Atentado Moro: a mal contada história do atentado da Facção PCC

Investigação de 2023 sobre atentado Moro envolve fantasmas da facção PCC 1533 que sumiram em 2021. A história fica mais doida ainda com a desconfiança do Presidente Lula.

Atentado Moro Primeiro Comando da Capital

Atentado Moro: mistério sinistro rola no PCC, com dois irmãos que sumiram antes de armar a parada. História pesada, com acusações, sumiços e um ataque programado contra o futuro senador. Já ouviu falar do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533)?

Os manos Nadim e Tobé, acusados de planejar o atentado Moro, podem ter sido vítimas do próprio PCC. Como é que fica a fita? Essa treta, cheia de perguntas sem resposta, desafia o raciocínio e bota a mente pra funcionar. Quer entender essa parada? Continua na leitura que o bagulho é complexo.

Atentado Moro: dois fantasmas investigados

Em 2023, a polícia investiga dois irmãos do Primeiro Comando da Capital, conhecidos como Nadim e Tobé. Eles foram acusados de planejar uma fita pesada em 2022, contra o futuro senador Sergio Moro. Aí que a parada fica louca, os caras sumiram do mapa lá em 2021.

A juíza Sandra Regina Soares liberou a denúncia contra os manos e mais um monte, todos acusados de fazer parte de uma organização criminosa e de armar sequestro pra extorquir. Nos papos que os caras trocavam, o nome dos dois aparecia direto, mostrando que eles eram os chefes do esquema. Nadim era o cara da célula terrorista e Tobé era o cérebro das finanças.

Os homens do Ministério Público de São Paulo acham que os caras foram condenados à morte pelo “tribunal do crime” do próprio PCC, mas ninguém sabe qual foi a real pra eles terem levado chumbo.

Atentado Moro: difícil de engolir

Agora, presta atenção na sequência: os caras tão sendo acusados em 2023 por um esquema que armaram em 2022, mas o corpo do Tobé foi achado numa vala em São Bernardo do Campo lá em 2021. E o Nadim? Sumiu no começo de 2021, deixando só o carro dele abandonado na Vila Maria, Zona Norte de Sampa.

Os irmãos faziam parte de um bonde de 13 acusados que planejaram o sequestro do senador Sergio Moro. A cana diz que quem armou a fita foi o Nefo, que tá em cana desde março desse ano.

Aí fica a questão: como é que os caras tão sendo acusados de armar uma parada em 2022 se já tavam desaparecidos ou mortos em 2021? Essa fita tá toda enrolada, mano. E ainda tem mais, depois que Nadim e Tobé sumiram do mapa, a missão foi passada pro Tuta e pro Deva, que também desapareceram. O que rolou com eles, ninguém sabe. Mas a suspeita é que encontraram o mesmo fim trágico.

Lula já Desconfiava da Fita do Atentado Moro

O presidente Lula, na função atual, mandou a letra de que tá achando que essa fita do atentado ao Moro é toda armada. De acordo com ele, a Polícia Federal tá só cumprindo a vontade do Moro, colocando o dedo nos caras da facção. E aí, o sinal de alerta tá ligado, porque a parada tá cheia de contradições que fortalecem o que Lula tá falando.

Numa correria no Rio, Lula deixou claro que não quer acusar ninguém sem prova concreta, mas não deixa de suspeitar que essa história toda é mais um jogo do Moro. “Vou descobrir o que aconteceu, é visível que é uma armação do Moro, mas vou investigar, entender o porquê dessa parada”, ele disse na lata.

Ele prosseguiu, “vamos aguardar a real. Não vou atacar sem ter prova, mas se for mais uma armação, o Moro vai ficar mais na cara ainda”. Na visão de Lula, o Moro pode estar se queimando com toda essa mentira. Mas o foco dele, Lula, não é o Moro, e sim melhorar a vida dos mais de 200 milhões de brasileiros.

Na voz, o promotor de Justiça Gakiya

Então, vê só, o Lincoln Gakiya, promotor do Gaeco, entrou numa briga da pesada em 2018, trombando de frente com o Primeiro Comando da Capital. A situação ficou braba quando ele mandou os líderes do PCC, incluindo Marcola, o cara que manda na quebrada, pra cadeia federal.

Bolsonaro, e o Moro, tão no palco da Band falando que mover o Marcola foi ideia deles. Os caras até esculacharam o Lula, dizendo que o presidente nunca teve coragem de fazer o mesmo nos tempos do governo petista. Mas o barulho de verdade, quem fez foi o MP-SP: eles disseram que a ideia de mudar o Marcola foi do Gakiya, não do Bolsonaro ou do Moro.

O Gakiya já tinha mandado a letra da transferência em novembro de 2018, mas a parada foi segurada por medo de confusão, os homens temiam que o crime fizesse um estouro. Então vem a pergunta: Se nem o Moro e nem o Bolsonaro levaram os manos do PCC pra federal, que história é essa de eles estarem na mira do PCC? Essa fita tá estranha, mano, não tá batendo.

Autor: Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Primeiro Comando da Capital ☯ Facção PCC 1533 ☯

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading