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André do Rap: a real do líder do Primeiro Comando da Capital PCC

André do Rap: conheça real a história do líder do Primeiro Comando da Capital (facção PCC 1533) como pode ser bem diferente do que mostra a mídia.

André do Rap, a Facção PCC 1533, e a Realidade das Quebradas

André do Rap, líder do Primeiro Comando da Capital, apresentando a verdade, irmão. A grande mídia, sempre em busca de audiência, cria um mito folclórico em torno dele, distorcendo informações e associando qualquer evento no país ao nome de André.

Mas aí, o advogado criminalista Áureo Tupinambá Filho entra em cena. Ele esclarece que o helicóptero de R$ 7 milhões devolvido pelo STJ não pertencia ao líder da facção PCC, mas a mídia insiste na ideia contrária. Além disso brother, apreensão de itens foi feita de maneira incorreta, sem ordem judicial, irmão.

Áureo Tupinambá Filho deixa claro que a lei deve ser cumprida, mesmo que no caso de André do Rap ela tenha sido desrespeitada. Em 2019, durante a prisão, a polícia apreendeu celulares, computadores e moto aquática, tudo isso sem autorização judicial, falhando na missão.

André do Rap foi condenado em segunda instância por tráfico de drogas e teve sua prisão decretada. Outra investigação envolvendo lavagem de dinheiro e organização criminosa estava acontecendo, mas a mídia só quer saber de sensacionalismo, entende?

Então, irmão, fique atento e analise as informações com cuidado, especialmente quando envolve casos como o de André e a facção PCC. A realidade é bem diferente do que a mídia quer te fazer acreditar, mantenha-se informado e não se deixe enganar.

A mídia e suas histórias

Mano, tá complicado pra nossa sociedade escapar dessa fita – a construção de um ciclo policial-midiático-criminoso, um pelourinho da mídia que expõe e criminaliza a periferia pro prazer daqueles que se acham superiores.

A TV é um show que não traz informação, só faz espetáculo. Talvez ainda seja a maior influência na opinião sobre os manos das facções.

“O que é a facção e como agem os irmãos” são ideias criadas, não verdades absolutas. A imagem vive sendo reescrita, mexendo e sendo mexida pela mídia, que reconstrói junto com a sociedade toda.

A parada de quem é vilão e quem é herói muda pra cada um, e o que é “herói” pra um grupo de pessoas e classe social não é a mesma coisa pra outros grupos e classes.

Mas, é preciso sacar que essas imagens, tanto do vilão quanto do herói, são feitas pela mídia (e essa construção mexe, também, com a autoimagem da galera).

Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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