Pará — PCC 1533 PA

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Últimas notícias da facção paulista e seus aliados no estado.

30 de julho de 2019

Mau cheiro, urubus, 16 cabeças cortadas e 41 corpos carbonizados… foi essa a cena que o repórter Fabiano Maisonnave da FolhaPress encontrou enquanto andava entre mulheres, crianças e idosos chorando em desespero.

Dois grupos, no entanto, cantavam vitória:

  • os integrantes das redes sociais bolsonaristas festejavam mais um massacre dentro dos presídios e, ensandecidos, pediam mais cenas como essa. Que Satanás receba pessoalmente a todos estes no inferno; e

Não houve comemorações entre os PCCs, apesar de eles terem avançado em direção à hegemonia criminosa com a morte dos líderes do Comando Vermelho (CV) dentro da instalação prisional no Pará — os parentes dos mortos devem ser respeitados, o que a corja bolsonarista parece não ter percebido.

Se os para os insanos foi uma “grande vitória”, para os garotos do PCC CCA e todas as dezenas de facções aliadas pelos diversos estados e países foi só mais um dia em que se caminhou sobre sangue em direção à Paz, à Justiça, à Liberdade, à Igualdade e à União dentro do sistema.

Sérgio Moro já havia mandado 50 para os presídios federais, e o resultado está aí, não dá mais para esconder. Agora diz que mandará mais 50 e colocará alguns membros da Força Nacional para apoiar as autoridades locais.

Apenas os ensandecidos apoiadores desse desgoverno podem acreditar na eficácia dessa ação que, ao optar pelo uso da “Força de Segurança” e os “Presídios Federais” do garoto mimado que dirige o Ministério da Justiça, não impedirá o que está por vir:

  • cenas de vingança em diversos outros pontos do país por parte do Comando Vermelho e dos seus aliados até que um novo ponto de equilíbrio seja alcançado; ou
  • com PCC CCA garantindo a hegemonia dentro do sistema e eliminando as resistências fora das muralhas, se estabeleça a paz e o fluxo. Nesse caso, os índices de homicídios caem, como aconteceu em São Paulo e outros estados pacificados.

O Primeiro Comando da Capital foi gestado no sangue dos prisioneiros mortos nas décadas de 1980 e 1990 nas superlotadas cadeias públicas, nasceu banhado no sangue de 111 prisioneiros, derramado pela Polícia Militar de São Paulo no Carandiru, e se fortaleceu no sangue de milhares de mortos por inimigos e policiais todos os dias nas comunidades.

Só se lamenta o choro das mães e das crianças dos que morreram em Altamira, mas o certo pelo certo. Um dia haverá Paz, Justiça, Liberdade, Igualdade e União para todos.

9 de outubro de 2018

Jholzerf Willian Farias da Silva PCC do Pará


Jholzinho foi morto em frente a sua casa
Correio de Carajás → Redação
→ Guerra entre Facções

Os inimigos do Comando Vermelho teriam roubado um taxe e o usaram para chegar de surpresa e matá-lo no Bairro Marabá Pioneira, os facciosos do Pará estão enfrentando dois problemas: os inimigos e a falta de fortalecimento pela facção.

6 de outubro de 2018

Rasgou a camisa do CV entrou no pcc e morreu


Rasgou a camisa do CV e foi morto
Maringá Post → Walter Tele
→ Sistema Carcerário → Guerra entre Facções

Wanderson Ferreira da Silva gravou um vídeo rasgando a camisa do Comando Vermelho e falando que a facção não estava trabalhando pelo fortalecimento, passou uns dias e foi encontrado enforcado na cela no Centro de Recuperação Regional Agrícola Mariano Antunes em Marabá.

30 de maio de 2018

PCC na periferia de Belém do Pará.jpg

A situação em Belém é cabulosa 
Luís Adorno e Kleyton Amorim → UOL Notícias
Combate à facção — Corrupção Policial — Violência Policial — Organização Criminosa

Segundo a Polícia Civil, há cinco facções criminosas em Belém e que atuam justamente nos bairros mais pobres: o CV (que se aliou a pequenas facções existentes há anos no Pará), a FDN (Família do Norte), a PGN (Primeira Guerrilha do Norte), o PCC (Primeiro Comando da Capital), e o CCA (Comando Classe A). E na guerra entre facções, milícias e polícia, cidadãos estão morrendo aos montes.

14 de maio de 2018

Belém do Pará

Grupos de extermínio legitimam ação das facções
Arthur Stabile e Maria Teresa Cruz → Ponte
Pará — Assassinato — Combate à facção

Quase uma centena de jovens vêm sendo assassinados nas periferias de Belém, possivelmente por grupos de extermínio ligados à polícia. Essas ações acabam legitimando a ação das milícias que disputam o tráfico de drogas com a PGN (Primeira Guerrilha do Norte).

“Estamos entrando em um clima de pânico generalizado e da própria polícia.” A onda de matança que atinge os corpos consideráveis “matáveis, pessoas que não vão falar muito por eles, normalmente em bairros mais pobres”, como afirma a tenente-coronel da reserva da PM paraense, Cristiane do Socorro Loureiro.

Segundo o pesquisador Aiala Colares afirmou ao Ponte Jornalismo a “rota do pó” que passa pelo Pará, oferece vantagem aos parceiros, pelo custo operacional ser mais baixo do que a dominada pelo PCC, que comanda hoje rotas que passam pelo Paraguai, Mato Grosso e Bolívia. “O Pará acabou se tornando um importante nó na rota da cocaína do Comando Vermelho, que vem de Manaus e escoa, em grande parte, para o Sudeste do país”. Em 2014, o PCC chegou a Belém para fazer uma articulação com um grupo ligado ao tráfico de drogas em Terra Firme, na capital paraense. Mas a estratégia não vingou. “Quando se deflagra o conflito entre a FDN e PCC nos presídios, os grupos de tráfico de Belém acharam mais interessante se aproximar do CV porque a cocaína passa por Manaus e acaba sendo vantajoso em termos de custo”.

10 de maio de 2018

Garoto no chão

Quando a polícia passa a ser o problema
Bruno Paes Manso → G1
Violência Policial

Veja como são as coisas, enquanto em alguns estados o pessoal tem dúvidas se o PCC foi o responsável dela queda dos homicídios, em outros se tem certeza que a polícia é que foi a responsável pelo aumento da violência — não reclamem comigo, quem afirma é a Globo…

A escalada mais impressionante ocorreu no Amapá, estado que ocupa o primeiro lugar no ranking brasileiro. Eram quatro casos de mortes por intervenção em 2013, que se multiplicaram por 16, alcançando 66 ocorrências no ano passado.

Em todas as polícias do mundo, no entanto, essas mortes por intervenção são sinônimo de falta de comando e de treinamento dos policiais para agir de forma inteligente e coordenada.

Como resultado, os mesmos estados que testemunharam crescimento generalizado dos homicídios nos últimos anos também aumentaram as taxas de mortes produzidas por intervenção policial. São exemplos o Acre e o Pará, empatados na terceira colocação de violência policial, com 4,5 mortos por 100 mil habitantes.

11 de abril de 2018

21 Mortos em tentativa de fuga
Roberta Paraense → Estadão
Sistema Prisional

Não é bem por aí Ezequiel Sarges, a sociedade perdeu mais um para o sistema que criou, não funciona e quer que fique ainda maior. Leia tu mesmo suas palavras:

As condições da prisão são “péssimas” e “inaceitáveis” para um presídio de segurança máxima, denuncia Ezequiel Sarges.

Não tem como haver recuperação e controle em um ambiente preparado para receber 660 homens e colocar 1.092. Daí vem político que diz que tem que ser assim mesmo, mas ele mora em Brasília e os filhos deles não são Agentes Penitenciários — assim é fácil.

O resultado está aí 1 Aspen, 5 detentos, e 15 suspeitos de tentarem o resgate, mortos.

“Têm vídeos que mostram a crueldade da polícia. Alguns estavam apenas feridos e eles os mataram”, denuncia uma testemunha.

6 de outubro de 2017

Mesmo com acentuada desvalorização, Polícia Civil captura mais de 140 criminosos.
sinpolma.org.br
Combate à Facção
As explosões bancárias em um “cinturão” envolvendo o Tocantins, Pará, Piauí e parte do Maranhão têm vínculo com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).