A morte do Promotor de Justiça e a facção criminosa PCC 1533

O cerco contra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital se fecha na medida em os envolvidos estão sendo presos.

Imagem com homenagem ao promotor de Justiça Marcelo Pecci

Capturade em El Salvador aproxima facção criminosa do crime

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (facção PCC 15.3.3) ordenou o assassinato do promotor de Justiça Marcelo Pecci do Ministério Público do Paraguai — é o que acreditam as autoridades dos diversos países.

O crime ocorreu no dia 10 de maio de 2022 na praia de Barú, na província de Cartagena, na Colômbia, onde o funcionário do governo paraguaio aproveitava sua lua de mel quando dois homens invadiram a praia particular em jet skis e dispararam contra o promotor.

Marcelo Pecci se destacou no combate ao tráfico internacional de drogas geridas pela organização criminosa PCC 1533 oriundas do Paraguai, passando pelo Brasil com destino a Europa.

Os irmãos Andrés Felipe e Ramon Emilio Perez Hoyos foram presos crime ainda em solo colombiano, e agora foi capturada em El Salvador Margaretha Chacón Zúñiga, uma colombiana que teria participado da organização do atentado.

Juntamente com ela, um cidadão de El Salvador, Vibert Giovanni Rodrigues, foi detido por ajudar na fuga e ocultação de Margaretha. No entanto, ainda não há provas apontando os mandantes ou o envolvimento da organização criminosa paulista.

reportagem completa no Los Angeles Times

Autor: Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: