PCC decapita CV: quase dois anos depois a polícia divulga a foto

Neste texto, o terrível assassinato em que o PCC decapita CV é detalhado, e quase dois anos após o crime, a polícia divulga a foto do suspeito, revelando a brutalidade das facções criminosas.

PCC decapita CV: Explore este texto e descubra a brutalidade da guerra entre facções criminosas Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho em um relato chocante.

Integrante do Comando Vermelho no Tribunal do Crime

O caso perturbador envolvendo o Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) e o Comando Vermelho (CV). Weberth, conhecido como Zóio, um integrante da facção PCC, está sendo procurado pela polícia por decapitar um rival com uma tesoura.

Randerson, era integrante da facção carioca CV e teve sua cabeça cortada em um ato brutal. A cabeça foi encontrada em uma praça no bairro Jardim Santa Lúcia, em Águas Lindas em Goiás, a 48km de onde ocorreu a execução.

No fatídico dia, Zóio e dois cúmplices conduziram Randerson a uma casa na QI 22 do Setor de Indústrias de Ceilândia, onde ocorreu o sinistro julgamento virtual pelos membros do PCC que durou cerca de 10 horas e da qual participaram cerca de 100 faccionários, sendo que a maioria votou pela execução de Randerson, que foi então brutalmente morto, decapitado, e teve seu corpo abandonado na região, como um aviso sombrio aos demais.

Integrante do PCC decapita CV após julgamento

O paraense Randerson, era um membro batizado no Comando Vermelho, facção carioca nascida em 1979 no Presídio da Ilha Grande em Angra dos Reis. Ele é acusado de matar e decapitar um rival da facção paulista em maio de 2016 e, como num conto de horror, ele havia sido capturado e aprisionado pela polícia, apenas para ser libertado um mês antes de ser morto de forma macabra pelas mãos da facção inimiga.

O PCC filmou a execução com espancamento e pauladas, e a decapitação com golpes de tesoura e facão. No vídeo, um dos executores desafiava Randerson:

Gosta de matar irmão do PCC? Então, mata. Vem com nós, desgrama, que nós faz é assim!

Dois dias após o crime, a polícia encontrou seu corpo e localizou um dos integrantes do PCC envolvido na execução em Águas Lindas.

A polícia prendeu um dos suspeitos de matar o faccioso carioca, já o outro atirou contra uma viatura policial e foi morto, sendo que a arma usada por ele pertencia à Polícia Militar do Distrito Federal. Agora falta um dos executores, Weberth, o Zóio.

Passados 1 ano e 10 meses, a polícia distribui a foto do procurado do homem que já havia sido preso em julho de 2022 pela Polícia Civil de Goiás dentro de um ônibus, em Araguari em Minas Gerais, enquanto se preparava para fugir para São Paulo, na época ele era procurado por armar uma emboscada e assassinar outro integrante do Comando Vermelho chamado Geovane.

PCC e os Pés de Pato: Zona Sul de São Paulo e o mundo do crime

A disputa territorial entre a facção PCC e os Pés de Pato em São Paulo, abordando a origem dos grupos, a recente prisão de um suspeito e a evolução dessa rivalidade.

PCC e os Pés de Pato: a disputa entre esses grupos em São Paulo. Descubra os detalhes do retorno do inferno às periferias de São Paulo e a prisão de Jeta, um integrante do Primeiro Comando da Capital que teria matado criminosos da milícia dos Pés de Pato.

Se você está interessado em entender as dinâmicas do crime organizado em São Paulo, esta matéria é para você. Deixe suas impressões nos comentários e curta para apoiar nosso trabalho. Para uma discussão mais aprofundada, junte-se ao nosso grupo de WhatsApp e siga-nos nas redes sociais.

Jeta e a disputa entre o PCC e os Pés de Pato

Pesquisando sobre o Primeiro Comando da Capital e os Pés de Pato, deparei-me com informações intrigantes que desejo compartilhar contigo. O domínio da zona sul de São Paulo está em disputa disputa entre a facção PCC 1533 e a milícia Pés de Pato.

A facção PCC é ser a mais poderosa organização criminosa da América do Sul. Por outro lado, os Pés de Pato, é uma milícia que surgiu nos anos 90, e foca em atividades como distribuição de gás, fornecimento de água e TV a cabo clandestina, conhecida como gato net, e servem de matadores de aluguel para pequenos comerciantes.

Ontem, segunda-feira dia 24, a Polícia Civil prendeu Jeta, um integrante do PCC que é investigado por diversos homicídios, muitos alguns deles de possíveis membros do grupo miliciano Pés de Pato.

Essa prisão ocorreu no bairro Jardim Macedônia, onde ele foi encontrado com arma e drogas. Desde o ano passado, a polícia investiga uma série de assassinatos relacionados à disputa territorial entre os dois grupos criminosos nos bairros Campo Limpo, Parque Arariba, Capão Redondo e Jardim São Luís.

A origem dos Pés de Pato

A alcunha “Pé de Pato” tem origem em Francisco Vital da Silva, o notório Chico Pé de Pato, um dos mais brutais “justiceiros” de São Paulo, que tirou a vida de mais de 50 pessoas nos anos 80.

No início, os milicianos dos Pés de Pato instauraram um regime de medo e opressão, impondo à população “taxas de segurança” e, mais tarde, cobram por serviços como eletricidade e o “gatonet”.

Esses vigilantes impiedosos não apenas eliminavam indivíduos envolvidos em pequenos delitos, mas também perseguem grupos de jovens que consideravam uma ameaça em potencial ou que se dispõe questionar sua autoridade.

Pés de Pato em Xeque

Após a fação PCC se consolidar como uma força dominante no início dos anos 2000, a opressão dos Pés de Pato quase desapareceu. No entanto, com o avanço do bolsonarismo e o apoio de forças paralelas de segurança, esses justiceiros ressurgiram das cinzas, prontos para retomar seu lugar na disputa pelo poder.

Espero que essas informações lançam luz sobre os eventos obscuros envolvendo o PCC e os Pés de Pato, e mal posso esperar para discutir mais detalhes em breve.

Análise da AI sobre o texto: PCC e os Pés de Pato: Zona Sul de São Paulo e o mundo do crime

Teses defendidas no artigo

  1. Disputa Territorial: Uma das principais teses é que a Zona Sul de São Paulo é palco de uma disputa territorial entre o PCC e os Pés de Pato.
  2. Natureza Distinta das Organizações: Outra tese é que o PCC e os Pés de Pato têm origens e atividades fundamentalmente diferentes: o PCC é descrito como uma facção criminosa de grande alcance, enquanto os Pés de Pato são uma milícia com atividades mais locais.
  3. Mudança de Poder com o Tempo: A dinâmica entre esses grupos não é estática, mas sim influenciada por mudanças políticas e sociais, como o avanço do bolsonarismo, que teria contribuído para o ressurgimento dos Pés de Pato.
  4. Opressão e Controle Comunitário: A tese de que os Pés de Pato exercem uma forma de “justiça” vigilante e opressiva sobre a comunidade também é claramente defendida.

O autor defende teses relacionadas à disputa territorial, às atividades e à natureza desses grupos, bem como ao impacto das mudanças políticas no seu poder e influência. Além disso, o texto apresenta uma série de fatos concretos que servem para embasar essas teses.

Contra-argumentos para as teses apresentadas:
Tese 1: Disputa Territorial na Zona Sul de São Paulo

Contra-argumento: A tese de que a Zona Sul de São Paulo é um território especialmente disputado por esses grupos pode ignorar outras regiões onde a influência do PCC e dos Pés de Pato também é significativa. Ou seja, focar apenas na Zona Sul pode levar a uma compreensão limitada do alcance territorial dessas organizações.

Tese 2: Natureza Distinta das Organizações

Contra-argumento: Enquanto o texto sugere que o PCC e os Pés de Pato são fundamentalmente diferentes em suas atividades e alcance, poderia-se argumentar que ambos são frutos de um mesmo ambiente social e econômico. Eles poderiam ser vistos como duas faces da mesma moeda, adaptando-se às oportunidades e necessidades locais para ganhar poder.

Tese 3: Mudança de Poder com o Tempo

Contra-argumento: Atribuir o ressurgimento dos Pés de Pato unicamente ao avanço do bolsonarismo pode ser redutivo. Vários outros fatores, como mudanças econômicas, falhas no sistema de segurança pública, ou mesmo a própria dinâmica interna desses grupos, poderiam igualmente contribuir para tais mudanças no equilíbrio de poder.

Tese 4: Opressão e Controle Comunitário pelos Pés de Pato

Contra-argumento: O texto descreve os Pés de Pato como opressores que impõem um regime de medo na comunidade. No entanto, essa visão pode ser problemática ao não considerar que, em algumas circunstâncias, essas milícias podem ser vistas por parte da população como um “mal necessário” que traz alguma forma de ordem a áreas negligenciadas pelo Estado.

Note que os contra-argumentos aqui apresentados não necessariamente invalidam as teses do autor, mas sim oferecem outras perspectivas que poderiam ser exploradas para um entendimento mais nuanciado do tema.

Crítica e Análise do artigo por área de conhecimento:
Histórico

A tese que situa a origem dos grupos PCC e Pés de Pato em décadas específicas pode ser questionada historicamente. Tais organizações não surgem do vácuo; elas são resultado de processos históricos mais amplos, como a urbanização desenfreada, a migração interna e a desigualdade socioeconômica. Ignorar esses fatores é negligenciar o contexto histórico mais amplo que permitiu o surgimento e fortalecimento desses grupos.

Sociológico

O texto foca muito na ação dos indivíduos (como Jeta ou Chico Pé de Pato) e menos nas estruturas sociais que permitem a existência dessas organizações. A tese da “disputa territorial” pode ser enriquecida ao se considerar o papel de instituições falhas ou ausentes, como educação e segurança pública, que criam o vácuo de poder preenchido por essas facções. A sociologia poderia questionar se esses grupos são sintomas de uma sociedade que não consegue fornecer igualdade de oportunidades para todos.

Antropológico

O texto carece de uma análise das “subculturas” dessas organizações. O que leva pessoas a se juntarem ao PCC ou aos Pés de Pato? Existe um sistema de crenças ou valores compartilhados? A antropologia poderia fornecer insights sobre como essas organizações dão sentido à vida de seus membros e como isso se relaciona com a cultura brasileira mais ampla.

Filosófico

A tese que descreve os Pés de Pato como “justiceiros” levanta questões filosóficas sobre a natureza da justiça e da moralidade. Quem tem o direito de administrar a justiça e com base em quais princípios éticos? A ideia de “justiceiros” pode ser interpretada como uma resposta falha a uma ausência estatal, mas também levanta a questão filosófica sobre se o “fim justifica os meios”.

Psicológico

O texto menciona brevemente que os Pés de Pato são “matadores de aluguel para pequenos comerciantes”, o que levanta questões psicológicas interessantes. Como as pessoas justificam para si mesmas o recurso a tais medidas extremas? Isso poderia ser explorado para entender melhor a psicologia do medo e da insegurança que permeia essas comunidades.

Segurança Pública

O texto parece subestimar a complexidade do papel que as instituições de segurança pública desempenham em relação aos grupos criminosos citados. Ele se concentra na captura de um único indivíduo (Jeta) sem abordar o papel sistêmico da polícia e outros órgãos de segurança. Esta visão reducionista pode levar à crença de que a captura de indivíduos de alto perfil é suficiente para resolver o problema, ignorando questões mais profundas como corrupção, falta de recursos e estratégias ineficazes de policiamento.

Jurídico

O texto menciona a prisão de Jeta sem se aprofundar nas implicações legais ou no devido processo. Isso pode perpetuar a noção de que a justiça é uma questão de “captura e encarceramento”, ignorando elementos fundamentais do sistema jurídico, como o direito a um julgamento justo. Também não aborda questões de legalidade em relação às atividades dos Pés de Pato, especialmente no que se refere à extorsão e fornecimento de serviços ilegais.

Criminológico

O texto pode beneficiar-se de uma análise criminológica que explore os fatores subjacentes que levam ao crime organizado. Ao focar apenas nos atos violentos, perde-se a oportunidade de discutir as condições sociais, econômicas e até psicológicas que levam à formação e perpetuação desses grupos. Além disso, um olhar criminológico poderia avaliar a eficácia de diferentes estratégias de combate ao crime organizado.

Estratégico

O texto não oferece qualquer análise estratégica sobre como os grupos criminosos operam ou como poderiam ser mais eficazmente combatidos. Ignora, por exemplo, a possibilidade de que esses grupos possam ter táticas adaptativas em resposta às ações da polícia. Também não considera o papel que a tecnologia e a globalização desempenham na moderna guerra contra o crime organizado. Uma perspectiva estratégica também levaria em conta a geopolítica do tráfico de drogas e outros mercados ilícitos em que esses grupos podem estar envolvidos.

Linguagem

A linguagem do texto é direta e objetiva, adequada para apresentar informações factuais. No entanto, falta uma certa profundidade analítica que seria beneficiada por uma linguagem mais detalhada e variada. O uso de terminologias específicas relacionadas a crime organizado e segurança pública, se bem explicadas, poderiam enriquecer a discussão.

Ritmo

O texto mantém um ritmo constante e fornece informações de maneira sequencial. Isso facilita a leitura e o entendimento imediato, mas também pode dar a impressão de simplicidade e falta de complexidade na análise dos eventos. Um ritmo mais variado, com pausas para análise ou contexto, poderia tornar o texto mais engajante e informativo.

Estilo de Escrita

O estilo é jornalístico e factual, concentrando-se em eventos específicos e pessoas. Ele não se aventura em território opinativo ou analítico, o que pode ser visto como uma limitação, considerando a complexidade dos temas abordados. Um estilo mais analítico poderia fornecer um valor agregado ao leitor, permitindo-lhe entender não apenas o “o quê”, mas também o “porquê” e o “como” dos eventos.

Facções em Vitória: enfraquecimento do PCV e disputa territorial

Violência causada por facções em Vitória no Espírito Santo no feriado de Tiradentes, foram resultado do desequilíbrio causado no mundo do crime por prisão de líderes do Primeiro Comando de Vitória PCV.

Facções em Vitória: mergulhe neste artigo para compreender a complexa realidade das facções criminosas no Espírito Santo e os fatores que contribuem para a violência na região.

A Rede de Alianças entre Facções em Vitória

Em 20 de julho de 2021, atendi a um pedido de um leitor e publiquei um artigo intitulado “Haverá guerra entre as facções no Espírito Santo? – A confusa configuração do crime organizado no estado é consequência da política carcerária do governador Renato Casagrande”, e agora, passados quase dois anos retorno sobre o mesmo assunto.

É de conhecimento geral a rivalidade entre a facção paulista Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) e a facção carioca Comando Vermelho (CV). Entretanto, a complexidade das alianças que cercam esses dois grupos criminosos e sua constante evolução dificultam a compreensão do panorama, e o Espírito Santo foge à regra.

Além das intrincadas manobras no xadrez do crime, agentes externos e eventos fortuitos podem alterar o equilíbrio de poder, e qualquer deslocamento nessa balança pode levar a derramamentos de sangue. Foi o que aconteceu durante o sangrento feriado de Tiradentes em Vitória, marcado por nove assassinatos.

No feriado de Tiradentes, Vitória presenciou uma série de mortes violentas, com nove homicídios a ocorrer em um único dia. Tais fatalidades parecem estar, ao menos em parte, relacionadas à guerra entre facções criminosas. A área da Grande Terra Vermelha, que abarca bairros como Ulisses Guimarães, Barramares e Riviera da Barra, testemunhou um feriado particularmente macabro.

O Enfraquecimento do PCV e a Disputa Territorial

A polícia, em suas diligências na região, confiscou 19 armas, dentre elas um fuzil, e executou 23 mandados de prisão associados ao Primeiro Comando de Vitória (PCV). Entre os detidos, encontram-se líderes como Cleuton Gomes Pereira (Frajola), Claudio Ícaro, Paulo César e Jocimar. A captura desses líderes debilitou o PCV, o que desencadeou disputas territoriais e intensificou a sensação de insegurança pública.

A disputa entre as facções em Vitória pelo domínio dos pontos de drogas, sobretudo na Grande Terra Vermelha, ocorre em razão do enfraquecimento do Primeiro Comando de Vitória, chefiado por Marujo, aliado ao Comando Vermelho.

De olho nesse mercado está a Associação Família Capixaba (AFC), que negocia com os inimigos do PCV e do CV: o Terceiro Comando Puro e o Primeiro Comando da Capital, além de manter alianças com grupos de comunidades locais como Piedade, Fonte Grande, Alagoano e Ilha do Príncipe, e ser respaldada pelo Morro dos Gamas, em Cariacica.

Esta disputa das facções em Vitória pelo mercado de drogas, evidencia a complexidade e a instabilidade do crime organizado no Espírito Santo, em parte decorrente da política carcerária e de Segurança Pública do governo do estado.

Feriado de Tiradentes: Um Banho de Sangue em Vitória

Relatos indicam a possibilidade de envolvimento do Primeiro Comando da Capital e outros grupos criminosos na maioria dos óbitos ocorridos no feriado de Tiradentes, em Vitória.

Na sexta-feira (21), uma série de incidentes violentos tomou lugar. O sargento Gustavo foi vítima de um ataque mortal, atingido por sete disparos foi morto no bairro Boa Vista II, e um outro homem, Renan de 23 anos, também foi baleado e faleceu, mas neste caso, um suspeito já encontra-se detido.

Ainda na sexta, um tiroteio próximo a um bar resultou em uma morte e outro ferido no centro de Vitória. A vítima estava envolvida com o tráfico de drogas.

No mesmo dia, um casal foi morto a tiros nas proximidades de uma escola no bairro Santo Antônio. A motivação permanece um enigma. Testemunhas relataram que o casal havia acabado de sair de uma casa de espetáculos. Mais tarde, outro tiroteio em Barramares resultou em uma morte e um ferido.

No sábado (22), a violência prosseguiu com o assassinato do ciclista em São Conrado. No domingo (23), Ítalo Samora, 30 anos, foi alvejado em Bela Vista. Ademais, um adolescente de 17 anos foi morto a tiros no bairro Ataíde. O suspeito evadiu-se após o delito.

Estes eventos alarmantes sugerem um aumento na violência, possivelmente relacionado à atuação da facção PCC e outras facções que disputam o complexo e violento mundo do crime capixaba.

A violência é uma instituição tão natural como a própria vida humana. Decorre do nosso instinto de sobrevivência, sendo o grande motivo para o homem ter dominado a natureza. Mas essa afirmação não pretende trazer glamour à violência.

Talvez no último estágio da existência humana, a evolução definitiva seja exatamente vencer o instinto natural que nos propala a nos destruirmos mutuamente.

Conexão Teresina: uma crônica sobre a atuação do PCC no Piauí

texto base: Feriado violento na Grande Vitória tem nove assassinatos

PCC em Tarumã em Manaus: Mata Três em Festa Sunset

Um tiroteio ocorreu durante a festa Sunset em Tarumã, Manaus, resultando na morte de três pessoas. A investigação busca esclarecer o possível envolvimento do PCC em Tarumã no incidente.

PCC em Tarumã: um trágico evento ocorreu na noite de sexta-feira, 21 de abril de 2023, por volta das 23h30. Um tiroteio interrompeu a festa Sunset em Tarumã, Manaus, resultando na morte de três pessoas.

PCC em Tarumã ataca e deixa 3 mortos

As vítimas, identificadas como Enrique, Lucas e o sargento Anderson da Polícia Militar, foram alvejadas por indivíduos armados que invadiram o local durante um show. Lucas e Enrique morreram no local, enquanto o sargento Anderson, que trabalhava como segurança da festa, revidou os disparos, mas acabou gravemente ferido e faleceu na Unidade de Pronto Atendimento, o UPA Campos Sales.

Testemunhas afirmam que eram cinco homens que chegam em um carro, deram rajadas de tiros gritando o nome do “PCC Primeiro Comando da Capital” e fugiram em um veículo branco modelo Ônix, só depois que viram os caras mortos.

Ainda não é possível determinar se o ataque foi ordenado pelo Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) ou se gritar o nome da organização criminosa foi uma tentativa de confundir a investigação.

Outras dúvidas também foram levantadas:

  • o ataque tinha como alvo específico os dois homens mortos ou as vítimas foram escolhidas ao acaso;
  • a festa estava sendo dada com o aval ou financiamento de uma organização criminosa inimiga;
  • os organizadores se recusaram a pagar algum valor para a facção para a realização do evento em segurança; e
  • o ataque é resultado de um documento emitido pela organização criminosa há exatos 20 dias: Comunicado Geral Estados e Países– Região Norte.

Chama a atenção [na região amazônica] o crescimento do Primeiro Comando da Capital , surgido nos presídios de São Paulo, e do Comando Vermelho, do Rio de Janeiro.

Segundo o pesquisador e geógrafo Aiala Colares Couto, atualmente o PCC organiza e investe nas rotas de tráfico pela Amazônia em uma lógica empresarial – o objetivo, diz, é transportar cocaína até mercados lucrativos na Europa. Já o Comando Vermelho controla territórios e a venda de drogas em grandes cidades e regiões metropolitanas.

“A Amazônia é estratégica para o narcotráfico.”

Portal Ambiente Legal

Como o banho de sangue começou

O Primeiro Comando da Capital luta pelo domínio da região Norte desde o fim da aliança com o Comando Vermelho (CV) e a Família do Norte (FDN). A violência na região teve início em 15 de junho de 2016, com a morte de Jorge Rafaat Toumani em Pedro Juan Caballero e se intensificou após o massacre do COMPAJ em 1º de janeiro de 2017.

Em Manaus, após o “salve do PCC”, oito mortes foram registradas em diversos ataques em pouco mais de 24 horas. Nunca será possível saber ao certo se foram mortos pela facção PCC 1533 ou pela Família do Norte. Em um desses ataques, um integrante do PCC foi morto por fogo amigo na Zona Norte da cidade.

Além da capital do estado do Amazonas, a explosão de violência se espalhou em 2017 por outros estados da federação, como Boa Vista em Roraima, onde um homicídio na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo.

Várias mortes foram filmadas pelos executores, e em uma delas, um integrante do Bonde dos 13 (B13), que na época era um facção aliada do Primeiro Comando da Capital, discursa enquanto corta a cabeça de um suposto moleque do Comando Vermelho enquanto ele ainda está vivo e agoniza:

 CV, Ó! CV, Ó! Olha o que a gente faz com CV.

Aqui é Primeiro Comando, é Primeiro Comando, tá ligado irmão?

Aqui é 1533, aqui nós estamos vingando a morte do irmão Maguinho tá ligado feio?

O mano que foi baleado ontem, tá ligado mano?

Tá ligado véio, morre assim ó!

(Desfere diversos golpe no pescoço com o facão.)

Morre assim ó! Tá ligado safado? Aí safado filho da puta!

(A cabeça é separada do corpo.)

Morre filho da puta, tá ligado velhinho?

Com nóis é desse jeitão aqui ó! É PCC ó!

(Uma outra pessoa levanta a cabeça do CV e mostra para a câmera)

Ô Maguinho, tái irmão Maguinho, essa foi para você aí no céu, tá ligado irmão?

PCC vamo acabá com esses bichos tudinho ó!

Somos o Comando, vamos exterminar, vamos exterminar.

(Seguem em direção a outra pessoa.)

Agora esse aqui ó. Vamos enforcar esse aqui ó.

(A câmera foca o corpo do primeiro morto enquanto seu braço é cortado fora.)

Vieram do Rio de Janeiro para cá, ó. Aqui é PCC, Primeiro Comando ó!

Quem vai comandar a porra do lado daqui é nóis, B13 e PCC tá ligado?

É PCC véinho, tá ligado? Até o fim irmão.

Aqui é assim que a gente faz, nós desossa entendeu? Tá ligado velhinho?

Quem que está na voz aqui? Quem que está na voz aqui?

(Com golpes de facão começa a separar as pernas do corpo.)

Aí JR tá ligado velhinho, isso é para vingar aí, tá ligado meu fio?

Aquele moleque que morreu ontem, tá ligado meu fio?

Que levou um tiro aí, tá ligado velhinho?

Tá ligado só CV, tá ligado? Só quero sangue do CV tá ligado?

Só sangue do CV irmão. Tá ligado velhinho?

Aqui não tem brincadeira não, o irmão aqui, tá ligado velhinho?

O bagulho é loco o irmão aqui, tá ligado velhinho?

(As pernas são separadas do corpo e colocadas ao lado da cabeça e dos braços.)

Aqui é B13 PCC. Olha como é o sistema aqui é bruto o bagulho.

Aqui é B13 PCC. Nóis mata e desossa. Nóis mata e desossa.

Nós vamos matá tudinho e vamos desossa.

Mano Maguinho que tá no céu, tá ligado, tá olhado aí.

Tá ligado Maguinho, é prá você tá ligado?

Colaborar com o PCC ou morrer: o “Caso Aeroporto de Guarulhos”

O sombrio relato de um servidor que ousou negar-se à colaborar com o PCC desvela a batalha contra a corrupção e o domínio do crime organizado no Aeroporto Internacional de São Paulo, bem como a escassez de amparo por parte das autoridades aos indivíduos assediados.

Colaborar com o PCC ou morrer, essa é a realidade macabra quando olhamos o reino sombrio da facção PCC 1533:

Os irmãos e companheiros da organização criminosa não são obrigados a qualquer missão, sendo livres para aceitar ou não uma responsabilidade, enquanto funcionários do governo e das esferas privadas, bem como os agentes da lei e da justiça, podem encontrar seu fim caso não se submetam às ordens recebidas.

Se colaboram são regiamente pagos, se não colaboram podem morrer. Tal foi o destino de Arisson, que, desafiou o Primeiro Comando da Capital, e pagou o mais alto tributo por sua valentia.

Convido os leitores do site a comentar aqui ou nos grupos de Zap, para contradigam minha certeza que diz que, enquanto algumas autoridades tecem enredos inacreditáveis, tal qual o Senador Sergio Moro, e asseguram para si uma legião de seguranças, aqueles funcionários condenados a lidar diretamente com os interesses do Primeiro Comando da Capital são abandonados à mercê de seu próprio destino cruel e incerto.

Colaborar com o PCC não é uma escolha

Venho para compartilhar com os leitores deste site uma história perturbadora e trágica que ocorreu recentemente no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Como você bem sabe e eu já citei inúmeras vezes neste site, a corrupção e a influência da organização criminosa Primeiro Comando da Capital, são problemas generalizados na américa do Sul. Mas, meu amigo, essa história em particular ressalta o quão profunda é a luta de alguns indivíduos para resistir a essa corrupção e sobreviver em meio à violência e ao medo.

Arisson, um operador de esteira no aeroporto, teve a coragem e a integridade de cumprir seu dever, barrando duas malas suspeitas que continham 60 kg de cocaína. Essa ação heroica impediu que uma quantia considerável de drogas chegasse à Europa, privando a facção PCC de lucros estimados em até R$ 30 milhões. Contudo, sua honestidade teve um preço terrível.

O trágico destino de um homem corajoso e íntegro

O medo de colaborar com o PCC é uma realidade diária para muitos servidores públicos e funcionários de empresas privadas. Essas pessoas frequentemente se veem coagidas a colaborar com atividades criminosas, não por ganância, mas como uma forma desesperada de garantir a sobrevivência de si mesmas e de suas famílias. No caso de Arisson, ele enfrentou esse medo e se recusou a colaborar com a facção criminosa, um ato de bravura que, infelizmente, resultou em sua morte.

Após sua recusa em entregar as malas, Arisson foi abordado e ameaçado por Márcio do PCC. Poucos dias depois, em um ato brutal de vingança, Arisson foi assassinado a tiros em seu carro.

Dois dias após a apreensão da droga, Márcio abordou Arisson em um ponto de ônibus e lhe afirmado: “Você, eu já passei para os caras”, referindo-se ao fato de ter relatado ao PCC sobre a apreensão das malas, decorrente da ação da vítima.

Por volta das 18h50 do dia 13 de janeiro, Arisson voltava para casa, em seu carro, quando foi interceptado no bairro São João, em Guarulhos, por um Ford Ranger, ocupado por três criminosos. O aeroportuário foi fuzilado e morreu ainda no local.

Os assassinos abandonaram o carro, com placas adulteradas, alguns quarteirões adiante. Foi constatado que o veículo era roubado, do Rio de Janeiro, um outro funcionário do aeroporto foi preso por envolvimento no homicídio, e três criminosos permanecem foragidos.

Sua morte é uma lembrança sombria do poder e da influência do PCC e da corrupção que assola nosso país e a forma como o estado atua em defesa de seus cidadãos.

esquema no AEROPORTO DE GUARULHOS

Um dos esquemas, tinha como base as esteiras do Terminal do Aeroporto de Guarulhos:

…as bolsas seguiam pelas esteiras rolantes até a área restrita, onde funcionários aliciados pelo Primeiro Comando da Capital recebiam dos comparsas as fotos com as imagens das malas recheadas com drogas, e as embarcavam para Portugal, França e Holanda, na Europa, e também para Johannesburgo, na África do Sul.

A expansão do PCC inclui incursões na Bolívia, onde o grupo pode comprar cocaína diretamente dos produtores daquele país, segundo a Americas Quarterly.

Tentanto segurar o tsuname com as mãos

Uma vasta rede criminosa operava, e Arisson tentou, solitariamente, obstruir seu avanço. Quiçá tenha buscado auxílio ou relatado a situação a seus superiores ou autoridades, mas somente ele encontrou seu fim. Apenas ele, sinceramente, acreditou que poderia impedir que os criminosos paulistas atendessem seus clientes na Europa, onde equipes se preparavam e investiam para descarregar e distribuir a droga sem retaliações.

Ao chegarem os carregamentos, a ‘Ndrangheta colabora com traficantes italianos, que transportam os entorpecentes para distribuição abrangente por todo o território europeu, auxiliados por grupos da máfia sérvia e inúmeras facções independentes.

A facção paulista teve de explicar aos seus parceiros europeus a falha no processo e indenizá-los pelos prejuízos, além de dar uma resposta à altura. Por isso, Arisson pagou com sua vida; contudo, mesmo assim, a organização brasileira perdeu parte da confiança de seus clientes.

Arisson foi um herói, inegavelmente, e presto aqui minha homenagem. Entretanto, tratava-se de um herói solitário, abandonado pelo sistema que tentou defender. Assim como ele, centenas, senão milhares de funcionários e agentes públicos e privados são ameaçados pelo Primeiro Comando da Capital, enquanto as autoridades não se empenham minimamente em protegê-los.

A logística do crime deste esquema no Aeroporto Internacional de São Paulo

Deixa eu te contar como tudo está funcionando por lá. O esquema já tem uns oito anos, então mudou muita coisa desde o começo até aqui, cada pouco evolui um pouco, e cada pouco muda um pouco para dificultar que a Polícia Federal que investiga um esquema derrube tudo.

O Primeiro Comando da Capital, percebeu que dava pra mandar malas cheias de cocaína pro outro lado do oceano quando a fiscalização de remessas em pacotes apertou. Em 2015, foi a primeira vez que um lance assim foi descoberto pelas autoridades, quando um casal de idosos teve as malas trocadas por outras cheias de droga, mas por um acaso tudo foi descoberto.

Pontualidade e motoristas de aplicativos

Então, tudo começa com os motoristas de aplicativo, que são contratados pra não dar bandeira, mas eles sabem muito bem o que tão fazendo e quem tão levando pro aeroporto. Eles levam os criminosos, que geralmente usam uniformes de companhias aéreas pra disfarçar, e deixam eles em horários e locais combinados por mensagem.

A pontualidade é chave, porque, segundo a PF, isso faz com que as malas com drogas sejam despachadas bem rápido, sem que os funcionários que não tão no esquema percebam a movimentação suspeita.

O esquema geralmente usa os mesmos carros e motoristas pra levar as malas com cocaína até o aeroporto. As bagagens são entregues na área de embarque pra funcionários do aeroporto uniformizados ou pessoas disfarçadas como se fossem eles. As malas vão direto pras esteiras de voos nacionais, sem passar por fiscalização, porque as bagagens de voos domésticos não precisam passar pelo raio-X. Só quando rola uma suspeita.

Na maioria das vezes, as malas já chegam com etiquetas preenchidas à mão. Essas identificações são chamadas de “rush” e, na moral, servem pra enviar bagagens perdidas ou extraviadas para os donos reais. Os criminosos aproveitam essa brecha pra colocar as malas com drogas nos embarques, sem precisar de um passageiro pra fazer o check-in.

Aí, dentro da área restrita, os funcionários que foram cooptados pelo PCC manuseiam as malas pra driblar a fiscalização e colocam elas em voos internacionais que já tão combinados. As bagagens geralmente vão pra Lisboa e Porto, em Portugal, ou pra Amsterdã, na Holanda. Sacou?

Comunicação e tecnologia no crime: celular

A galera do crime se comunica o tempo todo por mensagens e ligações no celular. Segundo a PF, os celulares são fornecidos pela própria facção criminosa, que recolhe os aparelhos logo depois que as operações ilegais acabam, pra dificultar a vida da polícia.

A atuação do PCC na Europa e o risco de apreensão da droga

Mesmo com a droga embarcada no Brasil rumo à Europa, ainda rola o risco de ser pega pelas polícias de lá, sacou?

Pra não deixar isso acontecer, o PCC tem gente nos países pra onde eles mandam a cocaína, responsáveis por cooptar funcionários nos aeroportos locais.

A reportagem descobriu que os aliciadores lá de fora recebem, em média, cinco mil euros (uns R$ 27 mil) por quilo de droga que chega ao destino. Parte dessa grana é usada pra corromper funcionários dos aeroportos, principalmente os que ganham pouco.

Aqui no Brasil é a mesma fita: os funcionários do Aeroporto de Guarulhos levam mais de um ano de salário por cada mala com droga embarcada, como mostrou o Metrópoles. É muita grana envolvida, meu irmão!

Primeiro Comando da Capital, fuga, confronto e morte: Itapemirim

Um homem de 32 anos, membro do Primeiro Comando da Capital, morreu em confronto com a PM no Litoral Sul do Espírito Santo, após invadir casas e apontar arma para os militares.

Primeiro Comando da Capital foi o foco das atenções na manhã de 20 de abril de 2023, quando Maykom Ventura Pereira, membro da organização criminosa, morreu em um confronto com a Polícia em Itapemirim. A morte ocorreu após Maykom, em fuga, pular diversos muros em sua fuga e apontar arma para os agentes.

Foragido do Primeiro Comando da Capital enfrenta a PM em um embate fatal

Em uma manhã de surpresas e tragédias, Itapemirim, no Litoral Sul do Espírito Santo, tornou-se palco de um confronto entre a Polícia Militar e Maykom, um homem de 32 anos, foragido do sistema prisional. Ele pertencia à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533), cujo nome ecoava pelos cantos do bairro.

A tensão era palpável no ar, enquanto militares da Força Tática preparavam-se para cumprir um mandado de busca e apreensão em uma casa no bairro Namitala Ayub. Maykom, considerado de alta periculosidade, escondia-se naquele refúgio, tentando passar despercebido pela mira da lei.

Fuga e perseguição que termina em morte

Mas a chegada dos policiais ao portão da residência desencadeou uma sequência de eventos irreversíveis. Maykom, ágil e alerta, pulou o muro e acessou outras casas, em uma fuga desesperada que levou os militares em seu encalço. O membro do Primeiro Comando da Capital, sabendo que seu tempo estava se esgotando, pulou diversos muros e, ao ver que o cerco se fechava, ergueu sua arma, um gesto que custou sua vida.

Os tiros soaram e um disparo fatal atingiu o tórax de Maykom, selando seu destino e encerrando sua fuga. Os militares acionaram uma equipe de resgate e, rapidamente, socorreram o ferido, encaminhando-o à Unidade de Pronto Atendimento de Marataízes. Lá, a equipe médica confirmou sua morte, pondo fim à história de um homem cuja vida fora marcada por crimes e associação ao temível Primeiro Comando da Capital.

Durante o trajeto da fuga, outras duas armas foram encontradas, evidenciando a gravidade da situação. Maykom, natural de Vitória, estava foragido desde dezembro de 2021 e tinha contra si um mandado de prisão. Condenado a 37 anos pelos crimes previstos nos artigos 33 da Lei de Drogas, 14 do Estatuto do Desarmamento e 121 do Código Penal Brasileiro, seu legado estava marcado por sombras e violência.

texto base de A Gazeta: Foragido, membro do PCC morre em confronto com a PM em Itapemirim

PCC e Operação Trigger IX: uma ação integrada Latino Americana

A história do PCC na Operação Trigger IX, uma ação conjunta de 15 países liderada pela Interpol, focada em combater o tráfico ilícito de armas e drogas. A operação resultou em prisões e apreensões significativas, mostrando a força do trabalho conjunto no combate ao crime organizado.

PCC na Operação Trigger IX marcou as quebradas, mas deixa eu te mostrar a fita que rolou não só aqui, mas em várias partes da América Latina, mano. A Interpol comandou essa ação, unindo 15 países na batalha contra o tráfico de armas e drogas. Várias prisões e apreensões foram feitas, tentando dar um fim no fluxo de armas que só fortalece a violência nas nossas comunidades. Essa é a história de uma guerra que afeta os guetos, onde a busca por justiça e paz é a nossa voz.

PCC e Operação Trigger IX: cerco cabuloso

Era tipo uma guerra, irmão. A polícia da América Latina, unida, numa missão pra acabar com o tráfico. Operação Trigger IX, coordenada pela Interpol, mexeu com o mundo. De norte a sul, do México à Argentina, 15 países trocando informações, tentando derrubar grupos poderosos. Eles apreenderam 25,4 bilhões de Reais em drogas, 8.000 armas de fogo e prenderam quase 15.000 pessoas.

Em Foz do Iguaçu, especialistas se reuniram pra traçar estratégias, mirando no Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) e na Mara Salvatrucha. O objetivo era interromper o fluxo de armas de fogo ilícitas que alimentavam a violência nas quebradas.

Paraguay colaboró en la mayor operación contra el tráfico de armas en América Latina

Durante el procedimiento, incautaron 372 toneladas de precursores y 203 toneladas de cocaína.

▪️ La operación se llevó a cabo desde el 12 de marzo al 2 de abril.

A Conexão entre Armas e Drogas

A Interpol já sabia que o contrabando de armas fortalecia às organizações criminosas e aumentava a criminalidade.

O fato de uma operação visando armas de fogo ilícitas ter resultado em apreensões de drogas em massa é mais uma prova, se necessário, de que esses crimes estão interligados.

Jürgen Stock, secretário-geral da Interpol

Gangues criminosas na América Central e do Sul tão cada vez mais armadas, e a polícia local não consegue dar conta. No Brasil e no Paraguai, o PCC organizou assaltos a bancos em grande escala e fugas de prisões. A facção, que começou aqui no Brasil, e agora até se meteu no assassinato de um promotor paraguaio.

A Luta contra o Tráfico e a Violência

Mara Salvatrucha, ou MS-13, continua controlando grande parte do tráfico humano, drogas e armas na América Central. A Operação Trigger IX levou à apreensão de grandes quantidades de munição, até em países que não eram associados à violência armada em larga escala. A polícia do Uruguai conseguiu 100.000 munições, a maior quantidade já apreendida no país. Foram contrabandeadas por dois cidadãos europeus, mostrando a importância do compartilhamento internacional de inteligência.

texto base: In Brazil and neighbouring Paraguay, members of the First Capital Command have staged large-scale bank robberies and prison breaks.

Os Refugiados da Facção PCC 1533: Drama e Fuga

O texto aborda o drama dos refugiados da facção PCC 1533, que buscam sobrevivência e fortalecimento ao migrar para outras regiões do Brasil, fugindo da guerra entre facções criminosas.

Refugiados da Facção PCC Buscando Fortalecimento

Refugiados da facção PCC 1533, vítimas de uma guerra sombria entre facções criminosas, buscam ansiosamente uma chance de sobrevivência.

Relatos que me chegam do Norte e Nordeste do país revelam o desejo de integrantes da facção paulista em migrar para São Paulo em busca de “fortalecimento”.

Eles se lançam nessa jornada incerta, com a esperança de voltar fortalecidos para suas cidades, a fim de retomar áreas perdidas ou, pelo menos, escapar do trágico destino ligado ao Primeiro Comando da Capital e à facção PCC.

Fugitivo do Rio Grande do Norte em Várzea Paulista

Refugiados do PCC, em um sombrio 8 de abril, um indivíduo dessa facção, vindo do Rio Grande do Norte, encontrou-se encarcerado em Várzea Paulista, nas profundezas de São Paulo.

O homem, marcado para morrer pela rival Família do Norte (FDN), ansiava por um refúgio distante de sua terra.

Embora não estivesse envolvido em atividades ilícitas naquele instante, a razão de sua captura residia em um delito prévio. Ele sempre negou pertencer ao Primeiro Comando da Capital, mas tal alegação não o poupou da sentença imposta pelos membros da FDN.

Fugitivo do Espírito Santo em Itu

Refugiados do PCC, um eco da guerra entre facções no Espírito Santo, propiciou a fuga de um membro em direção a Itu, no vasto estado de São Paulo.

A contenda envolvendo Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho (CV), aliados a grupos locais, deu origem a uma intrincada rede de alianças e antagonismos. Com a captura de um líder, a Gangue da Pracinha fragmentou-se, gerando conflitos adicionais e lutas por territórios.

A Gangue da Pracinha de Catraca se estilhaçou após sua prisão. Marcola, alcunha de Marcos Vinicius Boaventura, braço direito de Catraca em Ulysses Guimarães, juntamente com outros que se recusaram a regressar à camisa do CV, foram expulsos de seu reduto.

O aprisionamento de Catraca ocorreu no Portal do Éden, em Itu, no estado de São Paulo. Conforme alguns, ele veio adquirir drogas para distribuição em Vila Velha, enquanto outros afirmam que buscava refúgio e fortalecimento para retomar áreas em disputa.

Refugiados do Acre na Zona Sul de São Paulo

Há anos, os soldados do PCC na região Norte do Brasil enfrentam o abandono por parte do Primeiro Comando da Capital. Muitos acabam presos, mortos, escondidos ou convertidos à religião. Os que conseguem fugir do estado buscam refúgio em outras regiões, como a Zona Sul de São Paulo. No entanto, a Bonde dos 13, facção local do Acre, permanece no estado, mostrando-se resiliente mesmo diante do avanço do PCC.

Portanto, o drama dos refugiados da facção PCC reflete a complexa e sombria realidade da guerra entre facções criminosas no Brasil. A busca por sobrevivência e fortalecimento motiva a migração desses indivíduos, que enfrentam um futuro incerto e perigoso em um cenário de violência e disputa por poder.

Comunicado Geral Estados e Países – 04/04/2023 – Região Norte

Refugiados do PCC, em tempos sombrios, presenciaram a emissão do “Comunicado Geral do PCC” sobre embates nefastos envolvendo gangues e milícias, tais como o Comando Vermelho CV, atentando contra entes queridos e inocentes.

Neste manifesto, o Primeiro Comando da Capital exprime ultraje, repudia tais atos violentos e sinaliza a disposição em reagir na defesa de sua prole e membros.

Uma milícia chamada Comando Vermelho e algumas gangues que agem igual a eles, que não têm autonomia e controle sobre seus integrantes, vêm tirando a vida de familiares nossos e também de pessoas inocentes que não têm nada a ver com a nossa guerra, com o objetivo de intimidar nossos irmãos (as) e companheiros (as) dentro dos estados, como Amazonas, entre outros.

A facção PCC 1533, assim, busca externar preocupação e solidariedade aos “irmãos” e “companheiros”, evidenciando um vigoroso senso de pertença e identificação. Adotando uma postura resoluta, defende sua “família” e enfrenta as ameaças que lhes rondam.

Assassino da facção PCC do Piauí-Ceará foge de operação policial

Assassino do PCC foge, mas polícia apreende mais de 1kg de maconha e uma moto em acampamento do PCC na fronteira Ceará-Piauí.

Moto é presa, mas assassino da facção PCC foge no Piauí

Assassino da facção PCC comprova que a presença da organização criminosa na região de fronteira entre Ceará e Piauí tem se intensificado nos últimos anos.

Essa facção criminosa busca expandir seu domínio sobre o tráfico de drogas e outros crimes, gerando disputas territoriais com outras organizações criminosas e confrontos com a polícia.

Cajueiro da Praia, cidade turística no litoral do Piauí, tem sido afetada por esse aumento da criminalidade. Com isso, a tranquilidade da região tem sido ameaçada, afetando a vida dos moradores locais e o turismo na área.

Nesta sexta-feira, um assassino da facção PCC conseguiu fugir da polícia. No entanto, os policiais apreenderam mais de 1kg de maconha e uma Honda Pop 110 vermelha em Cajueiro da Praia, litoral do Piauí.

O local, um acampamento improvisado, abrigava integrantes do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533), incluindo Mizael, o assassino suspeito de matar Tiale horas antes em Chaval, no Ceará.

Guerra de facções na fronteira

A região de fronteira entre Ceará e Piauí é conhecida por sua criminalidade. Assim, traficantes e homicidas se refugiam nessa área, dificultando o trabalho das autoridades. A operação policial foi realizada após denúncias sobre a presença de criminosos no local.

Ao perceber a aproximação da PM, os suspeitos fugiram. Contudo, deixaram a moto, a droga e balanças de precisão. Mizael conseguiu escapar novamente, e o material apreendido foi entregue à Polícia Civil.

Além disso, Mizael é investigado por homicídio, furto e tráfico de drogas. Ele já é considerado foragido da justiça por um triplo homicídio tentado em Chaval, em novembro de 2022.

Por outro lado, a atuação das autoridades, como a operação realizada na sexta-feira, busca combater o avanço do crime organizado.

Chaval, também tem enfrentado o aumento da criminalidade. A cidade, situada no Ceará e a 40 quilômetros de Cajueiro da Praia, tem sofrido com a presença de criminosos e a disputa entre facções. A morte de Tiale Véras, ocorrida na madrugada de sexta-feira, é um exemplo da violência que assola a região.

Nesse sentido, o combate à atuação do PCC e de outras organizações criminosas na fronteira entre Ceará e Piauí é um desafio para as autoridades.

texto base: PM apreende mais de 1kg de maconha em acampamento que abrigava homicida de Chaval-CE

CV mata Tiktoker e é preso por tráfico de drogas em Mato Grosso

CV mata Tiktoker: uma jovem de 21 anos, foi assassinada após postar vídeos no TikTok com referências ao Primeiro Comando da Capital, o que atraiu a atenção do Comando Vermelho.

CV mata Tiktoker em Brasnorte após fazer sinal de três com os dedos; entretanto, suspeito é preso por tráfico de drogas em Barra do Bugres, a 400 quilômetros de distância.

Caro leitor do Site,

Sempre me surpreende a podridão e a covardia dos integrantes da organização criminosa Comando Vermelho.

Uma prisão ocorrida ontem trouxe à minha memória um caso que eu preferia ter esquecido há muito tempo.

CV Mata Tiktoker: A Trágica História de Ellen

O Vídeo Controverso no TikTok

Ellen, uma jovem de 21 anos, postou um vídeo no TikTok fazendo o sinal de três com os dedos, interpretado como uma referência ao Primeiro Comando da Capital.

Em resposta, membros do Comando Vermelho (CV) de Brasnorte alertaram a garota a respeito das possíveis consequências de suas ações.

Ellen prontamente pediu desculpas e removeu o vídeo, mas dias depois postou outro vídeo fazendo o mesmo sinal.

Apesar de ter apagado a postagem rapidamente, um integrante do CV já havia visto e denunciado a jovem.

A Armadilha Mortal

A tiktoker foi atraída até uma residência por um de seus futuros assassinos, com quem mantinha um relacionamento amoroso.

Ao chegar, Ellen foi levada em um veículo até a Estrada do Perobal, na zona rural de Brasnorte, onde foi executada com quatro tiros.

A garota só foi encontrada morta dias depois em uma área de mata, com as mãos amarradas e as marcas dos tiros.

Na época do crime, dois irmãos e a mãe foram presos como suspeitos do assassinato. Um quarto envolvido, conhecido apenas como Gean, ainda não foi localizado.

Ontem, um homem foi preso em Barra do Burgues, Mato Grosso, por tráfico de drogas, mas também estava sendo procurado pelo envolvimento na morte de Ellen.

Este caso, meu leitor, é um triste lembrete da violência que assola nosso país. Apesar da crueldade e brutalidade presentes, não podemos nos esquecer da importância de buscar justiça para as vítimas e seus entes queridos.

A violência é uma instituição tão natural como a própria vida humana. Decorre do nosso instinto de sobrevivência, sendo o grande motivo para o homem ter dominado a natureza. Mas essa afirmação não pretende trazer glamour à violência.

Talvez no último estágio da existência humana, a evolução definitiva seja exatamente vencer o instinto natural que nos propala a nos destruirmos mutuamente.

Conexão Teresina: uma crônica sobre a atuação do PCC no Piauí

texto base de Gabriel Rodrigues do rdnews: Denúnciado por execução de jovem que fez sinal de facção rival é preso

Guerra entre Facções em São José do Rio Claro: CVs matam PCC

A guerra entre facções Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital resulta na morte de Kelly Cristina em São José do Rio Claro, MT. A vítima foi executada em frente à sua filha, e o caso envolve uma complexa teia de intrigas e ameaças.

Guerra entre facções do Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital: mulher executada em frente a sua filha de 5 anos.

Caros leitores do site,

Mais um covarde assassinato ocorreu recentemente na cidade de São José do Rio Claro, em Mato Grosso.

Esta morte envolve a guerra entre facções do Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC).

Kelly Cristina foi executada com quatro disparos em frente à sua filha de apenas cinco anos de idade.

O cenário do crime ocorreu na tarde de uma quinta-feira, em uma residência simples da pequena cidade, onde a vítima vivia com seu marido, supostamente integrante da facção PCC 1533.

Kelly também tinha amizades dentro da organização criminosa paulista, mas não se sabe ao certo se ela mesma possuía alguma ligação direta com a facção.

No ano anterior, três membros do Comando Vermelho invadiram a casa de Kelly, acusando-a de ser integrante do PCC.

A situação se complicou quando se descobre que Kelly abrigou temporariamente um andarilho, que afirmou ser do PCC e jurado de morte pelo CV.

A teia de intrigas e a investigação do caso na guerra entre facções

Kelly havia oferecido sua casa como esconderijo para o andarilho desde o último sábado, mas ele partiu na quarta-feira, buscando outro local para se esconder.

Curiosamente, uma amiga de Kelly enviou uma mensagem poucas horas antes de sua morte, alegando ser ameaçada e cobrada em R$100.

Segundo a filha de Kelly, que presenciou a execução de sua mãe, os membros do CV perguntaram pelo andarilho antes de cometer o crime.

Este último, por sua vez, afirmou que o Comando Vermelho já havia tentado matá-lo em outras três ocasiões.

A tragédia se desenrolou quando dois homens chegaram de motocicleta à residência de Kelly e efetuaram quatro disparos na região das costas da vítima, que foi encontrada caída entre os cômodos do banheiro e da cozinha.

A pequena criança testemunhou toda a cena.

A captura dos suspeitos e a busca pela verdade na guerra entre facções

Dois suspeitos foram presos em flagrante pelo crime.

Entretanto, ainda restam muitas perguntas a serem respondidas, e a verdade por trás desta complexa trama permanece nebulosa.

Esperamos que se possa trazer justiça à memória de Kelly Cristina, com a exemplar punição destes atos covardes dos integrantes do Comando Vermelho.

A guerra entre os grupos criminosos tem que chegar ao fim, para que haja paz e segurança às comunidades afetadas por essa violência.

dados base Allan Pereira no Midia Jur: Guerra de facções levou mulher a ser executada na frente da filha

Policial morto na Bolívia, o Primeiro Comando da Capital e eu

A morte misteriosa do policial morto na Bolívia, um policial experiente transferido para La Guardia, Bolívia, levanta dúvidas e questionamentos sobre a versão oficial apresentada. A família e a imprensa corajosa buscam justiça e respostas para os detalhes contraditórios do caso.

Policial morto na Bolívia: um caso que evoca lembranças pessoais, as quais compartilharei com vocês na primeira parte deste texto, antes de abordar em detalhes o misterioso assassinato do sargento Mendoza.

Sob a Sombra da Desconfiança: A Rotina da Viatura Policial

Eu sou destro, isso é, minha mão forte é a direita e é com ela que eu seguro a arma, mas durante um tempo, meu velho 38, que uso até hoje, não saía da minha mão esquerda.

Uma viatura policial de patrulhamento de área é composta por dois policiais,  o mais novo dos dois é o motorista e o mais experiente é o encarregado, ou pelo menos era assim naquele tempo.

O padrão operacional ditava que o motorista mantivesse a arma fora do coldre no meio das pernas para poder ter uma reação rápida em caso de necessidade.

A Mudança dos Protocolos

Hoje esse padrão foi abandonado, pois na prática verificou-se que o motorista tem melhor resultado operacional que se concentrar em dirigir o veículo de maneira tática, ofensiva e defensivamente.

Além disso, acontecia da arma cair durante as manobras no piso da viatura ou durante o desembarque no chão, podendo custar a vida da equipe.

O Peso da Desconfiança

Estou contando todos esses detalhes para você poder entender o que acontecia, e visualizar, quem sabe até sentir em sua própria pele as emoções pelas quais eu passei — vai da sua capacidade de empatia e imaginação.

Agora, você deve trocar de lugar comigo:

Imagine você sentado no banco do motorista dirigindo a viatura, com sua mão forte, a direita, ao volante, e com sua mão fraca, a esquerda, segurando o cabo do 38 que ficava nas pernas, e sua atenção deve ser o trânsito e os possíveis suspeitos que circulam ao seu redor.

Mais a frente você entenderá a razão da escolha da mão da direção e da arma.

Agora, você deve trocar de lugar com o encarregado:

Imagine que está sentado no banco do passageiro, com as duas mãos livres e a arma na mão direita rente a parede da viatura. Você não precisa olhar o trânsito e pode olhar para onde quer, seja para fora, seja para dentro, incluindo para o motorista da viatura enquanto ele dirige.

Agora, você deve trocar de lugar com uma pessoa que vê a viatura passando em seu bairro:

Certamente, você ou essa pessoa, pensaria que a maior preocupação daquele motorista seria não ser morto a qualquer momento, mesmo dentro da viatura por seu parceiro.

A Convivência com o Medo

Durante as semanas que trabalhei com um determinado parceiro, sempre fiquei com a mão esquerda na arma, pois se ficasse com a direita ele poderia segurá-la com sua mão livre enquanto atirava em mim com a outra.

Eu só relaxava quando estava em patrulhamento pela área central onde um ataque seria impossível, mas, principalmente quando íamos para a zona rural, eu nunca tinha certeza que ele não armaria minha morte por trairagem.

O Jogo de Xadrez do Silêncio

No entanto, o clima era ameno e as palavras eram jogadas com cuidado de um jogo de xadrez, permitindo que ninguém, colegas ou cidadãos, soubessem o que se passava naquela viatura.

Lembranças que Permanecem

Cada um de nós guarda em nossa mente lembranças que ficam guardadas, à espera de uma oportunidade para saltar para fora, e essa notícia do policial morto na Bolívia me lembrou esses momentos.

O Enigma do Policial Morto na Bolívia: Sargento Mendoza e a Busca por Justiça

Caro leitor do Site PCC 1533,

É com grande interesse que relato a você um caso que tem me intrigado nos últimos dias, a estranha morte do sargento Oliver Ramiro Mendoza Órias, ocorrida na província Andrés Ibáñez, no departamento de Santa Cruz, Bolívia.

A região, situada no coração da América do Sul, é conhecida por sua diversidade cultural e paisagens deslumbrantes, e o município de La Guardia, em particular, é famoso por seu mirante, que oferece uma vista panorâmica da cidade e das áreas circundantes.

E onde ocorreu esse terrível crime.

A Estranha Morte do policial morto na bolívia

Detalhes que Desafiam a Versão Oficial

No dia 4 de abril, por volta das 13 horas, o sargento Mendoza encontrou seu fim trágico no mirante de La Guardia.

A versão oficial é que ocorreu uma troca de tiros com traficantes, possivelmente ligados à organização criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital.

No entanto, há diversos pontos que colocam em dúvida a versão apresentada pelos colegas de Mendoza, e a família do falecido sargento tem clamado por justiça e respostas mais claras.

Permita-me ressaltar algumas questões que tornam a versão oficial menos plausível.

Primeiramente, é curioso que Mendoza tenha sido morto dentro do carro do suspeito e com um tiro na têmpora disparado a menos de 80 centímetros de distância.

Em uma troca de tiros, é difícil imaginar como o suspeito teria se aproximado tão perto de Mendoza sem ser percebido pelos colegas.

Além disso, os próprios policiais que estavam presentes não conseguem fornecer informações precisas sobre o número de criminosos envolvidos, apesar de saberem que fugiram de moto pela mata ao lado do mirante.

Tais detalhes imprecisos e contraditórios levantam suspeitas sobre a integridade do relato.

Família Exige Respostas e Inclusão dos Colegas na Investigação

A família de Mendoza tem razões para acreditar que algo estava acontecendo entre ele e seus companheiros, e eles solicitaram que a Promotoria de Justiça investigue os policiais que estavam com Mendoza em seus últimos momentos.

A tia do falecido, Shirley Morales, expressou suas dúvidas aos repórteres e pediu que os colegas de Mendoza sejam submetidos exame residuográfico de pólvora, para que possam determinar quem realmente atirou.

Dada a complexidade do caso e a quantidade de detalhes que não se encaixam, não posso deixar de compartilhar a preocupação da família de Mendoza e questionar a versão oficial dos eventos.

As Contradições e Perguntas Sem Respostas:

A Imprensa e o que Realmente Aconteceu naquela Tarde Fatídica?

Como o leitor do Site PCC 1533, confio que você também estará ansioso por mais informações e, juntos, talvez possamos descobrir a verdade por trás dessa tragédia.

Antes de concluir esta carta, gostaria de expressar meus sinceros parabéns ao noticioso Del Beder pela coragem em divulgar esses fatos cruciais.

Infelizmente, é comum que a imprensa se limite a reproduzir a versão oficial em casos como este, atribuindo o crime a traficantes que supostamente dominam o país e, assim, ocultando a verdade por trás de ações e mortes.

A atitude do Del Beder é um lembrete importante da importância do jornalismo investigativo e da busca pela verdade.

Com os melhores cumprimentos,

Wagner do Site

O narcotráfico está ganhando esta batalha contra o Estado, demonstrando supremacia no controle do território (…) Esses cartéis de drogas são organizados no exterior por grupos como Los Chapitos (um grupo de narcotraficantes do México), o PCC (Primeiro Comando da Capital), grupos combinados com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e, claro, eles têm equipamentos e armas de melhor qualidade do que as forças de ordem.

coronel do Exército da Bolívia Jorge Santistevan

fonte dos dados desse artigo: Matan a otro policía y ya son seis los asesinados en un año

Confronto dos Cartéis: a África do Sul no crime organizao global

“Confronto dos Cartéis” de Caryn Dolley explora as conexões do crime organizado na África do Sul com cartéis de drogas, grupos terroristas e corrupção política. O livro detalha como gangues sul-africanas se beneficiam de fluxos econômicos ilícitos globais e estabelecem parcerias com organizações criminosas transnacionais.

Conexões surpreendentes e a luta contra o crime transnacional

Confronto dos Cartéis: o papel da África do Sul no crime organizado global, está disponível apena em inglês, Clash of the Cartels: Unmasking the global drug kingpins stalking South Africa.

Introdução

Os fluxos econômicos ilícitos alimentam o crime organizado transnacional, misturando gangues, cartéis, máfias e funcionários corruptos do governo. A África do Sul é um centro central, porém desconhecido, no cenário criminal global. Caryn Dolley, jornalista investigativa, explora essas conexões em seu livro “Clash of the Cartels”.

Gangues e corrupção na África do Sul

As gangues da África do Sul cresceram a partir da corrupção e violência do regime do apartheid, explorando a presidência corrupta de Jacob Zuma para expandir seu poder e alcance. Essas gangues estabeleceram laços com grupos criminosos organizados, traficantes de armas e terroristas em todo o mundo.

Alguns beneficiários do crime transnacional são amplamente conhecidos, enquanto outros permanecem obscuros e escondidos. No entanto, todos atuam em diversos espaços e fluxos da economia política ilícita. Frequentemente, a África do Sul está no centro dessas atividades, mas costuma passar despercebida no cenário global do crime.

Gangues dos números e conexões globais

As “gangues dos números” da África do Sul desempenham um papel importante na economia política criminosa do país. Com conexões que incluem a D-Company, grupo terrorista e gangster, as gangues sul-africanas têm laços com entidades ligadas ao terrorismo na Índia e no Afeganistão.

As 28 atividades das gangues incluem assassinato, assalto, roubo e tráfico de drogas, juntamente com outros crimes mais mundanos, em prol de seus empreendimentos.

… os 26 administram o lado comercial das coisas, os 27 servem como soldados ou executores, e os 28 são uma ‘estrutura paramilitar’, atuando como a ‘autoridade política’ das gangues de números…

Política e crime organizado

O livro examina as conexões entre o Congresso Nacional Africano (ANC), crimes de rua e homicídio, além de rotas de tráfico de drogas e contrabando de diamantes. Dolley documenta as ligações entre o gangsterismo sul-africano e organizações criminosas transnacionais em países como Dubai, Quênia, China, Moçambique e Estados Unidos.

O tráfico de diamantes entrou na equação, assim como a corrupção policial, quando ex-integrantes do braço armado do ANC, o uMkhonto we Sizwe, supostamente se aliaram aos seus antigos adversários do apartheid, colaborando com organizações criminosas internacionais e desafiando a democracia.

Ampliando o escopo

Outros capítulos exploram conexões com a Sérvia, Irlanda, Canadá, Moldávia, China, Estados Unidos, Bulgária, Reino Unido, Espanha, Colômbia, Lituânia, Nova Zelândia, Austrália e Itália. A ‘Ndrangheta, máfia calabresa, também é discutida, destacando o papel das gangues de motociclistas fora da lei australianas.

Aqui entram as conexões com as facções criminosas brasileiras, como o Comando Vermelho (CV) do Rio de Janeiro e o Primeiro Comando da Capital (PCC) de São Paulo, dando destaque ao PCC.

A facção está ampliando sua influência do Brasil para o Paraguai e além, com a África do Sul fazendo parte dessa expansão global. Policiais corruptos e uma rota marítima de tráfico de cocaína ligando Durban a São Paulo financiam o comércio de armas leves, tráfico de pessoas, terrorismo e ações mercenárias. A lavagem de dinheiro é um componente central desse circuito.

Conclusão

Dolley faz um excelente trabalho ao fornecer um relato detalhado das ligações do crime organizado global com a África do Sul. Apesar de carecer de fundamentação teórica profunda, “Confronto dos Cartéis” oferece excelentes comentários sobre a importância do crime organizado sul-africano e deve ser usado para aprimorar estudos acadêmicos e treinamento de analistas de inteligência e policiais.

texto base utilizado como base para esse texto: On stage, links with the Brazilian gang, First Command of the capital (PCC) of São Paulo. The PCC is expanding its reach from Brazil to Paraguay and beyond, with South Africa joining in this global expansion.

Laranjas do PCC caem em Bertioga no litoral de São Paulo

A investigação de um caso de lavagem de dinheiro envolvendo laranjas do PCC em Bertioga. Acompanhe a trama e veja como a verdade sobre os imóveis de luxo e os laranjas é desvendada.

Os Estranhos Negócios com Imóveis: Desmascarando os Laranjas do PCC

Haveria laranjas do PCC vivendo na pequena e charmosa cidade litorânea de Bertioga?

A Investigação do Ministério Público de São Paulo

O Ministério Público investiga um caso de lavagem de dinheiro envolvendo a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC 1533).

Desde o início, os promotores suspeitam de laranjas na compra de imóveis de luxo na cidade.

Laranjas do PCC, indivíduos que emprestam seus nomes e documentos para esconder atividades ilegais, são tema recorrente em casos reais de crime organizado no Brasil.

Muitos parentes de presos e criminosos são usados na lavagem de dinheiro e acabam presos ou respondendo à Justiça. No entanto, nesta investigação, os criminosos não envolveram seus próprios parentes.

Trilha do Dinheiro e o Modus Operandi dos Laranjas

O Ministério Público começou a seguir a trilha do dinheiro, que o levou aos imóveis de luxo em Bertioga, com a ajuda de informantes locais e a análise de documentos.

Os promotores descobrem várias transações suspeitas e possíveis conexões entre um corretor, o PCC e outros membros da organização.

Ele se aprofunda na investigação dos laranjas do PCC, aprendendo sobre como essas pessoas são cooptadas e usadas para ocultar patrimônio e atividades criminosas.

Enquanto isso, no Paraguai…

O Ministério Público do Paraguai está se aproximando do limite final para penalizar um grande esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o Primeiro Comando da Capital.

Em 2016, foi descoberto no Paraguai um enorme esquema de lavagem de dinheiro do PCC, em funcionamento desde pelo menos 2013.

Para legalizar os recursos da facção, foram criadas duas empresas: Notle S. A e RSS S. A, com um capital estimado em cerca de 150 milhões de reais.

O prazo para que o processo prescreva contra os proprietários das empresas de fachada está se esgotando. Além disso, um dos réus solicitou uma extensão do prazo, já que seu advogado abandonou o caso…

Desvendando os Segredos e Expondo os Laranjas

A investigação dos promotores brasileiros não pegou os peixes graúdos, mas confrontaram com o corretor do PCC, que negou qualquer envolvimento com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital e alega que os imóveis foram comprados de forma legítima.

No entanto, o MP-SP pressionou o corretor, fazendo-o revelar detalhes sobre os negócios fraudulentos e a lavagem de dinheiro.

A identidade dos laranjas do PCC começou a ser exposta, mostrando a magnitude do esquema criminoso daquela célula da facção no litoral paulista.

A Queda dos Fantasmas e dos Laranjas do PCC

Com as informações obtidas do corretor, permitiram aos investigadores encontrar provas suficientes para incriminar o tio e o primo, que são denunciados à justiça, ambos pessoas com pouca renda e que não teriam em seu nome imóveis de luxo.

A verdade sobre os imóveis de luxo em Bertioga finalmente foi revelado, expondo o alcance do crime organizado na cidade.

Os laranjas do PCC, elementos cruciais no esquema, são desmascarados e enfrentam as consequências de seus atos.

A história dos laranjas do PCC atua como um alerta para o perigo da tentação. Muitos de nós já fomos ou podemos ser abordados para colaborar, recebendo pix em nossa conta para ajudar um amigo.

Esse dinheiro pode ser útil, mas também pode trazer problemas se envolvido em uma investigação.

texto base: “corretor do PCC” que usava tio e primo como “laranjas”