Crimes Transnacionais

Prisão de Traficante Brasileiro do PCC em Pedro Juan Caballero

A prisão de traficante brasileiro do PCC confirma metodo de células independêntes para distribuição utilizado pelo Primeiro Comando da Capital na Fronteira.

A Prisão de Traficante Brasileiro do PCC no bairro Guaraní

No bairro Guaraní, um dos mais movimentados e enigmáticos de Pedro Juan Caballero, o destino de um traficante brasileiro do PCC, foi selado.

Membro da organização criminosa Primeiro Comando da Capital, ele foi capturado pela polícia em uma residência alugada.

Segundo informações, ele coordenava a compra e o embarque de drogas destinadas à cidade de São Paulo.

Documentos falsos e a identificação

Apesar de portar documentos paraguaios falsos, o nome estava grafado corretamente, o que, ironicamente, tornou mais fácil sua identificação pelas autoridades.

Presença do PCC em Pedro Juan Caballero e o bairro Guaraní

A presença de integrantes do Primeiro Comando da Capital em Pedro Juan Caballero remonta os primeiros anos do século 21.

Mas as informações apontam para uma crescente atuação do PCC na cidade, estabelecendo rotas de tráfico e pontos de venda no lado paraguaio da fronteira.

O bairro Guaraní, palco desta prisão, é um local emblemático, conhecido por ser um ponto de encontro entre culturas e comércio, no entanto, a região também atrai atividades ilícitas, como contrabando e tráfico de drogas.

Ainda não se conseguiu estabelecer uma definição sobre terrorismo internacional por convenção nas Nações Unidas. Conceito elástico, em que caberia até o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho, é pugnado pelos EUA. Caso vingasse, qualquer movimento separatista armado seria dado como terrorista.

Secando gelo

A captura do traficane representou uma vitória temporária. As autoridades sabem que é impossível conter o tsunami do tráfico transnacional com esse tipo de operação, no entanto, é preciso alimentar a imprensa com resultados.

Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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