TV Globo diz que em Goiás só fica preso quem quer.

Fica preso quem quer . Essa é a conclusão do repórter do Bom Dia Brasil

“Essa imagem revela o que todo mundo já sabe, só cumpre pena neste presídio quem quer. (…) Em vinte segundos trinta e dois presos já estavam nas ruas.”

E quem conhece o sistema diria mais, no Brasil a maioria das unidades do Sistema só não caem por decisão do Comando, pois se a facção resolvesse soltasse um Salve Geral ninguém seguraria.

Se isso não foi feito ainda é porque não interessa a ninguém: população trabalhadora, governo, e partido. Nos últimos meses o Primeiro Comando da Capital PCC 1533 está provando isso.

Depois da chacina do Amazonas ele só se fortaleceu e a última prova foi dada em Goiás.

A Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto do Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia foi palco de uma fuga em massa: 32 presos fugiram em 20 segundos.

O estado de Goiás teve em apenas um mês seis rebeliões: Aparecida, Catalão, Jataí, Rio Verde, e Anapolis. Pelo menos quatro presos morreram e 35 ficaram feridos, mas o sistema não deu ainda o número de presos que fugiram no total das rebeliões.
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); As revoltas começaram segundo o SEAP por que o governo resolveu colocar bloqueadores de celular nos presídios e transferiu centenas de presos.

Trezentos presos que foram transferidos de Aparecida para Anápolis sequer estavam na ala onde a fuga dos presos tinha se dado.

O governo de Goiás só vem com conversa nebulosa. Falta funcionários e o sindicato dos agentes disse que 900 aprovados no último concurso não foram chamados, agora o governador autorizou abrir concurso para mais 400.

Os que gerenciam essa fábrica de corrupção que são os concursos públicos é quem deviam estar presos, mas continuam a tentar enganar a população:

“Trata-se de uma intimidação inaceitável em face das medidas severas adotadas; e em hipótese alguma serão flexibilizadas.”

Então tá, vão vendo. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

O Primeiro Comando administrará as penitenciárias.

O professor de Criminologia da Universidade de Westminster, o Dr. Sacha Darke, no artigo “When inmates make the rules (and enforce them): democracy in self-governing prisons” mostra que o sistema implantado nas prisões brasileiras pelo Primeiro Comando da Capital PCC 1533 nada mais é que um modelo de autogestão para viabilizar a administração do sistema penitenciário.

A autogestão das unidades carcerárias por parte dos presos é viável e já acontece na administração de meios, e no controle disciplinar e operacional, e não é apenas no Brasil que isso já acontece.

O artigo publicado no democraticaudit.com cita como exemplo a Prisão de San Pedro na Bolívia, que é uma verdadeira cidade, onde a administração é eleita pelos presos dentre os presidiários. Alguns deles vivem lá com suas famílias e tem empresas e empregos dentro dos muros da prisão.

De fato a comunidade está longe de ser um paraíso como é pintado pelos amantes dos Direitos Humanos: as lideranças dominam sob uma grande massa carcerária oprimida, agora não mais por agentes públicos mas pelos seus próprios pares, no entanto a experiência não pode ser desprezada.
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O sistema legal que escolhemos impede que cheguemos aos modelos nórdicos onde quase não existem prisioneiros, e nem mesmo na média da Europa, pois temos aqui mais de meio milhão de cativos, são 316 para cada grupo de 100.000 habitantes, mais que o triplo da média européia.

Nenhum país civilizado no mundo está à nossa frente. É insustentável. Dessa forma o governo deixa de ter condições de governar dentro dos presídios pois não tem condições de manter os serviços básicos, e é aí que entram as facções para suprir a impotência do estado.

No Brasil o PCC não é o único e nem foi o primeiro a atuar nesse campo, mas foi quem criou um sistema integrado nacional que utiliza milhares de profissionais das mais diversas áreas para dar um mínimo de dignidade e condições de vida para os presos.

O preconceito social que o Primeiro Comando da Capital carrega impede que haja a possibilidade de pleitear alterações legais para que assuma oficialmente a direção dos presídios, no entanto é possível que isso venha a acontecer utilizando empresas ou associações ligadas indiretamente ao grupo.

Hoje já existe um certo acordo entre as autoridades públicas e as lideranças das facções de modo a manter o sistema pelo menos em pé, mas esse arremedo está chegando a um ponto de ruptura.

A terceirização das prisões foi um passo dado mas a legislação aprovada não permitiu viabilidade para que o grupo assumisse a direção, ainda. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Depende de Gegê do Mangue o futuro do Cone Sul.

Poucos colocam em dúvida a importância de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, na hierarquia do Primeiro Comando da Capital (PCC 1533), no entanto o que poucos parecem ter atentado é para sua importância no cenário internacional.

O interesse da facção em se tornar um grupo com domínio internacional ficou claro com a eliminação de Jorge Rafaat Toumani e o fim da trégua entre PCC e Comando Vermelho CV.

O domínio no entanto não está sendo uma conquista fácil, pelo contrário, dezenas de soldados PCCs e do CV tem sido mortos em todas cidades da fronteira entre o Brasil e o Paraguai, e não existe perspectiva de alteração desse quadro.

A escolha de Gegê do Mangue para comandar as ações internacionais do Primeiro Comando nas fronteiras do sul é uma hipótese mais que provável e que está sendo analisada pelas autoridades. Ninguém duvida da capacidade de articulação e estratégia de Rogério Jeremias o que não se pode saber é até que ponto ela pode chegar.

A conquista e pacificação do Paraguai por parte do Primeiro Comando da Capital é fundamental para a solidificação das bases das operações no Uruguai, Argentina, e Bolívia. Essas nações não tem poder policial e experiência estratégica para combater o PCC.
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Gegê do Mangue possivelmente teria não apenas a função de atuar diretamente na entrada de armas e drogas para o Brasil, mas criar e fortalecer parcerias com outras facções criminosas dentro e fora dos presídios dos países onde a facção tem interesse.

A história demonstrou que o CV e o PCC foram criados justamente e evoluíram com a colocação de um grupo de criminosos no meio de outro grupo, e com a presença suposta do Gegê em terras estrangeiras, ele poderá não apenas exportar a tecnologia adquirida pelo PCC no Brasil como absorver e trazer para dentro de nosso país conhecimento e equipamentos utilizados pela grandes organizações terroristas e criminosas do restante do mundo, conforme nos conta Johana Catherine Perez Calderon em seu trabalho “La Triple Frontera como polo de atracción del yihadismo en la región de América Latina: Orientación teórico-histórica”.

No Brasil a influência do Primeiro Comando em todas as esferas públicas é conhecido, mas com sua força o quanto ele poderá influir na composição dos governos latino-americanos e na própria transformação cultural nas ruas daqueles países ainda é um fenômeno desconhecido. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

A garota que visita o preso do PCC é sua mulher?

Você já visitou um preso dentro do Sistema Carcerário? Se sim, sabe do que vou falar aqui; se não, e você é uma mulher, garanto que não vai querer passar o inferno que é fazer uma visita a um familiar dentro do Sistema Prisional. A humilhação imposta é indescritível, mas tem mulheres que vão, mesmo sem serem parentes ou amantes dos prisioneiro. Estranho?

Elas executam trabalhos específicos para o Primeiro Comando da Capital (PCC 1533), como levar informações, drogas e celulares para dentro dos muros. Por vezes, sequer são companheiras (mulheres que fazem parte do PCC, mas não foram batizadas); geralmente elas são as aliadas (mulheres contratadas para missões, mas sem vínculo com a facção).

O jornalista Josmar Josino, em seu livro Casadas com o Crime, explica como funcionam as complicadas relações de respeito dentro do PCC, no qual os familiares são seres quase que sagrados, e não devem ser envolvidos nos movimentos de maior risco de perda de liberdade, principalmente se forem suas visitas: mães, mulheres, e irmãs:

“Os integrantes do PCC abraçam o discurso de proteção da família e contratam outras para fazer a ponte das informações. É como uma profissão”.

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Quanto você recebe por mês? Dois mil reais? Quatro? Bem, e quanto você acha que essas garotas recebem?

Vou contar algo para você, “viver do lado certo do lado errado da vida” tem um preço. No começo, quando o PCC assumiu as carceragens, era fogo, aos poucos começou a profissionalizar o ingresso das mercadorias, mas mesmo assim, havia muita exploração, algumas garotas eram usadas como mulas e não recebiam um valor digno para o trabalho. Hoje o PCC tem um salve com os valores.

Pois é, em uma visita, uma garota companheira ou aliada, pode tirar algo próximo aos dez mil reais, mas detalho isso outro dia.

O Promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) explica que essas garotas se passam por amantes ou namoradas dos presos, e os agentes penitenciários, mesmo nas revistas íntimas, não conseguem encontrar os objetos escondidos, pois ficam dentro do corpo das mulheres.

As garotas são convidadas para as missões, pois “ninguém é obrigado a nada no PCC”, participa quem quer e por suas razões. — todos os membros da Família 1533 se orgulham disso.

Antes do Primeiro Comando assumir os presídios, a situação era muito pior.

Hoje, nenhuma das mulheres que fazem esse serviço são obrigadas a isso, mas antes, os familiares dos presos mais fracos que não tivessem como pagar por proteção — fossem mulheres, crianças, e ou até bebês — eram utilizados para levarem dentro de seus corpos drogas e celulares; se não o fizessem, o preso era torturado ou morto.

Agora, a maioria das garotas faz o trabalho para ganhar dinheiro, muito dinheiro, mas nem sempre esse é a principal razão, e esses casos eu chamaria de efeito Perséfone, pois me lembra a história daquela adolescente que vivia com seus pais no Monte Olimpo.

Você já visitou um preso dentro do Sistema Carcerário? Se não, e você é uma mulher, garanto que não vai querer passar o inferno que é fazer uma visita a um familiar dentro do Sistema Prisional. Talvez pense que isso jamais acontecerá com você ou com algum familiar seu. Pois é: Deméter, a mãe de Perséfone, também pensava dessa forma.

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Já conheci alguns casos assim: a família sempre acusa as más companhias, ou um namorado. Bem, Deméter acusou Hades, mas por maior que fosse os esforços da família, Perséfone não queria mais voltar, e acabou aceitando ficar entre esses dois mundos, o da família e o do submundo — como vejo muito acontecer até hoje, nas melhores famílias.

Hades não escolheu viver a vida que vivia, mas mesmo que a vida não tenha lhe dado muitas escolhas, ele soube aproveitar as oportunidades: fez do inferno seu reino e levou sua garota para lá, sua Arlequina, sua Perséfone, que também escolheu viver com ele, no lado perigoso e escuro da vida.

Despina, a irmã de Perséfone, tentava por inveja estragar a relação do casal através de intrigas e fofocas. Até hoje isso acontece. Seja com nossa heroína, seja com as garotas que circulam em nosso Sistema Prisional. Só que assim como Hades, que matou muitos que tentaram prejudicar sua amada, os PCCs não admitem que mexam com suas Arlequinas.

Por pura curiosidade: Hades recebia as mais belas e quentes mulheres no Tártaro, mas, por incrível que pareça, apesar da fama de mulherengo, de garanhão, o cara sempre foi fiel à sua garota — ela era sua garota, as outras eram apenas “aliadas” contratadas para fazer trabalhos específicos, como levar informações e outras coisas para dentro do Tártaro.
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Rebelião em Bauru termina sem mortos ou feridos.

A rebelião no Centro de Progressão Penitenciária de Bauru se iniciou por volta das sete e meia da manhã de hoje (24/01) alguns agentes penitenciários ASPs fugiram para aguardar o reforço policial do lado de fora do semiaberto.

Segundo Gilson Pimentel Barreto, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, a rebelião começou quando três agentes penitenciários tentaram retirar um detento que estava portando um celular, a população passou a proteger o colega e os ASPs tiveram que desistir de retirá-lo.

Com a revolta 152 presos fugiram, sendo que pelo menos a metade já foram recapturados. Nenhum preso ou agente penitenciário foi morto ou ferido em confronto durante a rebelião, apenas alguns presos acabaram tiveram ferimentos leves durante a fuga ou os corres da revolta.

Como não há mais condições de ocupar parte do CPPIII, pois dois pavilhões estão parcialmente destruídos, 800 detentos serão transferidos, e dez dos recapturados responderão por formação de quadrilha e danos ao patrimônio e voltarão ao regime fechado com provável perda de benefícios.

Essa ação não tem ligação com a Guerra de Facções e não foi planejada pelo Primeiro Comando da Capital.
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PCC, onde estão, quantos são, e qual sua força?

Relatório do Ministério Público de São Paulo, mostra que o número de filiados do Primeiro Comando da Capital (PCC 1533) era em 2016 de aproximadamente 18.000 espalhados em todo o território brasileiro, sendo que a maioria atua fora do estado de São Paulo — este número não inclui os integrantes das facções aliado: Amigo dos Amigos (ADA, Rio de Janeiro), Bonde do Maluco (BDM, Bahia), Bonde dos 13 (B13, Acre), Guardiões do Estado (GDE, Ceará) e o Bonde dos 40 (B40, Maranhão).

O que falamos neste site dos Amigos dos Amigos→ ۞
O que falamos neste site do Bonde dos 13 → ۞
O que falamos neste site do Bonde do Maluco → ۞
O que falamos neste site dos Guardiões do Estado → ۞
O que falamos neste site do Bonde dos 40 → ۞

No território paulista haveriam 7.000 PCCs e no restante do país 11.157, sendo que a possibilidade de crescimento fora de São Paulo é maior, visto que o mercado interno já está próximo a saturação, o número que circula dentro da facção no entanto é de aproximadamente 25.000 integrantes, e após o início das chacinas deste ano o ritmo de batismos fora do estado se intensificou.

A Guerra entre as Facções já era esperada.

A Família do Norte (FDN), o Sindicato do Crime (SDC-RN), e Comando Vermelho (CV), tentam impedir a hegemonia paulista cujas as causas teriam sido entre outras:

  • suposto acordo existente entre governo do estado de São Paulo com a liderança da organização criminosa que teria sido um dos responsáveis pela diminuição do índice de homicídios no estado e o fim dos ataques às forças de segurança paulistas; e
  • o crescimento da população carcerária brasileira de 90 mil em 1990 para 622.202 em 2016, um crescimento de 691,3% em 26 anos.
A estratégia do Comando é fechar as fronteiras de acesso ao narcotráfico.

Sendo uma organização informal, e não dispondo de meios eficientes de comunicação, depende de contato direto para administrar o crescimento, o que a obriga a ser reinventar a cada momento.

O controle do número de integrantes e suas contribuições, são administradas pela Sintonia do Progresso, mas como há sempre risco de cair nas mãos da polícia, parte das anotações seguem feitas manualmente, e não é possível se mensurar com exatidão o número de integrantes.

O Ministério Público do Estado de São Paulo publicou em agosto de 2016 a estimativa a qual comparamos com o número total de presos no Sistema Nacional. O Primeiro Comando, mudou seu foco, buscando ampliar sua base fora das muralhas, chegando a punir os integrantes que percam a liberdade.

População Prisional 2014 Integrantes da Facção PCC Relação
Acre 3486 578 16,58%
Alagoas 5785 970 16,77%
Amapá 2654 167 6,29%
Amazonas 7455 116 1,56%
Bahia 15399 216 1,40%
Ceará 21789 1396 6,41%
Distrito Federal 14171 103 0,73%
Espírito Santo 16234 177 1,09%
Goiás 13244 279 2,11%
Maranhão 6098 161 2,64%
Mato Grosso 10357 172 1,66%
Mato Grosso do Sul 14904 780 5,23%
Minas Gerais 61286 855 1,40%
Pará 13268 240 1,81%
Paraíba 9596 174 1,81%
Paraná 28702 2100 7,32%
Pernambuco 31510 154 0,49%
Piauí 3224 103 3,19%
Rio de Janeiro 39321 114 0,29%
Rio Grande do Norte 7081 446 6,30%
Rio Grande do Sul 28059 686 2,44%
Rondônia 7631 411 5,39%
Roraima 1610 782 48,57%
Santa Catarina 17914 183 1,02%
São Paulo 219053 7000 3,20%
Sergipe 4307 198 4,60%
Tocantins 3233 212 6,56%
Total 219.053 18773 6,09%
População prisional infopen junho de 2014
Centro de Segurança Institucional e Inteligência do MP-SP ago 2016

Policial queima bandeira do SCD RN em Alcaçuz.

Em vídeo policial do Rio Grande do Norte após retirar uma bandeira do SDC RN coloca fogo e manda um recado para o presidente da facção:

Essa é uma bandeira do Sindicato do RN, tocaram o maior terror.
= Senhor Governador, bote o PCC lá para a casa do cacete.
Com medo do PCC.

Nós policiais somos imparciais!
Como eu falei ontem nós policiais somos imparciais eu fui buscar essa bandeira lá em cima porque eles estavam todos cantando de galo e gritando Cantando de galo e gritando 1814. Olha o que vai acontecer agora com a 1814.

Então eu acho assim. A sociedade não tem culpa não tem culpa da briga de você nós policiais estamos aqui para fazer o nosso trabalho se for preciso a gente faz.
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Eu como policial faço junto com a minha equipe. Se vier pra cima vai achar vai encontrar e vai queimar no meio da praça. Nós não temos nada a ver com a briga. A sociedade não tem que pagar isso.

Para você presidente do sindicato eu tô dizendo isso porque a culpa foi de Mateus Mateus é que anda desafiando a gente aqui dizendo que vai tocar fogo nisso e naquele outro, e vão atirar em polícia. Eu sei que vocês não é de fazer isso, não pelo menos pelo que eu vejo. Vocês que são cabeça lá de cima não. Daí vem um laranjinha vem desafiar a polícia.

Então você quer arrancar cabeça de quem queimou a bandeira do RN, fique sabendo que a culpa foi do Mateus do Leningrado, não culpe o cidadão de bem que a gente não tem nada com o PCC ou o caralho a quatro.

Pronto, já tá pegando fogo com força.

Guerra entre facções PCCXCV em Mato Grosso do Sul.

Relatório Técnico da Agência de Inteligência do 5º Batalhão da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul alerta para ataques que estariam sendo planejados pelo Primeiro Comando da Capital contra os policiais matogrossenses.

O documento não traz mais detalhes de como se teria chegado a essa conclusão, apenas pede para verificar qual o procedimento a ser tomado, além disso, a análise da situação global do estado coloca em dúvida a realidade dessa ameaça.

O site midiamax justifica que haveria razão para a ameaça na Guerra entre Facções, cita também a morte de dois detentos no estado: Cristiano Carvalho de Mello no Presídio de Segurança Máxima de Naviraí e Júnior César Franco Petro na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, em ambos os casos os assassinos tentaram simular suicídio por enforcamento.

A ordem para o ataque aos Policiais Militares teria partido do Primeiro Comando da Capital PCC 1533 e contaria com 90 nomes na lista de alvos. O site no entanto não informa se as vítimas seriam apenas composta de PMs, ou de outros presos, assim como o relatório da Inteligência da PM não o faz.

Até o momento as facções tem focado suas ações dentro do sistema penitenciário, evitando as ruas. Os comunicados com credibilidade de todas as facções divulgados pelas redes sociais afirmam que não vão agir contra a população, no entanto não eliminam a possibilidade de agir contra o Estado e seus representantes.

Os presídios de Mato Grosso do Sul estão recebendo detentos dos estados do Norte que teriam liderado a chacinas em Boa Vista e em Manaus. A experiência já foi tentada anteriormente quando os filiados do PCC foram espalhados de São Paulo para os presídios do restante do país fazendo com que a facção paulista passasse a ser uma facção de âmbito nacional.

Segundo o site caaraponews a guerra entre as duas facções no estado ainda não começou pois tanto o Comando Vermelho quanto o Primeiro Comando da Capital estão atuando de maneira agressiva na filiação de novos membros. A Secretaria de Estado Justiça e Segurança Pública SEJUSP apurou que o PCC tem conseguido ampliar sua vantagem dentro dos presídios, em compensação o CV tem se fortalecido fora das muralhas.

O Primeiro Comando está bem organizado no estado e mantêm a média nacional de filiados (em torno de 5,23% para uma população carcerária de 15.000 detentos segundo o MP-SP, mas números não confirmados atestam que o PCC já chegou ao limite de 40%). O jogo de controle do estado é fundamental para o futuro da organização, pela posição estratégica do estado que faz fronteira com a Bolívia e com o Paraguai. O PCC já domina a Tríplice Fronteira após eliminar o Jorge Toumani Rafaat e conseguir o controle quase hegemônico dos presídios paranaenses.

O Paraguai é hoje o principal produtor de maconha da região e o maior corredor de cocaína da Bolívia para a Europa. A coca boliviana é misturada no Paraguai com precursores químicos ilegais que chegam de outros países.

Em seguida, é escondido em caminhões e contêineres para ser transportado para a África e a Europa. Cabo Verde e Roterdã são os principais portos de destino, segundo a Secretaria Antidrogas do Paraguai (Senad).

Catalina Oquendo – El País

Na última sexta-feira dia 20, Roberto David Cardozo Rojas integrante da facção Primeiro Comando foi morto em uma embostada próximo a cidade de Pedro Juan Caballero, possivelmente mais uma cartada nessa disputa na qual o Comando Vermelho e a Família do Norte (FDN) estão fazendo o possível para não perder definitivamente o controle da região, colocando um prêmio por cabeça dos líderes da facção rival mortos. O site caaraponews conta que a Polícia Civil identificou como sendo de Fausto Xavier Figueiredo do CV uma mensagem de áudio onde articulava a morte dos inimigos durante uma transferência de presos.

Outras facções além do Primeiro Comando da Capital, do Comando Vermelho, e da Família do Norte, atuam no estado e o posicionamento delas, apesar de não parecer fundamental pode fazer diferença: Primeiro Comando do MS, Primeiro Comando da Liberdade, e Grupo G.

A soma de todos esses dados colocam em dúvida o resultado do estudo apresentado no relatório do 5º Batalhão da Polícia de Coxim, se por um lado fica claro que a luta pelo poder entre as facções em Mato Grosso do Sul será acirrada e possivelmente com muitas mortes, por outro lado não há indícios que indiquem uma ação orquestrada contra as forças públicas, exceto é claro as que usualmente ocorrem.

Rebelião no presídio de Santa Cruz do Capibaribe.

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Segundo relatório do Centro de Segurança Institucional e Inteligência do Ministério Público de São Paulo, divulgado em Agosto de 2016, o estado do Piauí é o que possui proporcionalmente a massa carcerária a segunda menor presença de integrante Primeiro Comando da Capital PCC 1533 (2,64%), e é a menor em números absolutos 161 integrantes.

O estado está dividido entre Primeiro Comando da Capital, Bonde dos 40, Primeiro Comando de Campo de Campo Maior (PCM), Primeiro Comando de Esperantina (PCE), e a Facção Criminosa de Teresina.

A rebelião começou na madrugada no Presídio de Santa Cruz foi confirmado uma morte, ferimento em doze, e três fugas, além desses um policial militar também teria saído ferido ao tentar mediar o confronto. O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Pernambuco informou que o presídio com capacidade para acomodar 186 presos estava com 447 detentos, e que no momento da rebelião só haviam três agentes penitenciários no plantão.

As agências segurança afirmam que o incidente não tem ligação com a guerra de facções, e levando em consideração a posição do PCC no estado é possível que estejam certos, no entanto o repórter Josival Ricardo do Plantão Policial informou que um dia antes do incidente já tinha sido anunciado em grupos de Whatsapp.

Porta Voz do SDCRN é preso após ameaçar policiais.

Em vídeo que viralizou no Youtube, rapaz é preso pela polícia e pede desculpas.

Todos os integrantes aí de facções e da mata aí do Rio Grande do Norte, venhamos aqui como integrante do Sindicato do RN aí, reivindicar que nós vamos fazer o bagulho doido nas ruas porque estão mexendo aí com nossos irmãos dentro da cadeia, e o estado aqui é nosso, o PCC não tem vez não.

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Pega os PCCs aí e volta para Caraúba e Pau do Ferro aí, mas não mexa nas cadeias de nós não, porque as cadeias do Rio Grande do Norte é tudo sindicado, e é tudo nosso aí, é tudo doido, até o trem. E PCC ou volta para São Paulo, ou vai para o inferno. E o bagulho vai endoidar ainda agora aqui.

Ó um recado para o governador, ou tira os PCCs de Natal ou vamos botar fogo em tudo, matar policial, o caralho a sete, nós não tá de brincadeira não seus arrombados, seis tão pensando o que? Aqui é sindicato do crime 1814, pcc vai se fuder, polícia vai se foder arrombado.

Pedir desculpa aí para os policiais do RN e as famílias. Eles estão dizendo aí que eu fiz o vídeo aí do Sindicato RN aí, ameaçando família de polícia e de político. Peço novamente desculpas a todos, eu sou um cuzão, sou um bosta, e um merda.
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Novas exigências do Primeiro Comando em Alcaçuz.

19 de Janeiro de 2017
Facção mais organizada do Brasil, somos criminosos e não moleques.

Nosso intuito sempre foi preservar a vida, todos sabem que somos dotados de hierarquia, e somos espelhos a ser seguido.

Existem vários pedidos protocolados que se encontram na mão do Secretário de Segurança do estado do sistema prisional a SEJUS e não que não quis nos separar. Já éramos para estar separados desde o último confronto ocorrido em Caiapó, onde os pavilhões do Sindicato A, B, e C, tentaram de forma orquestrada invadir o pavilhão dos nossos irmãos que era o Pavilhão E, porém não tiveram êxito. No último sábado na data 14 de Janeiro 2017 os integrantes da Facção do sindicato RN teriam ameaçado nossos irmãos do Pavilhão 5 com armas de fogo porém os funcionários nada fizeram, onde e quando nossas visitas foram sair da unidade ao término da revista, nossos familiares foram alvejados com munições disparados pelo pelo Sindicato do RN e isso teria nos deixado e voltados ao ponto de não mais suportar isso que vinha ocorrendo.
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Somos duas facções em guerra, mas “a guerra nossa é nossa” e não dos nossos familiares.

Não admitiremos mais ser oprimidos e estamos preparados no sistema na rua. Se mexerem com nossos familiares responderemos a altura, da mesma forma queremos deixar a sociedade tranquila pois o PCC não admite: baderna queimas de ônibus, de posto de saúde, de escolas, de veículos, de pessoas que não tenham nada a ver com a nossa guerra.

Deixando claro que nossa luta é contra aqueles que nos oprime que é o Governo e não contra a sociedade. Somos o crime organizado no Brasil e os governantes sabem disso então cima disso deixamos o seguinte comunicado: tirem todos do Sindicado da unidade de Alcaçuz ou essa guerra vai se estender na rua e em outros e demais estados do Brasil contra os órgãos públicos policiais de todas as categorias.

assinado Primeiro Comando da Capital PCC. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Reivindicações do PCC para a trazer paz à Alcaçuz.

O Primeiro Comando da Capital PCC 1533 faz exigências para restaurar e manter a ordem na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, próximo a Natal no Rio Grande do Norte.

Em um vídeo distribuído através do Jornal Folha de São Paulo os representantes da facção solicitam:

Reivindicações do Pavilhão 2 – Primeiro Comando da Capital PCC.

Estamos reivindicando contra a direção do presídio de Alcaçuz dirigido por Dinorá Simas, estamos reivindicando contra os maus tratos contra internos e familiares, abuso de poder, quebra da data base, direito de quem está atingindo os benefícios de progressão de regime.
Nós queremos apenas nossos direitos, tentamos diversas vezes conversas com a direção mas não fomos ouvidos, estamos fazendo apenas algo para sermos lembrados e não abandonados pela justiça, essa é a única maneira de a sociedade da sociedade saber que de existimos, e que estamos vivendo como animais amontoados dentro dos presídios, estamos esperando uma solução, esta é uma das reivindicações do Primeiro Comando da Capital.


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Primeiro Comando da Capital volta a dominar Alcaçuz.

Segunda-feira 16 de Janeiro, uma nova rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçus, no município de Nísia Floresta, próximo a Natal. Nesse novo episódio entre a guerra entre as duas facções Primeiro Comando da Capital PCC e Comando Vermelho CV, a batalha pelo controle de Alcaçus é apenas um capítulo. A facção Sindicato do Crime SCRN apesar de não ter uma união formal com a facção carioca é quem está enfrentando a facção paulista.

O Correio24horas informa que o número estimado de mortos seja de 26 presos e não mais 10, os corpos poderiam ter sido jogados nas fossas existentes no presídio. Apesar das autoridades negarem que está havendo uma rebelião, o vice-diretor da unidade confirma que “a cadeia está virada”.

Segundo o jornal Tribuna do Norte os presos estão fazendo barricadas enquanto agentes penitenciários e policiais militares se posicionam para tentar retomar o controle. As forças públicas não haviam ainda retomado a unidade por completo depois da última rebelião pois tiveram que interromper a operação para conter outro motim que ocorreu na Cadeia Pública de Natal.
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); As facções rivais Primeiro Comando da Capital PCC e Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte SDCRN.

Em um vídeo postado por um dos internos mostra o domínio do Primeiro Comando da Capital no interior do Pavilhão 5, o preso narra:

Olha aqui é tudo PCC. Só pessoal lá de cima que é do SCRM. Nós toma tudo é doido para subir. Tão tudo doido para subir para pegar esse sindicato. Para meter a faca e torar os pescoços, e esses não é só esses não. E aqui tão tudo solto aqui no pátio, no cinco em todo canto, aqui é tudo cinco, olha. As galeras dos irmãos aqui. Tudinho. Lá em cima é que os bichos do Sindicato lá pra cima. Aqui é os irmãos, é o PCC, viu, porra. Tão ganhando a cadeia viu. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Resgate de presos do PCC em Piraquara no Paraná.

A operação de resgate de presos na Penitenciária Estadual de Segurança Máxima de Piraquara que resultou na fuga de 28 presos e na morte de 2 outros foi uma complexa operação executada na madrugada deste domingo, 15 de Janeiro.

Com esses óbitos já são 129 presos mortos neste mês contando apenas os cinco episódios que mais repercutiram. O jornal Gazeta do Povo já está chamando esse mês de “Janeiro Negro”.

Os presos que morreram trocaram tiros com a Polícia Militar durante a fuga, com eles foram encontrados uma metralhadora Uzi 9 milímetros, colete balístico, e centenas de munições, conforme apurou o site tribuna.com.br.

Os presos da Casa de Custódia de Piraquara agitaram as galerias, enquanto a segurança era reforçada por lá, um grupo implantou bombas na área externa dos muros do Piraquara I, teriam sido duas explosões segundo foi apurado pelo site Banda B.

Mais de uma dezena de homens fortemente armados deram cobertura aguardando do lado de fora da unidade, estes ficaram abrigados próximos ao presídio abrigados em uma barraca com alimentos e bebidas até o momento da ação.
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Quatro homens que participaram da operação de resgate foram presos após fazerem uma família de um haras próximo como refém, o Major Cesar do BOPE elogiou a ação da equipe de resgate declarando:

“Eles vieram para o arrebatamento bem preparados, vieram com armas de grosso calibre, com grande potencial ofensivo. Com os quatro capturados haviam três fuzis 762, duas pistolas 9mm, e dois coletes balísticos. Eles vieram preparados para a guerra mesmo.”

A unidade abrigava parte da liderança do Primeiro Comando da Capital no estado e de lá é que teria saído o “salve” para o massacre de Rondônia. Entre os fugitivos estão alguns dos líderes da facção. O site Banda B publicou a listagem completa com um pequeno histórico de cada um deles, no entanto a princípio o salveiro irmão Sumô não se encontra na listagem.

Quase ao mesmo tempo que o Brasil olhava para Piraquara dez detentos fugiam do presídio em Ibirité em Minas Gerais. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});