Vão a Júri Popular os PGCs que mataram tio de PCC em SC

Os integrante do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) Claiton, Jesiel, Luan, Mikael, e Richard irão a Júri Popular pelo sequestro e assassinato de Lucas, e sequestro e tentativa de homicídio Roni do integrante do Primeiro Comando da Capital em São José em Santa Catarina em novembro de 2017.

Mikael, Luan e Richard e mais dois PGCs foram até a casa onde moravam Roni e seu tio Lucas no Dona Vanda. Mikael e Luan arrombaram a porta de Roni e sob a mira de pistolas e um fuzil Roni e Lucas colocaram ele deitado no chão na frente da casa. Luan arrebentou a porta da casa de Lucas, o tio de Roni, e um tal de “Fofão” entrou na casa e o derrubou arrebentando-o  no chute enquanto Richard apontava a arma para a esposa dele.

Tio e sobrinho foram jogados no porta mala de um Fiat/uno vermelho e foram levados até o Morro da Boa Vista onde uns 20 integrantes da facção PGC fortemente armados estavam esperando.

Avisaram que iriam gravar a tortura, morte dos dois e jogar nas redes sociais para vingar uma ação na qual o PCC na Costeira, em Florianópolis, filmou as agressões em um integrante do Primeiro Grupo Catarinense.

Roni aproveitou um descuido dos caras e correu para a mata e quando encontrou um idoso pediu para ligar para a Polícia Militar. O tio dele não teve tanta sorte e depois de ser amarrado levou 4 tiros nas mãos e joelhos, depois de deixar o homem agonizando um tempo o executaram com mais 4 tiros na cabeça.

Umas três horas depois, uma guarnição da Polícia Militar abordou Richard, Claiton e Jésiel que estavam em um ponto de ônibus com as roupas sujas de sangue e barro, foram conduzidos e reconhecidos por Roni como tendo sido os autores do crime.

Agora cinco dos envolvidos serão julgados pelo Tribunal do Júri.

Autor: Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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