FACÇÃO PCC COLÔMBIA — ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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Últimas notícias sobre a facção PCC 1533 na Colômbia

29 de junho de 2021

Bozidar Kapetanovic era um dos contatos do Primeiro Comando da Capital com a máfia sérvia do clã formado por ex-militares sérvios e comandado por Darko Šarić.

Até 2009 o grupo mandava embarcava as drogas para a Europa compradas por eles na Colômbia, Bolívia e no Paraguai através dos portos da Colômbia, Argentina e do Uruguai, mas o esquema foi descoberto e a liderança foi presa durante a Operação Brabo.

Em 2016, o Clã Šarić caiu novamente, mas utilizando vários outros portos, mas principalmente o porto de Santos, onde atuava em parceria com a facção PCC que se responsabilizava com o transporte da carga da origem até a boca do embarque.

Bozidar está preso desde então, mas seu advogado tenta anular sua condenação a 23 anos e 6 meses de prisão alegando que ele teve seu direito de defesa prejudicado pelo juiz não respeitou a ordem de apresentação dos recursos.

O Ministério Público tenta barrar a anulação alegando que só seria válida se Bozidar tivesse sido elencado como “réu colaborador”. — site do Dr. Aroldo Murá

28 de junho de 2021

O Primeiro Comando da Capital tem passado por um período de desarticulação que pode estar dificultando seus planos para entrar com mais força na Colômbia.

Já estando em Putumayo e no Amazonas colombiano, principalmente em Leticia e Puerto Nariño, fazendo negócios com Exército de Libertação Nacional (ELN) e a Segunda Marquetália formada por dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Com o enfraquecimento da Família do Norte (FDN) passa disputar com o Comando Vermelho (CV) a alianças com Gentil Duarte para permitir o uso a passagem por Guaviare e Vichada.

Se dominar o Amazonas colombiano terá acesso a corredores estratégicos que ligam as plantações maconha no Peru e na região de Cauca, aos laboratórios de produção e em Baixo Putumayo do cartel Jalisco Nueva Generación e do Segundo Marquetalia. — Karen Vanessa Quintero para o Diario Criterio

26 de junho de 2021

Os cartéis mexicanos de Sinaloa e Jalisco Nueva Generación e seus aliados equatorianos Los Choneros e Los Lagartos estão atentos ao crescimento do Primeiro Comando da Capital na região de Putumayo na Colômbia.

A facção PCC já teria negócios na região putumayensis com o Exército de Libertação Nacional (ELN) e a Segunda Marquetália formada por dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Hoje a Rota do Solimões é utilizada pela facção paulista para suprir o mercado de drogas e armas vindas da Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia, a região Norte do Brasil e parcialmente as regiões Centro-Oeste e Nordeste, além da Europa.

O temor dos cartéis internacionais é que a organização paulista tente chegar ao oceano Pacífico e utilizar os portos do Equador para expandir seus negócios para a Ásia — hoje o PCC abastece parte desse mercado através de suas parcerias na África.

Essa disputa já teria causado confrontos entre os grupos pelo controle das rotas do narcotráfico no Equador, especialmente nos portos de Guayaquil, em Guayas, e Puerto Bolívar, em El Oro e dentro dos presídios de Guayaquil, Latacunga e Cuenca. — primicias.ec

24 de junho de 2021

Através da organização criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital a família mafiosa italiana ‘Ndrangheta unificou a rota de distribuição de drogas do Cone Sul para a Europa.

“Os corretores da máfia são tão poderosos que lidam diretamente com o PCC. Traficando da Colômbia, da Bolívia e do Peru, passando pelo Paraguai como rota de trânsito.” — Zully Rolón, ministro da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai

A parceria entre as duas organizações criminosas possibilitou que a ‘Ndrangheta passasse a hegemonia do tráfico de drogas da América para a Europa com o dominando 80% do fluxo.

A droga saída da BolíviaPeru e Colômbia, chega no Paraguai e é colocado em containers que seguem por via terrestre ou fluvial/marítima para portos na Argentina (Buenos Aires), Uruguai (Montevidéu) e Brasil (Santos e Paranaguá) e desses para os portos europeus. — Última Hora

14 de maio de 2021

Jesús Einar Lima Lobo líder do clã Família Lima Lobo

Há quase 30 anos o clã da Família Lima Lobo de San Joaquín no norte da Bolívia abastecendo a facção brasileira Primeiro Comando da Capital e a organização colombiana Cartel de Cali — o clã conta com um sistema de distribuição própria por via aérea, fluvial e terrestre. Jesús Einar Lima Lobo o líder do clã boliviano foi extraditado para o Brasil, onde as autoridades pretendem descobrir mais sobre outros envolvidos nessa teia. — Parker Asmann site InSight Crime

12 de maio de 2021

Pobre fuma maconha, playboy colombinha, colom, cripa ou creepy

Enquanto a maconha está sendo vendida a 5 pratas a grama, a colombiana, mais forte, pura e potente, não sai por menos de 20. O Primeiro Comando da Capital se interessou pelo produto em 2014, quando começou a trazer lotes maiores para o sudeste.

“Achei o cheiro bom, bem melhor que do tradicional, e peguei um grama para experimentar. Adorei e hoje confesso que nem fumo mais do prensado”

Esse produto seria uma opção intermediária entre o skunk e a maconha prensada normal, e pelo alto valor, a facção optou por não transportar cargas grandes para dificultar a ação da polícia e não ter grandes prejuízos em caso de interceptação.

As equipes que fazem a importação, em geral são aquelas que atuam no tráfico de cocaína e não de maconha, apesar de ser oferecida no varejo pelos mesmos vendedores.

A colombiana entra no Brasil por outras rotas utilizadas pelo narcotráfico para trazer cocaína. Uma sai da Colômbia, passa pela Venezuela e entra no Brasil pela fronteira com Roraima. Outra desce em direção ao Peru e Bolívia e entra em território brasileiro pelos estados do Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A partir daí, é distribuída nacionalmente por quadrilhas associadas a diversas facções criminosas, principalmente o PCC, que domina o tráfico de drogas em São Paulo. — Airuri Rebelo e Santiago Torrado para o El País

24 de junho de 2020

Só a FARC supera o Primeiro Comando da Capital como força de oposição ao Estado

19 de junho de 2020

arte sobre print do site do insight crime
O tráfico de drogas e as organizações criminosas em tempos de covid-19

Tráfico de drogas no Brasil e no mundo durante a pandemia do covid-19
Rícard Wagner Rizzi – faccaopcc1533primeirocomandodacapital.org
→ Brasil — Paraguai — Colômbia — México —Itália — Bolívia — Espanha — Holanda — Peru
→ Tráfico Transnacional

Os repórteres da OCCRP descobriram que a indústria de cocaína do mundo – que produz cerca de 2.000 toneladas por ano e produz dezenas de bilhões de dólares — se adaptou melhor do que muitas outras empresas legítimas. A indústria se beneficiou dos enormes estoques de drogas e insumos que havia antes da pandemia e de sua ampla variedade de métodos de contrabando. Os preços de rua em toda a Europa aumentaram em até 30%, mas não está claro quanto disso se deve a problemas de distribuição e quanto às quadrilhas de traficantes que tiram proveito dos clientes locais.

O que está claro é que a cocaína continuou a fluir da América do Sul para a Europa e a América do Norte. As rotas de tráfico fechadas foram substituídas por novas e as vendas nas ruas e eventos foram substituídas por entregas de porta em porta.

20 de fevereiro de 2019

"Mapa Mundi" com o caminho percorrido pelas drogas da América para a Europa sob o texto "PCC e 'ndrangheta, o relacionamento começou nos anos 90".
Facção PCC 1533 e o cartel italiano ‘ndrangheta

Há mais de duas décadas o PCC e a ‘ndrangheta atuam juntas
Il Dispaccio → Redação
→ Itália — Colômbia — Brasil
→ Tráfico internacional

O artigo do periódico italiano traça o caminho da droga da Colômbia à Europa e à Africa, e cita a antiga aliança da facção brasileira Primeiro Comando da Capital e o cartel italiano ‘ndrangheta:

Uma investigação histórica do Ministério Público de Milão, chamada ‘Fortaleza’, demonstra que, no início dos anos 90, Rocco Morabito, conhecido como U’Tamunga, organizou o transporte de centenas de quilos de cocaína do Brasil para a Europa. Para ajudá-lo, o jordaniano Waleed Issa Khamays, uma peça importante no tabuleiro de xadrez do narcotráfico, facilitou o contato direto com o mais poderoso grupo criminoso do Brasil, o Primeiro Comando Capital. Desde a década de 90 até hoje, Khamays nunca interrompeu as relações com a ‘ndrangheta.

11 de fevereiro de 2019

Foto com uma tonelada de maconha apreendida em Bogotá e o texto "A FDN e a Rota Venezuelana"
FDN perde uma tonelada de drogas na Colômbia

FDN busca rota alternativa ao Solimões
El Espectador → Elaboração Judicial
→ Amazonas — Colômbia — Venezuela
→ Guerra entre facções — Crimes transnacionais — Tráfico de drogas

Com a apreensão de uma tonelada de maconha em Bogotá da facção Família do Norte (FDN), as autoridades colombianas divulgaram o resultado de suas investigações desvendando uma nova rota de entrada de drogas pelo norte do Brasil passando pela Venezuela .

O esquema foi descoberto quase por acaso. Os FDNs entraram como turistas para visitar a feira de Cali, mas chamaram a atenção por “sua aparência de gângster”: se hospedarem em hotel de alto luxo e contratar prostitutas.

Segundo o que foi apurado pelas autoridades, Gelson Carnaúba (Mano G) da FDN teria enviado os três integrantes ao departamento de Cauca para negociar uma nova rota permanente de drogas que partiriam da da Zona Sul de Bogotá para Vilavicencio, de lá para Pueto Gaitán, seguindo daí pelo rio Meta até Puerto Carreño no departamento de Vichada, e de lá entraria na Venezuela pelo rio Orinoco para só então seguirem para o Brasil.

A negociação da Família do Norte se deu com o Orejas, um dos líderes da organização criminosa Los Pelusos de Corinto que está disputando com os resistentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) o comércio das drogas.

Bons tempos em que a Rota do Solimões era um caminho seguro para a importação de drogas por parte da Família do Norte. O Primeiro Comando da Capital investiu pesado em acordos com os piratas que atuam naquela área e enviou pessoal próprio para dificultar o acesso da facção inimiga, que agora procura caminhos alternativos.

11 de janeiro de 2019

Tríplice fronteira PCC CV Hezbollah

Explicando em detalhes o tráfico internacional da Tríplice Fronteira
hoy.com → Infobae
→ Paraguai – Colômbia –Bolívia – Peru – São Paulo
→ Crimes Transnacionais

“Não há relação, como se diz, entre o Hezbollah e o cartel brasileiro do PCC. Não há relação entre o Hezbollah e o crime organizado aqui. Eles nunca apresentaram uma única prova de tudo isso “, diz Fahd Jamil Georges.

O jornalista Galeb Moussa também afirma que é difícil acreditar que o Hezbollah tenha ligação com o tráfico e as facções criminosas, pela natureza do movimento religioso radical, que preza acima de tudo a ética.

“Só pensando que eles podem aceitar dinheiro que vem do ilegal, como eles também os acusaram com a questão do tráfico de drogas e todo esse tipo de problemas, eu percebo imediatamente que é uma mentira, porque eles cuidam do extremo o que é legal em todos os sentidos, desde comida lícita a dinheiro lícito até ações legais, eles têm uma ética moral, tanto militar quanto pessoalmente, impecável.”

No entanto, a reportagem da Infobae traça um histórico do envolvimento das facções brasileiras nos crimes transnacionais a partir do Paraguai e os depoimentos de autoridades que apontam no efetivo envolvimento do PCC com o grupo criminoso Hezbollah e a distribuição de drogas pela Europa e Ásia.

14 de maio de 2018

Rota do Solimões cairá nas mãos do PCC 1533

O fim da aliança Comando Vermelho e Família do Norte 
Leandro Prazeres → UOL Notícias
Guerra entre facções — Tráfico internacional

Com o fim da aliança entre as facções Família do Norte (FDN) e Comando Vermelho (CV) as forças públicas temem que não exista mais barreiras para a hegemonia nacional do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A facção paulista já havia dominado a Rota Caipira controlando a entrada das drogas e armas provenientes da Bolívia e do Paraguai, agora com a quebra da aliança entre seus inimigos do Norte há a possibilidade de fechar a Rota do Solimões, impedindo a compra pelo CV e FDN dos entorpecentes vindos do Peru e da Colômbia.

A guerra entre as facções no Acre e em Roraima, que estavam equilibradas entre PCC B13 e grupos locais, contra o CV FDN, deverá sofrer reformulação de estrategias com um possível fortalecimento da aliança paulista.

26 de fevereiro de 2018

PCC impede que a maconha chegue ao norte
Leandro Prazeres → UOL Notícias
Guerra entre Facções — Tráfico Internacional
A rota do Paraguai foi dominada pelo Primeiro Comando da Capital, os inimigos Comando Vermelho CV e Família do Norte FDN, para não ficar sem a verdinha criou uma rota alternativa. Agora a maconha desce pelos rios Japurá, Içá e Negro.

A Colômbia está com excesso de produção, pois 29 estados dos Estados Unidos legalizaram o uso, quebrando o negócio dos traficantes, agora eles acharam um destino para o produto. Por enquanto, mas a qualidade do produto é pior e o preço chega a ser oito vezes maior que o produzido no Paraguai que está nas mãos do 1533.

30 de janeiro de 2018

PCC é citado em matéria sobre atentados na Colômbia e no Equador
reportagem do site El Pais
reportagem ABC Color
Organização Criminosa — Atentado
O PCC e as FARC não tiveram nada a ver com os ataques, no entanto, o jornal El País faz uma análise da situação latino-americana, apontando dois quadros diferentes que poderia vir a ser seguido pelo Ejército de Liberación Nacional (ELN), o que o Brasil seguiu com guerra entre as facções e o Colombiano com a transformação da facção em partido político. Já o site ABC color alerta para o perigo da volta do “dragão do narco terrorismo”.

10 de janeiro de 2018

Rádio Colombiana faz uma análise sobre o PCC 1533

Organização Criminosa – Tráfico Internacional de Drogas
Os números estão crescendo se torna um problema regional. O que é importante é que esses problemas regionais? Que os Estados envolvidos reconhecê-lo e trabalhar em conjunto, caso contrário, eles vão para encontrar o apoio de um estado vizinho, que não faz luta, eles vão ficar fora de controle.

29 de novembro de 2017

Os cigarros ilegais estão na mira de negócios do PCC

Organização Criminosa
“[…] O comércio ilegal de cigarros ajudou cartéis de drogas como as FARC da Colômbia a lavar faturamento da venda de cocaína e, de acordo com oficiais da Polícia Federal do Brasil […] está crescentemente chamando a atenção e o envolvimento do grupo criminoso brasileiro Primeiro Comando da Capital (PCC) […]”.

18 de outubro de 2017

CEU das Artes como forma de se contrapor ao crime organizado
aconteceuemitu.org
Combate à Facção
Pesquisadores avaliam que o projeto de integração entre o governo e a comunidade foi essencial para a queda da taxa de homicídio nas cidades de São Paulo e Medelim.

27 de setembro de 2017

Brasil: De mañana, el Ejército pero de noche, los narcos

Economis

“Há indícios de que o PCC (Primeiro Comando da Capital), que sempre foi vinculado às FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), hoje também se une à máfia italiana. Isso revela que estamos em outro nível de crime organizado em torno do tráfico de drogas e armas no Brasil, com crescente participação do PCC. (…)”

22 de setembro de 2017

El Río Amazonas: la ruta de la droga

Tráfico de Drogas – Conclusion

A mesma estratégia utilizada pelo terrorismo islâmico e cartéis mexicanos mudou-se para o norte do Brasil e revela o nível de impunidade de que gozam essas organizações criminosas PCC, CV, e FDN.

14 de setembro

PCC 1533 — Dados confiáveis em espanhol e inglês

Crime Organizado – Combate à Facção – Aconteceu em Itu

A organização InSight Crime possui um banco de dados com notícias referentes a facção criminosa paulista em dois idiomas: espanhol e inglês.

13 de setembro de 2017

‘Chapado’ do PCC é preso preventivamente; no celular dele, policiais encontram fotos com fuzis

Colômbia – Guiana – Combate à Facção – Tráfico Internacional de Drogas – Roraima em Tempo

Ele é conhecido como “Boladão” ou “Chapado” e pertence ao Primeiro Comando da Capital em Roraima mantendo contato com os grupos criminosos da Colômbia e da Guiana, e foi preso depois de uma operação envolvendo diversas agências de segurança.

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