Bolívia: ataque à envolvidos com o Primeiro Comando da Capital

Pai e filho envolvidos com o Primeiro Comando da Capital são atacado em um intervalo de poucas horas. O pai foi morto na Bolívia e o filho sobreviveu no Brasil.

Foto do local do ataque a envolvidos com o Primeiro Comando da Capital

O ataque a envolvidos com o Primeiro Comando da Capital foi realizado por duas equipes de criminosos em dois países.

Mapa mostra local dos dois atentados contra pai e filho envolvidos com a facção criminosa PCC.

O ataque foi a pai e filho, ambos advogados e empresários

Flavio Verdum de Almeida Júnior, foi baleado ao meio-dia na cidade de San Ignacio de Velasco, no Departamento de Santa Cruz, na Bolívia.

Ele estava ao celular falando com parentes no Brasil para saber sobre as condições de saúde de seu filho atacado uma hora antes.

Felipe Carlos de Almeida, seu filho, alvejado na cidade de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, no Brasil, a seis horas de distância.

Ambas as ações foram executadas por duplas de pistoleiros e a ação orquestrada indica o nível do crime organizado na região.

Em poucos meses, outros três familiares de Flávio foram alvos de ataques, o que leva os investigadores a trabalhar com a hipótese do envolvimento com o crime organizado.

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O envolvimento do pai e do filho na facção

Flávio esteve envolvido diretamente com a facção PCC 1533, estava foragido da Justiça brasileira, e foi atacado em uma oficina onde veio a falecer.

Já seu filho Felipe está respondendo criminalmente por lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Felipe foi atacado quando chegava pela manhã em seu escritório, mas sobreviveu aos ferimentos.

Ainda não se pode afirmar se os crimes foram por desentendimento dentro da facção, guerra entre facções, ou cobrança de dívidas.

As autoridades policiais de ambos os países tem ciência da presença e atuação das facções criminosas na região da fronteira.

No entanto, outros ataques relatados pela repórter Daniela Romero L. do Página Sete provam que a facção paulista atua também na capital e em outras regiões.

Autor: Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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