O envenenamento de cães em Itu e as três mulheres.

Estou tão desesperado quanto à senhora – disse-lhe eu – com tudo o que aconteceu. Opus-me o quanto pude; mas as nossas santas leis nos ataram as mãos; afinal, graças ao céu e ao seu trabalho aquela pequena alma canina foi salva.

É verdade que muito lutei durante minha vida a favor destes pequenos seres que nos amam como se fôssemos deuses, os cães. Hoje só posso agradecer a Patrícia Gollitsch Daunt, voluntária da Associação de Socorro e Proteção aos Animais de Itu.

Patrícia chegou a Praça Joaquim Pinto de Oliveira, Bairro Prudente de Moraes, para socorrer dois cães de rua que teriam sido envenenados e estariam padecendo na garagem de uma casa, foi na manhã da segunda-feira 18 de agosto de 2008.

Estou tão desesperado quanto à senhora – disse-lhe eu – com tudo o que aconteceu. Opus-me o quanto pude; mas as nossas santas leis nos ataram as mãos; afinal, graças ao céu e ao seu esforço a vida destes seres foi mais amena.

É verdade que muito lutei para que os donos de cães não os largassem pelas ruas, mas pessoas como Fátima Cristina é quem cuidam destes pequenos seres abandonados pelas ruas, dando-lhes água, alimento e proteção.
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Fátima é quem percebeu que dois cães de rua que ela cuidava foram envenenados: um já estava morto o outro ainda sobreviveria. Chamou Patrícia que elevou-o ao local mantido pela associação protetora dos animais para tratamento.

Estou tão desesperado quanto à senhora – disse-lhe eu – com tudo o que aconteceu. Opus-me o quanto pude; mas as nossas santas leis nos ataram as mãos; afinal, graças ao céu e a sua luta, talvez tenhamos as ruas mais limpas e seguras.

É verdade que muito lutei para que as pessoas parassem de tratar dos animais de rua, encaminhando-os para o Departamento de Zoonoses onde poderiam ser: tratados, doados, ou isolados. Mas pessoas como Cleide Aparecida Todesque é quem enfrentam os pseudos protetores dos fracos e oprimidos.

Cleide via cada vez mais aqueles animais pelas ruas, já tinha tentado de tudo para tirá-los de lá, mas sempre existe alguém que se compadece do sofrimento alheio, não tem coragem de trazer para dentro de casa, mas aceita socializar o problema.

Estou tão desesperado quanto às senhoras – disse-lhes eu – com tudo o que aconteceu. Opus-me o quanto pude; mas as nossas santas leis nos ataram as mãos; afinal, graças ao céu tudo agora está resolvido, tristemente não como gostaríamos.

É verdade que muito lutei para que as coisas não tivessem chegado aonde chegaram:

Patrícia fez o que achou certo, ao ver aquele cão padecendo socorreu-o, e deu todo amparo legal para Fátima, que fez o que achou certo, cuidando daqueles seres desprotegidos que padeciam em sua rua e acusando Cleide, que fez o que achou certo, ao ameaçar envenenar aqueles animais soltos, que traziam perigo de acidentes, mordidas e doenças para seu bairro.

Nunca saberemos se Cleide de fato envenenou-os ou sabe quem o fez. Dr. Hélio Villaça Furukawa propôs que ela pagasse uma multa de R$ 200,00 ao Instituto Formando Gente, e se encerrasse o assunto.

Ela aceitou, mas será que o assunto morreu, assim como o cachorro?

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Autor: Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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