulo de penas são considerados na avaliação de liberação.
A questão política também pesa: Lula ficou preso sem provas, enquanto Bolsonaro, Trump e militares brasileiros permanecem impunes, apesar das evidências contra eles.
A coragem de soltar réus notórios
No caso de Marcola e Charles Bronson, outro preso famoso, qual magistrado teria a coragem de soltá-los, dentro ou não dos limites da lei?
Em suma, a sombra do apocalipse do PCC paira sobre a sociedade, impregnada de medo e incerteza.
Rogério Jeremias Simone, conhecido como Gegê do Mangue, deixou o presídio pela porta da frente em 2018, cumprindo as normas legais. No entanto, a repercussão negativa de sua soltura e a subsequente fuga para o exterior dificultaram ainda mais a possível libertação de Marcola. Diante desse cenário, a Justiça passou a buscar subterfúgios para mantê-lo detido.
Por enquanto, o evento catastrófico foi adiado, mas a pergunta permanece: o que ocorrerá quando Marcola e outros líderes do PCC eventualmente deixarem a prisão? O apocalipse bíblico pode ser apenas uma metáfora, mas o medo gerado pelo apocalipse do PCC é tangível e real.
Deu chabu! Mas por quê?
Contudo, atualmente, o Primeiro Comando da Capital é uma organização mais horizontal, composta por subgrupos que não são diretamente afetados pela transferência de Marcola e outros líderes para fora do estado ou pela imposição do regime disciplinar diferenciado.
A estrutura da organização criminosa persiste, tanto dentro quanto fora dos presídios. Parece natural que ocorra uma disputa interna para ocupar o lugar das lideranças isoladas nos presídios federais. Não tenho nenhuma esperança que o PCC acabou.
afirma Lincoln Gakiya à Revista Isto É
Neste novo cenário, o Apocalipse tornou-se apenas uma opção. A decisão de colocá-lo em prática ou não será tomada levando em consideração os interesses políticos, econômicos e sociais da maioria dos membros da facção.
30 Anos Preso: A Sombra de Charles Bronson do PCC
Charles Bronson e a contagem regressiva
“30 anos preso” é uma palavra-chave que ressoa no imaginário popular, conectando-se às sombras do Primeiro Comando da Capital e ao seu líder máximo, Marcola.
Neste cenário surge a figura de Charles Bronson, cuja história se entrelaça com o temido apocalipse do PCC. Charles Bronson, condenado a 99 anos de prisão, completou recentemente 28 anos de reclusão.
Seu advogado busca abatimentos de benefícios, acreditando na possibilidade de libertação. Porém, o medo do Primeiro Comando da Capital permeia o ar, e as perspectivas de libertação trazem consigo um rastro de incertezas e terror.
A libertação de líderes notórios da facção paulista PCC
A facção PCC tem como uma de suas principais marcas a capacidade de gerar medo e um sentimento de iminente apocalipse. A possibilidade de libertação de líderes notórios, como Charles Bronson, alimenta esse sentimento e incita preocupações na sociedade.
Quando se fala em “30 anos preso”, muitos associam esse marco ao líder do PCC, Marcola. Contudo, essa marca também atinge outros personagens do mundo do crime, como Charles Bronson. A libertação de tais indivíduos pode desencadear eventos catastróficos, evocando a atmosfera de um apocalipse bíblico.
Em suma, a sombra de Charles Bronson, assim como a de Marcola, paira sobre a sociedade, trazendo consigo o medo do apocalipse do PCC. A libertação desses líderes notórios pode representar um ponto de virada na luta contra o crime organizado, e o temor de um apocalipse real cresce a cada dia.
O Massacre do Carandiru, um trágico evento na história do Brasil, e como ele levou ao surgimento e fortalecimento de facções criminosas, como o PCC. Discute-se a omissão do Estado e a violação dos Direitos Humanos nas penitenciárias, destacando a necessidade de mudanças para garantir a dignidade e os direitos fundamentais dos detentos.
O Massacre do Carandiru foi o chute inicial da criação de uma das Maiores Facções Criminosas do Mundo: o Primeiro Comando da Capital.
A Relação entre Omissão Estatal e o Massacre do Carandiru
Caros leitores, permitam-me apresentar um caso intrigante, retirado do TCC de Julia Fernandes Pereira da Universidade Federal de Ouro Preto, sobre o trágico Massacre do Carandiru.
Essa história sombria revela como a omissão estatal e as condições precárias das penitenciárias brasileiras contribuíram diretamente para o surgimento e ascensão do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do mundo.
Para entender esse problema social enraizado na sociedade brasileira, é fundamental analisar as condições de sobrevivência dentro das penitenciárias em 1992, especialmente na Casa de Detenção de São Paulo, localizada no bairro do Carandiru.
Infelizmente, essas condições ainda persistem em muitos estabelecimentos prisionais até hoje, com superlotação e falta de higiene sendo questões crônicas.
O Surgimento do PCC e a Revolta contra a Omissão Estatal
Ao analisar o surgimento do PCC, torna-se claro que a omissão estatal no auxílio aos menos favorecidos gera revoltas sociais e a busca por suporte, independentemente de sua origem.
A vida em celas insalubres, surtos de doenças graves, falta de recursos financeiros e rixas internas por causa de drogas geram desespero por sobrevivência dentro das penitenciárias.
Nesse cenário, o PCC surge como uma organização que oferece assistência necessária, embora de maneira racionalizada e extremamente radical.
Com um regimento interno agressivo e opressor, essa facção criminosa busca impor ordem e garantir a sobrevivência de seus membros.
A Casa de Detenção de São Paulo e o Sentimento de Repúdio contra o Estado
A situação da Casa de Detenção de São Paulo, no bairro do Carandiru, foi um exemplo perfeito das condições precárias que levaram ao desenvolvimento do sentimento de repúdio contra o Estado.
A superlotação, a insalubridade, o desamparo estatal e a ausência do cumprimento de direitos básicos à saúde foram fatores que geraram uma movimentação generalizada e desesperada, que se perpetua até hoje.
O Legado do Massacre do Carandiru e a Continuidade das Condições Precárias nas Penitenciárias
O Massacre do Carandiru, ocorrido em 1992, é um marco na história brasileira e está diretamente relacionado ao surgimento e ascensão do PCC.
Infelizmente, muitas das condições que levaram a essa tragédia ainda persistem em estabelecimentos prisionais do país, evidenciando a urgência de melhorias no sistema carcerário.
A compreensão dessa realidade é fundamental para que possamos buscar soluções e evitar a repetição de eventos tão trágicos e marcantes quanto o Massacre do Carandiru.
A Tragédia e as Controvérsias do Massacre do Carandiru
A “Varredura” Social e a Chocante Violência no Carandiru
O Massacre do Carandiru expôs a terrível realidade das ações violentas contra os marginalizados da sociedade brasileira.
Nesse trágico episódio, 111 detentos foram mortos por policiais militares, que alegaram legítima defesa contra presos armados com armas brancas e objetos artesanais.
No entanto, não houve baixas entre os policiais, levantando questionamentos sobre a justificativa apresentada.
Massacre do Carandiru: Manipulação dos Números e Suspeitas de Censura
Há fortes indícios de que o número oficial de mortos no Massacre do Carandiru tenha sido manipulado pela mídia da época, possivelmente por motivos eleitorais. Jornais e a Organização dos Estados Americanos OEA especulam que o número de mortos possa ter sido muito maior do que os 111 divulgados.
Alguns presos chegaram a afirmar que 280 pessoas foram mortas, enquanto a comissão de presos da Casa de Detenção apontou 220 mortes.
A Repercussão do Massacre e o Apoio de Parte da Sociedade
O Massacre do Carandiru foi apoiado por uma parcela da sociedade na época e, infelizmente, ainda encontra apoio hoje em dia.
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou recentemente o Projeto de Lei 2821/21, que concede anistia aos policiais que participaram do massacre.
A justificativa apresentada foi que os policiais atuaram em uma ação para restabelecer a ordem dentro das penitenciárias.
A Importância de Lembrar e Refletir sobre o Massacre do Carandiru
A história do Massacre do Carandiru é um importante lembrete das injustiças e violências sofridas pelos marginalizados no Brasil.
É fundamental revisitar esse evento trágico e questionar as ações e justificativas apresentadas, bem como os números divulgados, para que possamos trabalhar em direção a um futuro mais justo e humano, evitando a repetição de tragédias como esta.
A Omissão Estatal e o Impacto no Cenário das Penitenciárias Brasileiras
O Indulto Natalino e a Controvérsia em Relação aos PMs do Massacre do Carandiru
O ex-presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto de indulto natalino, concedendo benefícios aos 74 PMs condenados pelo Tribunal do Júri pelos homicídios ocorridos no Massacre do Carandiru.
Essa decisão reforça a ideia de que não houve abuso de poder pelos funcionários públicos e evidencia a omissão do Estado na busca por justiça contra crimes praticados contra os encarcerados.
A Contribuição da Omissão Estatal para a Criação de um “Novo Estado”
A omissão do Estado na prestação das garantias constitucionais contribuiu para a criação de um “novo Estado” dentro dos presídios e aglomerados do país.
A realidade das penitenciárias brasileiras é drasticamente diferente do que é previsto e garantido pela Constituição, com problemas como superlotação e dificuldades de reinserção social para ex-detentos.
O Aproveitamento da Brecha Social e Estatal pelo PCC
O PCC se aproveita dessa brecha social e estatal para se estabelecer dentro dos presídios, oferecendo paz por meio da violência e controlando o tráfico de drogas.
A facção criminosa também oferece apoio às famílias, contratação de advogados e proteção aos detentos, embora puna aqueles que traem seu sistema com a pena de morte, conforme mencionado em seu Estatuto.
A Necessidade de Enfrentar a Omissão Estatal e Buscar Justiça
Para romper o ciclo de violência e o domínio das facções criminosas como o PCC, é fundamental enfrentar a omissão estatal e garantir que as condições das penitenciárias sejam de acordo com o previsto na Constituição.
Somente assim será possível criar um ambiente propício à reinserção social dos detentos e buscar justiça para as vítimas de eventos trágicos, como o Massacre do Carandiru.
Desvendando os Mistérios por Trás do Massacre do Carandiru
A Insustentável Realidade e o Desejo de Mudança nas Sombras do Estado
Analisando cuidadosamente os indícios, percebe-se que a omissão do Estado em relação às condições das penitenciárias e aglomerados resulta em uma realidade insustentável para aqueles que vivem nessas circunstâncias.
A busca pela garantia de um mínimo existencial leva muitos a optarem por sistemas alternativos de apoio, como facções criminosas, tais como o PCC, cuja origem remonta ao Massacre do Carandiru.
O Surgimento do PCC e o Intrincado Labirinto do Funcionalismo Social Alternativo
Em minha investigação, descobri que o PCC e outras facções criminosas exercem um papel significativo no sistema prisional brasileiro, criando um sistema interno de controle do caos e estabelecendo um novo funcionalismo social baseado no tráfico de drogas e armas.
A adesão a essas facções, apesar de sua natureza radical, é um claro indício da gravidade da realidade social vivenciada pelos marginalizados.
A Necessidade de Autogoverno e a Revolta Silenciosa Contra o Estado
Diante da situação degradante enfrentada pelos detentos e moradores de aglomerados, emerge uma necessidade de autogoverno e uma revolta silenciosa contra o Estado.
Através de relatos externos e pesquisas empíricas, consegui compreender esse fenômeno e a busca por justiça com as próprias mãos.
Foco na Análise das Penitenciárias de São Paulo
O melhor método de investigação é concentrar-se nas penitenciárias de São Paulo, principalmente no surgimento do PCC após o Massacre do Carandiru.
Esse enfoque permite coletar dados mais concretos sobre a facção e seu surgimento, evitando a diluição dos resultados ao analisar outras facções pelo país.
O Grande Desafio do Estado em Lidar com a Realidade das Facções Criminosas e o Massacre do Carandiru
Para enfrentar a realidade das facções criminosas e a busca por justiça pelas próprias mãos, é imperativo que o Estado reconheça e lide com as falhas em seu sistema de apoio e garantia de direitos.
A solução passa por enfrentar a omissão estatal, melhorar as condições nas penitenciárias e aglomerados, e promover a reinserção social dos detentos de maneira efetiva, evitando que episódios como o Massacre do Carandiru se repitam.
O Massacre do Carandiru e a Ascensão das Facções Criminosas
Investigação Aprofundada e Fontes Criteriosas
Com olhar analítico, explorando documentários e livros aclamados pela crítica, que apresentam perspectivas imparciais e confiáveis, evitando a contaminação por informações tendenciosas ou duvidosas.
O Massacre do Carandiru, assim, é revelado como o estopim para a ascensão efetiva de uma das maiores facções dentro do mundo do crime.
O Caos Preexistente nas Penitenciárias e o Surgimento do PCC
A investigação revela que o Massacre do Carandiru foi apenas a faísca que acendeu um rastilho de pólvora, evidenciando problemas muito mais profundos e arraigados nas penitenciárias brasileiras.
A Omissão Estatal e o Descaso com os Direitos Humanos
As autoridades estatais optaram por se omitir mesmo após 10 anos do Massacre do Carandiru, perpetuando um ciclo vicioso de violação aos direitos básicos e ignorando os Direitos Humanos nos estabelecimentos prisionais.
A situação degradante e humilhante vivenciada pelos detentos, muitos ainda sem sentença, apenas reforça a urgência de mudanças no sistema carcerário brasileiro.
O Desafio de Romper o Ciclo e Resgatar a Dignidade nas Penitenciárias
Com a conclusão desta investigação, torna-se evidente que é necessário enfrentar o descaso estatal e buscar soluções para garantir a dignidade e os direitos fundamentais dos detentos.
É preciso romper o ciclo vicioso que alimenta a ascensão de facções criminosas como o PCC, evitando que tragédias como o Massacre do Carandiru se repitam no futuro.
Se a facção PCC existira sem o neocapitalismo, pode nem parecer importante para você, mas não é assim não.
O sonho do moleque de enriquecer e ostentar tem mais haver com essa teoria econômica que com as raízes da facção dentro na opressão carcerária e das periferias.
Entendendo se o PCC existira sem o neocapitalismo
O neocapitalismo e o PCC são duas coisas difíceis de entender e totalmente diferentes, né não? Não, é não!
Não teria o Primeiro Comando da Capital se não fosse o mercado globalizado, tá ligado?
É por isso que estou chegando para dar a real numa questão que parece assim ser tão complicada.
Onde o PCC nasceu? Com o Massacre Carandiru em 91,com o Comando Vermelho no Rio ou na Casa de Custória de Taubaté em 93?
Todas as respostas estão certas, mas vou te provar, mano, que o buraco é ainda mais fundo e que tem mais bagulho envolvido aí.
E só vamos entender direito quando descobrirmo se o PCC existira sem o neocapitalismo.
Foi aí na virada dos anos 90 que o mundo viu a queda do Muro de Berlim e a vitória do neocapitalismo sobre o socialismo internacional.
Mas não foi só isso, irmão. Tem o que tinha por trás disso que todo mundo tava olhando.
Essa história da queda do muro abriu as portas do Brasil pro neocapitalismo e pra globalização.
No embalo acabaram com um monte de regras de mercado e veio a privatização de serviços públicos, deixando vários irmãos desamparados e vulneráveis à criminalidade.
E foi aí que a organização criminosa Primeiro Comando da Capital entrou, irmão.
Com uma estrutura organizacional forte e bem montada, os caras ofereceram proteção e serviços pra uma galera abandonada pelo governo.
E assim, a facção PCC 1533 mostrou que conseguia controlar o comércio de drogas nas comunidades periféricas, nas prisões e até em outros países.
Tá entendo da razão que eu tô questionando você se o PCC existira sem o neocapitalismo?
Mesmo com filosofias diferentes o PCC existira sem o neocapitalismo?
Mas, peraí, isso não quer dizer que o Primeiro Comando da Capital é só uma organização criminosa, que visa lucro.
Li a reportagem mas só quero fazer uma observação que um integrante do 1533 não visa o lucro como prioridade.
Pode ter alguns na organização que visam apenas o lucro, mas eles estão com uma visão equivocada em relação a causa que é maior.
Porque a expansão do Primeiro Comando da Capital veio com muita luta ao longo desses anos.
Se fosse necessário travar outras batalhas para a continuação da filosofia do PCC eu não exitaria, mas a guerra é apenas uma consequência extrema de uma situação quando não se tem concordância….
Fica na paz
Os crias do 15 têm uma filosofia própria, baseada em ideias de solidariedade, justiça e respeito aos direitos humanos.
Eles são uma reação ao individualismo e ao egoísmo que são valores fundamentais do neocapitalismo, mano.
Enquanto a filosofia capitalista promove a competição e o lucro a qualquer custo, o PCC se preocupa com o bem-estar da comunidade e com a proteção dos mais fracos.
Mas não dá pra ficar só falando do PCC sem entender como a organização paulista nasceu, irmão.
Sê vai ver que não tem nada de sonho de riquesa na origem, o que se queria era liberdade, igualdade e justiça. Essa história do lucro e da ostentação só veio depois — muitos ainda, bravamente resistem.
PCC existira sem o neocapitalismo? organização social X empresa de sucesso
O neocapitalismo é um sistema social e econômico que privilegia os mais ricos e poderosos em detrimento dos mais pobres e vulneráveis.
Então, se queremos mesmo entender o Primeiro Comando da Capital, precisamos entender o modelo econômico e político de nosso país, irmão.
A facção PCC nasceu para tentar construir um sistema de solidariedade, justiça social e direitos humanos, e não para acumular poder e dinheiro nas mãos de poucos.
Quando isso mudou? Será que mudou?
Facção PCC: uma semente lançada em solo fértil
Não vem tirar o corpo não! Fomos nós todos que deixamos o solo fértil pras sementes que eram jogadas por Zé Márcio Felício, o Geleião do PCC.
Não sei onde cê tava e o que fazia em 90, mas enquanto isso…
Zé Márcio caminhava pelos corredores e pátios ocultos por trás das muralhas das cadeias, semeando a ideia nos corações e nas mentes dos detentos.
Quem me deu os detalhes dessa história foram: Marcio Sergio Christino, Antônio Marcos Barbosa de Quadros, e Leonardo Mèrcher Coutinho Olimpio de Melo.
Cabe ao semeador retirar as sementes do celeiro e levá-las ao campo, ou a safra não virá; mas se ele jogar no tempo certo e num solo fértil, a colheita vem, não importa quem jogou a semente ou quem botou adubo no solo.
Na parada do semeador, o nome do cara que jogou a semente nem é falado, o que vale é o trampo que ele fez.
E aí, mano, quando a gente ajuda a fertilizar o solo pras sementes do Primeiro Comando da Capital, a nossa participação é importante, mas nosso nome também não.
A gente fica na humildade, negando que o resultado da nossa participação, mas cara, no fundo tamo ligado que ajudamos também.
Cada um de nós ajudamos a construir a facção PCC, mesmo que a gente tenha só escolhido o Collor pra presidente achando que ia ser uma coisa.
Collor implantou fortaleceu a organização criminosa ao abrir os portos para o mundo e derrubar barreiras. Simples assim.
O Partido do Crime da Capital é fundado no sangue de Rato
Mano, no dia 11 de março de 1991, as sementes do PCC foram plantadas em solo fértil durante um banho de sol no presídio do Carandiru.
O PCC não brotou em 1993 lá no Piranhão e se espalhou de uma vez só, mas na real, ele já tinha começado lá atrás, mas foi nesse ano que ele se consolidou…
Naquela tarde de chuva de 93, o Rato caiu morto pelas mãos do Geleião no Piranhão, como era chamado a Casa de Custódia de Taubaté.
Gelião fundava o PCC, regando-o com o sangue do Rato, enquanto o Zé Márcio (Geleião) jogava sementes de presídio em presídio, pregando a “boa nova”.
E assim foi a fundação oficial do “Partido do Crime da Capital – PCC”, mas também se definia o método que viria a ser adotado pela organização criminosa prá poder dominar territórios: botar terror sobre as lideranças inimigas para dominar todo o grupo que eles lideram.
Morte alimentando o fim do ciclo da opressão carcerária
Eram espetáculos de morte dentro dos presídios, preso matando preso, que alimentavam nossa sede por sangue na televisão.
Os governantes e agentes públicos providenciavam tais espetáculos, mas sem saber fortaleciam a divulgação da “boa nova” de Geleião e do PCC.
O solo tava pronto, mas quem planta deve se arriscar e era hora de começar mais o show.
Zé Márcio foi escolhido e mandado pra Avaré, pra morrer, mas a história não foi fácil assim
Os administradores da prisão queriam vingança e botaram Geleião no meio dos inimigos, jogaram ele na cova dos leões.
Mas Zé Márcio não se acovardou, foi até o campo de futebol onde Zorro, líder da facção Comando Democrático da Liberdade (CDL) jogava, chutou a bola pra fora e desafiou:
O que você quer? Se quer me matar, então me mata agora, resolve aqui mesmo!
A atitude corajosa de Geleião não foi ignorada e Zorro e sua gangue CDL se converteram naquela hora para o Primeiro Comando da Capital.
E mais um campo fértil foi plantado pro PCC florescer, mas não se engane, a culpa pelas chacinas é nossa também.
Nós e as chacinas nos presídios
Todo mundo aplaudia a violência nos presídios e pedimos mais morte em segredo.
“Chacina” pode ser uma palavra popular, mas no mundo jurídico é só um jeito que descreve a violência contra um grupo de pessoas por outra que se acha superior.
Enquanto isso, os “cidadãos de bem”, podem escolher seu caminho superior ao nosso.
Mas essa liberdade tem um preço, e somos nós quem vendemos para eles as drogas que, mesmo sabendo que fazem mal, eles consomem porque é difícil resistir ao seu apelo fatal.
Mas é o livre mercado de um mundo sem fronteiras, não era isso que queriam? Então, enquanto se achavam mais inteligentes, foram os PCCs que dominaram o mercado.
E o mercado negro de drogas tá aí, é poderoso e influente.
A semente foi plantada, o PCC cresceu e se consolidou nos presídios, mas quem deu as sementes que jogou Zé Márcio em Avaré nunca vai assumir sua culpa.
E nós, que negamos nossa participação nas chacinas, também temos nossa parte obscura.
E aí a gente se pergunta: onde foi que erramos, como chegamos aqui?
É só lembrar como tudo isso começou, com a ganância de uns e o sofrimento de outros.
Será que alguém quer o fim da opressão carcerária, e um mundo mais justo e mais humano, enfim?
Será que o Primeiro Comando da Capital esqueceu suas origens se curvando para o lucro prometido pelo neocapitalismo das fronteiras abertas?
O ex-irmão do 31 afirma que não, que continuam fiéis, mas o que eu vejo, é cada vez mais é o sonho por riqueza, poder e ostentação predominar.