O PCC segundo a Rádio Globo

A carta da Máxima e o ódio do filho do patrão

O ódio é um sentimento constante na vida de um garoto da Família 1533, seja pelo ambiente, pela necessidade ou por sua natureza, ou simplesmente porque trata-se de um moleque.

O filho do dono da biqueira na cidade nova

O filho do dono da biqueira do 15

Alguns nomes de lugares e pessoas foram mudados… ou não, nem me lembro mais.

Quinze anos! Quinze anos!

João estava puto, amassou o papel e esmurrou a parede. Deu cinco ou seis passos no quarto, deitou-se na cama, de barriga para o ar, pensando. Depois foi à janela, e ficou olhando com muito ódio para a rua.

Você talvez imagine que fosse a carta de uma namorada, mas não: era uma mensagem do pai de João, que estava preso em uma Máxima, e a enviou para o filho por meio de uma garota que fazia o pombo-correio para Biel, patrão da biqueira da rua São José e tio de João.

Talvez você conheça o João que mora na Cidade Nova, mas se não conhecer, eu te conto, daí, se você for daqui, vai saber quem é ele.

João é o filho mais novo dos Gonçalves da rua Dois, cujos pais, irmãos e a irmã estão presos por tráfico. Até o cachorro, chamado Maconha, foi recolhido para a Zoonoses depois que mordeu um policial — o João mesmo só escapou pois “era de menor”.

Biel somou o fluxo da biqueira da rua Dois e se comprometeu a cuidar de João, mas o garoto preferiu morar sozinho. Biel paga pontualmente o valor acertado pela facção Primeiro Comando da Capital para o garoto.

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Uma mensagem do presídio de segurança máxima

João tão depressa recebe como gasta o dinheiro. O que acontece é que a maior parte do tempo vive duro, mas para quem tem quinze anos isso não é problema nenhum. A única zica é que outro dia ele acabou comprando algo que não devia e não precisava.

Comprou por pura empolgação, só que tinha que pagar, e foi pedir para Biel o dinheiro. Este, em vez de só dizer “não”, falou com o pai de João, dizendo que o garoto estava pondo os pés pelas mãos e gastando o dinheiro da Família em besteiras.

E então ele recebeu aquela carta:

“Tô desde 1992 longe da quebrada, tá ligado? Seis passagens, mais tranca do que praticamente solto. Agora deu uma normatizada e tem uns aparelhinhos aqui… Tem uma tela dentro da cela, tá ligado? Tô sozinho dentro duma cela pequenininha. Oh, o barato entra dia, sai dia…

Aí, agora deixa eu falá prô cê, a fita é o seguinte, se liga só na fita, você não tem tempo não para curtir não. Procura ganhar um dinheiro, daqui uns dias aí, vai estar guardando dinheiro no banco, comprando um carro, reformando sua casa, ou construindo uma casa aí para você, tendeu?

Agora, se liga, não tem conversa errada, tem gente que não pensa no coletivo e só quer ostentar enquanto os irmãos passam fome em alguns estados e sofrem a opressão aqui dentro das muralhas, não tá certo não.

Você tem que trabalhar pra conseguir seu progresso.”

Biel não só não pagou a conta que o moleque fez como ainda falou para o pai dele, e agora, por culpa disso, o velho tinha mandado de dentro do presídio ele arranjar um trabalho — maldita hora que gastou aquele dinheiro!

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Ódio e vingança — só se for agora!

João ainda estava olhando pela janela, mas reparou que algumas garotas que estavam do outro lado da rua o olhavam com medo, mas pudera, ele era pura fúria, o tipo olhar de ódio que um garoto de quinze anos pode ter.

Tinha acabado de acordar, já passava do meio-dia, iria comer alguma coisa e seguir até a casa de Biel para arrebentar com ele. Ninguém tentaria enfrentá-lo. Mas antes precisava comer alguma coisa, e deveria ter algo na geladeira.

Comeu algo gelado mesmo, e tremendo de raiva. Vestiu-se e saiu com tanta pressa que até esqueceu de pegar o celular, e então teve que voltar. Quem sofreu com isso foi a porta que levou um chute e a parede que foi novamente esmurrada. Saiu afinal.

Eram os quinze anos que fazia seu sangue ferver, afinal ele não era mais criança, não iria engolir a afronta. Esse era o momento para pegar de volta a biqueira da Dois. A rua São João ficava no final da rua Dois, iria resolver isso rápido — poucas conversas.

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As ideias de seus amigos da quebrada

Quando dobrou a esquina da rua São João com a Dois, ouviu uma voz chamando por ele, mas nem parou. Seguiu para cumprir sua missão, mas alguém veio correndo por trás e colocou a mão no seu ombro: era Lucas.

Lucas era um amigo de verdade, mas quase teve que arrastá-lo para dentro do bar, onde estavam mais três rapazes em volta de uma mesa de bilhar — eram todos seus colegas de zoeira desde que eram criancinhas.

Perguntaram-lhe aonde iria com aquela raiva toda. João respondeu que estava indo arrebentar um cara, e os três colegas falaram que iriam junto — só que João falou que não, que era coisa dele e que ele tinha que resolver aquilo sozinho.

Lucas, João e seus colegas começaram uma partida de bilhar, e os garotos tentavam tirar do filho do Gonçalves quem seria “o cara que iria tomar um pau”, mas ele não dizia — todos acabaram apostando que seria o Henrique da rua Três.

O bairro inteiro sabia que João estava a fim da Fran, a filha de Biel, e o Henrique, que estudava na mesma classe que ela, a acompanhava até em casa todas as noites — diziam que ele era gay, mas João queria arrebentá-lo mesmo assim.

Onde citei neste site as novinhas → ۞

As conversas que rolam à volta da mesa de bilhar

Aí a conversa foi sobre as novinhas da New City e quem estava ficando com quem. Uma das partidas foi interrompida porque começou entre eles a discussão se Henrique era ou não era gay, e se ele merecia ou não tomar um pau.

Dez da noite chegou, e a escola que a Fran e o Henrique estudavam tocava o sinal às dez e dez, mas os portões já deviam estar abertos. Se quisessem chegar a tempo de pegar os dois saindo, teriam que andar rápido.

Nem tinham saído do bar, pararam duas viaturas do tático, “mãos na cabeça” e tudo mais — não ia ser essa noite que o Henrique iria ter que encarar o João, mas não tem problema, nada é problema de verdade para quem tem quinze anos.

Amanhã o Henrique vai aprender a não dar uma de talarico. O garoto estava se queimando por dentro, pensando que sua garota estaria naquele momento conversando com o inimigo, e nem prestou atenção que o policial estava falando com ele.

Onde citei “talarico” neste site → ۞

Moleque da quebrada sabe como funciona

O tapa que levou na cara quase o derrubou — era o cabo Nunes, que vivia abordando ele, e sempre passando carão, pois João nunca estava com nada. O policial não se conformava, e agora se vingava, aproveitando o vacilo.

João conhecia como funcionava a coisa. O ódio tinha que ser engolido, e ele precisava continuar com o “não, senhor” e “sim, senhor”, senão Nunes o jogava na viatura e iria até a casa dele — não tinha nada lá, mas era a cara do policial plantar arma ou drogas.

Depois de zoarem o quanto quiseram da molecada, e não encontrando nada, foram embora. João dizia para todos ali que isso não iria ficar assim, ele mesmo ia acabar com a raça maldita do cabo Nunes, custasse o que custasse.

“Se meu pai ou se o Biel estivessem aqui”, falou agitado, com o olhar de ódio, enquanto esmurrava a parede do bar, “o tratamento dos ‘vermes’ seria outro, mas agora eles vão aprender a me respeitar.”

Onde citei neste site a Polícia Militar → ۞

Quando os inimigos passam a ser aliados

João contou seu plano para Lucas e seus colegas:

“Vou pedir para o Biel uma arma e acabar com a raça do desgraçado do Nunes. A Fran e o Henrique nunca são abordados, então vou pedir para o Henrique ficar com o canhão, assim não tem perigo de me pegarem, volto com eles da escola, e se passar a viatura do Nunes — já era.”

“Vou ter que pedir para meu pai conseguir autorização da facção para deixar eu matar o Nunes; mas agora é tarde, amanhã a gente planeja os detalhes para acabar com a raça desse cão, — amanhã a gente se reúne aqui para trocar umas ideias.”

Quinze anos! Quinze anos!

Onde citei neste site os inimigos do PCC → ۞

Baseado no texto “Vinte Anos! Vinte Anos!”, de Machado de Assis, publicado originalmente em 1884.

A facção Mercado do Povo Atitude MPA e o PCC 1533

A parceria entre as facções MPA e PCC não vem de hoje e nunca esteve mais forte, apesar dos esforços das autoridades — talvez a abordagem utilizada deveria ser outra.

facção Mercado do Povo Atitude facçao MPA 1533

A facção Mercado do Povo Atitude MPA existe?

Acho que terei que, na humildade, pedir permissão para chegar no privado do Geral dos Estados e Países para que ele deixe claro o posicionamento da facção Mercado do Povo Atitude (MPA) em relação ao Primeiro Comando da Capital (PCC 1533).

Ninguém duvida que a MPA é uma das facções ligadas ao PCC na Bahia, no entanto, ela não aparece na listagem de aliados e inimigos do final de 2017. Confira comigo:

ALIADOS DO PCC NA BAHIA

Bonde do Maluco (BDM)
Outro de Ouro
A geita
FAL
BNT
PCA

INIMIGOS DO PCC NA BAHIA

Comando da Paz (CP)
Comando Vermelho (CV)
Terceiro Comando de Itabuna (TCI)

FACÇÕES EM PAZ COM O PCC

APE
Katiara
MTA
Os cavera
PG
Suave Jorge

Algumas são muito conhecidas, outras, para a maioria das pessoas, nem existem. A dúvida permanece: cadê a facção Mercado do Povo Atitude? Será que ela ainda existe ou será que Gilberto estava falando a verdade?

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Fiéis desde que eram pequenininhos lá na Bahia

Faz tempo que ouço falar dessa tal facção Mercado do Povo Atitude. A primeira pessoa que me trouxe notícias desses criminosos baianos foi Mário Bittencourt, repórter do A Tarde, em dezembro de 2011. Isso já faz mais de cinco anos, e a organização criminosa já estava com a Família 1533:

“Edilson Pereira Vianna, 33, o Aleluia, morto domingo a cerca de 100 metros da delegacia, era do grupo de Buiú, líder do MPA, e teria ajudado na fuga, sábado passado, do traficante Rivaldo Freitas Oliveira, o Maicão, que teria ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa paulista.”

Naquele tempo, já se sabia que a MPA tinha nascido nas ruas próximas ao Mercado do Povo, no Baião em Porto Seguro, e que já havia se expandido para os bairros do Paraguai e do Ubaldinão, sob o comando de André Marcos dos Santos, o tal do Buiú.

Mário conta um caso que mostra que a facção MPA, mesmo no começo, já corria pelo lado certo do lado errado da vida:

Eles mandam aqui. Certa vez, roubaram roupas que vendo e me queixei com um deles; à noite, as roupas foram devolvidas em minha casa”, contou um morador do Ubaldinão.

No entanto, já nasceram com sangue de cangaceiros nos olhos:

“Com os traficantes rivais, porém, as ações são bem incisivas: tocam fogo em casas, matam, ameaçam familiares e fazem rondas armadas perto da casa dos inimigos.”

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Gilberto, mesmo sendo político, falou a verdade?

Sei que é difícil acreditar em um político, eu sei, mas têm alguns que falam a verdade, e talvez tenha sido esse o caso. Isso explicaria o porque de o nome da facção aliada MPA não constar na lista de 2017 — como diria o padre Quevedo: “non ecziste”.

O repórter Pedro Ivo Rodrigues, do site O Xarope, relata que o prefeito de Porto Seguro, Gilberto Abade, se reuniu com as autoridades alguns dias após a morte de Alelúia. Entre outras coisas, o político afirmou:

“Nós vamos garantir a segurança dos cidadãos, a integridade das famílias de bem. A ação do Estado foi para mostrar aos bandidos que aqui tem lei e tem ordem. As pessoas honestas não podem defender criminosos […] Eles também assassinam as crianças… [e] O governador Jaques Wagner está firme comigo”

Segundo Gilberto, já não são nem as bruxas e nem os comunistas que matam criancinhas, agora são os facciosos do MPA. O preço a ser pago pela segurança pública é agora a eterna vigilância de toda a sociedade contra esses homens maus.

As declarações do prefeito de Porto Seguro foram feitas há mais de cinco anos, e nos esclarece a omissão do nome da facção Mercado do Povo Atitude na lista de aliados e inimigos do PCC. Gilberto Abade, Jaques Wagner e toda força policial municipal, estadual e federal já devem ter acabado com meia dúzia de semi-analfabetos sem capacidade e estrutura.

“O trabalho não acabou. O policiamento ostensivo foi reforçado em Porto Seguro. Há mais de 20 equipes especializadas da Polícia Militar e efetivos da Polícia Civil na cidade. Também contamos com o apoio da Polícia Federal” — delegado Evy Pedroso 2011.

Onde citei neste site o padre Quevedo → ۞

O PCC e o mundo líquido de Zygmunt Bauman

Enquanto Gilberto aposta no discurso macartista, Marcola, que já cansou de dizer que não é chefe do PCC, surfa em no mundo líquido de Bauman — em que as fronteiras se dissolvem, seja entre as nações ou entre as organizações criminosas.

Antônio Mateus Soares, Matheus Reis de França e Claudemir Santana acreditam que isso é uma característica dessa era de transição, na qual os limites ainda não estão claramente estabelecidos — afinal, não há mais o certo ou o errado, tudo agora é relativo.

O certo é que devido a insustentabilidade social dessa época, jovens que não conseguem se adaptar às necessidades de um mundo globalizado busquem estabilidade no mundo do crime, mais simples, em que o certo é o certo e quem corre pelo errado morre — simples assim.

Os pesquisadores abordam essa questão e falam sobre a Mercado do Povo Atitude e sua arquirrival, a facção Comando da Paz (CP), no estudo A economia do ilegalismo: tráficos de drogas e esvaziamento dos direitos humanos em Porto Seguro, BA, apresentado no IX ENCONTRO DA ANDHEP.

Onde citei Bauman neste site → ۞

Falando sobre quem “non ecziste

Nesse mundo construído por Gilberto Abade e Jaques Wagner, no qual estão garantidas a segurança dos cidadãos e a integridade das famílias de bem, não há espaço para facções criminosas como as descritas pelos pesquisadores.

No entanto, Antônio Matheus e seus colegas afirmam que a facção não só se manteve viva e forte mas também estava ombro à ombro com a facção paulista:

“O MPA — Mercado do Povo Atitude —, facção que atua no sul e extremo sul da Bahia e, segundo depoimento de membro da facção e de policiais, possui vinculação com o PCC — Primeiro Comando Capital —, que, além de emprestar os princípios ideológicos de funcionamento, operacionaliza a distribuição de armas de fogo e de drogas no atacado para a comercialização.”

Os autores também fazem uma síntese comparativa entre o MPA e o CP:

MERCADO DO POVO ATITUDE MPA. — Bairro Baianão.

Ligação: PCC-SP — Símbolo: Caveira e Cruz (1533 MPA) — Estratégia: queima de ônibus; bloqueio de vias; toque de recolher; e celebração de luto; — Grupo coeso e hierárquico. Produto de consumo da marca Cyclone (bonés, camisas e bermudas).

COMANDO DA PAZ CP — Área do Campinho.

Ligação: CP-Salvador — Símbolo: Escorpião (315 CP) — Estratégia: esquartejamento de corpos — Grupo pulverizado com ritos de execução, mas primam pela discrição no seu cotidiano. Produto de consumo da marca Nike (bonés, camisas e bermudas).

Onde citei neste site artigos de sociólogos → ۞

O MPA e o PCC como fenômeno social

Normalmente, quem defende que as facções criminosas, assim como o próprio crime, são questões policiais e devem ser enfrentadas com o uso da força são pessoas ligadas à área da Segurança Pública ou a seus admiradores. Essa, no entanto, é uma defesa incoerente.

Acredito que Gilberto Abade, Jaques Wagner e o delegado Evy Pedroso, assim como as “mais de 20 equipes especializadas da Polícia Militar e efetivos da Polícia Civil na cidade e a Polícia Federal”, tenham se esforçado por derrotar as facções baiana e paulista nesses últimos cinco anos.

Porém, ambas estão maiores e mais fortes que há cinco anos — talvez, seja a hora de abandonar a abordagem positivista e macartista e seguir o exemplo daquele que nem é da facção, o Marcola, e mergulhar no mundo líquido para combater o crime organizado.

Antônio Matheus e seus colegas destacam que quem morre de fato são os garotos dos corres e aqueles que se envolvem no crime sem se adequarem às suas regras, seja pelas mãos da polícia ou dos próprios colegas. Apesar disso, o grupo continua se fortalecendo.

Onde citei neste site a pacificação → ۞

A ética do crime e a ética da polícia

“Inocente não vira presunto, não se mata gente da gente! Não se mata turista da orla. Aqui no baianão só morre quem corre pelo errado, que trai a facção e a parceria, e os boca aberta, mas antes passa a caminhada.”

“Matar polícia é cabuloso, o bagulho lombra a parada, atrapalhação na certa, a gente respeita a farda e eles nos respeita. É moral, parceria! Polícia não mata traficante patrão, depende do horário, do momento e da situação, mata ‘noía’ e ‘comédia’, traficante de verdade, só dança se não tiver moeda, ou se dê azar. A polícia mata ‘nóia’ e ‘otário’, tem tempo que entra na favela e mata três, quatro e cinco, só para falar que estar fazendo seu trabalho.”

Onde citei neste site a ética do crime → ۞

Bocão news prossegur eunápolis

Juntos somos fortes, unidos somos invencíveis — PCC MPA

Seis de março de 2018, seis anos e quatro meses após Gilberto ter afirmado que os porto-segurenses podiam dormir tranquilos, são os eunapolitanos que acordam em meio a uma guerra — prova que nem sempre político mente!

A Mercado do Povo Atitude não foi desestruturada como Gilberto fez crer em 2011. A facção manteve-se fiel ao 15, e tornou-se uma organização criminosa profissional, aproveitando-se da política paulista de fortalecimento e profissionalização das alianças locais.

A Operação Costa do Descobrimento, da Polícia Federal, provou que os homens do Primeiro Comando participaram da ação armada em março e garantiram a infra-estrutura para a operação, com o aluguel de um galpão para ser utilizado como base operacional, com documentos falsos e com a constituição de uma empresa em São Paulo para abrigar contas bancárias.

Acho que será melhor eu nem chegar no privado do Geral dos Estados e Países para que ele deixe claro o posicionamento da facção Mercado do Povo Atitude (MPA) em relação ao Primeiro Comando da Capital (PCC 1533) — a Polícia Federal já respondeu a questão.

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