PCC 1533 — Insights

Frases sobre a facção paulista

Cada um vê a facção Primeiro Comando da Capital de uma forma diferente. O que é a Família 1533 e o como a sociedade deve se relacionar com esse fenômeno social.


O que pensa…

desembargador Walter MaierovitchWálter Fanganiello Maierovitch— desembargador no TJ-SP

“em São Paulo eles já ousaram até lançar um candidato a vereador: não prosperou, pois a candidatura foi impugnada, mas hoje são os candidatos que procuram o apoio do PCC.”


O que pensa…

Renato Sérgio de LimaRenato Sérgio de Lima — Doutorado em  Sociólogo pela USP é diretor presidente  do  Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“O PCC é subproduto perverso da política criminal do Brasil. Enquanto a gente não mudar essa política criminal, a gente vai ter que conviver com PCC e demais facções.”


O que pensa…

Bruno Paes MansoBruno Paes Manso — Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo , com mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Graduado em economia pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo e em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica .

“Você só tem o PCC pós-celular.”

“… colocar polícia ostensiva nas quebradas e fazer prisão em flagrante pra encher as prisões. Só que não se imaginava que esses grupos que estavam sendo confinados e sentindo raiva por serem exterminados estavam se articulando e pensando como sobreviver. E essa é a grande surpresa que o PCC proporcionou. Essa mentalidade guerreira, de soldados e promotores, de condenar, culpar, não percebe as sutilezas e as complexidades. O discurso de guerra é muito dicotômico, e o PCC é complexidade.”

“… o PCC tem uma visão muito pragmática em relação ao comércio de drogas, e no momento que chega nas fronteiras e começa a chegar no atacado, ter como modelo de negócios a maior quantidade possível de parceiros para revender em todos os outros estados é o que vai dar dinheiro pra todo mundo, então eles tendem a buscar a diplomacia.”

“Se em São Paulo o PCC é um elemento estabilizador porque domina completamente o mundo do crime, ele leva à instabilidade a outros lugares, pois enfrenta a resistência de grupos criminosos locais”.

“Apesar dos conflitos, o PCC exerce também influência sobre seus adversários na maneira de agir e de se organizar. Esse modelo de gangue prisional que articula o mercado das drogas a partir dos presídios acabou se nacionalizando.”


O que pensa…

Gabriel FeltranGabriel Feltran — Etnógrafo urbano. Professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

“Oferecendo aos presidiários uma ordem previsível para a vida cotidiana, o PCC ganhou respeito e o consentimento ativo da massa prisional em São Paulo.”

“O PCC pode realizar ações de tipo militar como resgates, execuções ou assaltos tão sofisticados quanto uma operação de guerra.”

“O PCC não é um partido político nem quer integrar nosso sistema político. Não acredita nisso, embora precise corromper agentes do Estado para favorecer suas ações. Não se admitem agentes penitenciários, policiais ou outras autoridades batizadas na facção. Isso não existe. De outro lado, bandidos no parlamento não seria uma novidade, no nosso caso”.

“Uma cadeia que tem 1.300 presos pode ter apenas 50 irmãos batizados e ser considerada toda uma cadeia ‘do PCC’, porque os demais presos concordam, aceitam ou ao menos toleram o ritmo do PCC, a disciplina do comando um dia depois do outro dia”.

“Por várias razões. Primeiro porque o PCC não é uma empresa.”

“O PCC reforça e organiza uma forma de justiça popular cujos valores já existiam nas periferias muito antes dele. Uma justiça comunitária, sem mediação da lei oficial, alheia ao Estado. Antes da hegemonia do PCC em São Paulo havia muitos justiceiros, grupos de extermínio e linchamentos. Também eram formas de justiça popular.”

“O PCC age contra essas práticas ativamente, combate os justiceiros em cada quebrada e reivindica para si o monopólio da violência e da justiça popular. Isso é muito conhecido nas cadeias e favelas do estado de São Paulo.”

“Há muitos empresários ligados ao PCC fazendo comércio local ou transnacional de drogas e armas, atuando também nos mercados de veículos, fazendas, hotéis, postos de gasolina, fronteiras, portos etc.”


O que pensa…

Promotor de Justiça Lincoln GakiyaLincoln Gakiya — Promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO)

“A atuação transnacional, a organização empresarial, o PCC já tem. É uma pré-máfia. O que eu acho para se estabelecer como máfia é que, ainda, o PCC não conseguiu realizar a lavagem de capitais. Ainda há apreensões de dinheiro enterrado e escondido.”

“Como toda organização criminosa, o PCC também tem forte participação na cooptação e corrupção de agentes públicos, atividades típicas de máfias.”


O que pensa…

desembargadora Ivana DavidIvana David — Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

“Nós temos líderes do Primeiro Comando da Capital que moram na Bolívia, na Colômbia, no Paraguai, e que continuam praticando o tráfico, de lá. Com comandados aqui no Brasil e, inclusive, dentro do sistema prisional.”


O que pensa…

ministro da Defesa General Joaquim Silva e LunaJoaquim Silva e Luna — Ministro da Defesa e General do Exército

“O Primeiro Comando da Capital é uma facção internacional. Está organizada de maneira muito forte. As fronteiras são motivo de preocupação das Forças Armadas e forças de segurança pública.”


O que pensa…

Delegado Guilherme Torres Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO)Guilherme Torres — Delegado do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO)

“O Primeiro Comando da Capital surge discretamente, vendendo aos demais presos a mensagem de que lutaria contra a opressão do sistema. No entanto, era apenas uma das bandeiras levantadas pela facção, que, na verdade, mascarava um plano de domínio sobre todo o sistema prisional nacional, em um curto espaço de tempo.”


O que pensa…

Estadão insigth.jpgJornal O Estado de S. Paulo — editorial

“O PCC é uma das maiores ameaças à segurança dos brasileiros e jamais poderá ser maior do que o próprio Estado. Passa da hora de dar fim a este mal.”

“Para o PCC, o mundo é pequeno se não lhe impuserem barreiras legais dissuasórias.”

“Hoje, o PCC é uma das maiores ameaças à segurança dos brasileiros e às instituições democráticas. Tenha o tamanho que tiver, a quadrilha jamais poderá ser maior do que o próprio Estado. Passa da hora de dar um fim a este mal.”


O que pensa…

Allan de Abreu reporter investigativo PCC.jpgAllan de Abreu — jornalista investigativo

“Com um celular nas mãos, transformam suas celas em escritórios do crime. Assim é com o PCC, facção que fez do tráfico sua principal fonte de renda. Mesmo presos, seus líderes comandam com mão de ferro a compra e distribuição, no interior de São Paulo, de cocaína adquirida na fronteira com a Bolívia e o Paraguai.”



O que pensa…

delegado federal Marco Berzoini Smith.jpgMarco Berzoini Smith — delegado federal do Paraná

“O que nos preocupa atualmente é a firme disposição da facção de espalhar seus líderes por todos os presídios (…) o objetivo da facção é espalhar os seus líderes pelo interior para fortalecer as regiões que, como eles chamam, não estão ‘na sintonia’.”


O que pensa…

Valquiria Souza Teixeira de AndradeValquiria Souza Teixeira de Andrade — Professora de direito na UNIP/DF, Delegada de Polícia Federal – aposentada e ex- Diretora do Sistema Penitenciário Federal

[O Primeiro Comando da Capital] “quando o seu poder de dominação se encontra enfraquecido ou alguma demanda junto as instituições governamentais não são alcançadas, seja fora ou dentro de penitenciária, logo suas lideranças determinam aos seus demais membros de hierarquia inferior a praticarem diariamente atos criminosos em diversas locais da cidade, com escopo de promoverem a desestabilização da segurança pública, consequentemente causando sentimento de pavor e sensação de total insegurança na população”

“Embora o PCC saiu vitorioso sobre a fação Sindicato do RN, perdeu para o novo modelo empregado pelo Sistema Penitenciário naquele Estado, visto desde então ordem e disciplina são emanadas e determinadas pelo poder público e não por membros de facção.”


O que pensa…

César Schirmer dos Santos.jpgCésar Schirmer dos Santos — Doutor em filosofia e Professor Adjunto na Universidade Federal de Santa Maria

“Os Disciplinas dos tribunais do PCC são mais e melhores juristas que os supremos pangarés federais. Isso não é pelo mérito dos primeiros, mas pela covardia intelectual e moral dos segundos.”


O que pensa…

Carson H Gardiner photograferCarson H. Gardiner — fotógrafo e jornalista canadense focado nas questões de conflito e segurança e o impacto social

“O Primeiro Comando da Capital investiu recursos importantes para fortalecer sua presença em países vizinhos, como o Paraguai, a fim de facilitar o tráfico. Membros influentes da elite do governo paraguaio podem se beneficiar direta ou indiretamente das atividades ilícitas daquela organização na fronteira, o que reduz a vontade política de combater o problema naquele lado da fronteira.”



O que pensa…

Letícia Nuñez AlmeidaLetícia Nuñez Almeida — pesquisadora em Estudos Estratégicos Internacionais na Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS

“É dessa maneira que o PCC adquiriu a liberdade necessária para fortificar as relações com os nós fronteiriços e as suas conjecturas, transformando, portanto, os sistemas carcerários em pontos intrínsecos às suas redes do mercado ilegal nacional e internacional.”


O que pensa…

Guaracy MingardiGuaracy Mingardi — Cientista político, mestre pela UNICAMP e doutor pela USP. Especialista em Segurança Pública

“Para todos no sistema, o recado é que o Estado não tinha forças para enfrentar o PCC. Isso aumentou o prestígio do grupo, principalmente, nos presídios e entre os jovens rebeldes da periferia.”


O que pensa…

Marcelo Batista NeryMarcelo Batista Nery — pesquisador,  doutor em Sociologia na Universidade de São Paulo (USP)

“Num primeiro momento, quando surgiu, o PCC eliminou outras facções rivais de São Paulo para poder se consolidar. Depois, quando se expandiu para fora do estado de São Paulo, adotou uma postura mais ‘empresarial’, preferindo negociações com outros grupos, como o Comando Vermelho, que fortalecessem contra o inimigo comum, o Estado.”


O que pensa…

Nen da Rocinha — Antônio Bonfim Lopes.jpgAntônio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha — aliado da facção carioca Amigo dos Amigos (ADA)

“Sem o PCC São Paulo ia virar um inferno. Quem você acha que acabou com a violência lá? Foi o Estado por acaso?”



O que pensa…

juíza Patrícia Álvares Cruz Folha de São Paulo.jpgPatrícia Álvares Cruz — corregedora do Departamento de Inquéritos Policiais de São Paulo de São Paulo (DIPO)

“Todo traficante, por menor que seja, trabalha, direta ou indiretamente, para o PCC, já que toda a droga vendida no estado é distribuída pela facção. Sem ele, toda uma estrutura criminosa deixaria de existir. E situações como a que vemos hoje no Rio seriam evitadas.”


O que pensa…

Gianpaolo Smanio.jpgGianpaolo Smanio — procurador-geral de Justiça entrou no Ministério Público de São Paulo

“O PCC vive muito do mito de que é enorme e incontrolável. Na verdade, os dados de inteligência mostram que efetivamente existe a organização, que a questão é grave, mas que é perfeitamente controlável dentro da atuação do Estado.”


O que pensa…

Fernando Henrique Cardoso FHCFenando Henrique Cardoso (FHC) — ex-presidente da República, sociólogo e professor

“O PCC se transformou para os grupos de narcotraficantes e para as suas famílias, numa associação de ajuda mútua.”


O que pensa…

Frederico Füllgraf.jpgFrederico Füllgraf — escritor, roteirista e correspondente estrangeiro

“A organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) com sede em São Paulo, possui uma gestão altamente profissionalizada e iniciou uma ofensiva nacional contra as facções rivais … gerenciando com sucesso o recrutamento de traidores de outras facções locais e do Comando Vermelho e a instalação de seu capitalismo de drogas que maximiza os lucros.”



O que pensa…

Karina Biondi frases sobre a facção pcc 1533.jpgKarina Biondi — pesquisadora PCC

“Desde as primeiras manifestações do PCC, as autoridades têm tentado para destruí-lo. Mas os remédios usados contra PCC são exatamente os que fazem crescer: mais encarceramento, sentenças mais longas, um recrudescimento do tratamento de prisioneiros, outras restrições, transferências e isolamento de suspeitos líderes.”

“Em São Paulo, em função de sua hegemonia, o Primeiro Comando da Capital (PCC) se tornou sinônimo de crime. Mas crime, aqui, não se restringe a atividades que afrontam o Código Penal. Crime, nas prisões e nas quebradas de São Paulo, diz respeito a uma forma de condução da existência.”


O que pensa…

Camila Caldeira Nunes Dias PCC.jpgCamila Caldeira Nunes Dias —  Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP)

“A forma como o PCC se consolidou em São Paulo é determinante pra dinâmica de segurança que nós temos no estado, que se caracteriza, por exemplo, por uma redução dos homicídios. É evidente que as autoridades paulistas não vão reconhecer essa centralidade do PCC. Se você tem uma estruturação melhor das polícias, não podemos negar que há iniciativas políticas que de alguma maneira influenciaram no quadro, mas elas não explicam sozinhas a queda das taxas de homicídios.”

“O PCC é de fato uma organização com estrutura própria: ele tem lideranças, chamadas de “sintonias”, tem mecanismos de controle social muito forte sobre os seus integrantes. Você olhando para a estrutura, para a forma como o PCC se ajusta e como essas dinâmicas acontecem, eles têm uma unidade. O PCC é como se fosse uma empresa: tem uma matriz que fica em São Paulo e filiais no Brasil inteiro.

“… as demonstrações de crueldade e de espetacularização da violência […] desempenharam uma série de funções na conquista e na manutenção do poder e do domínio do PCC sobre a população carcerária.”

“Quando indicamos que o PCC tem baixa influência em um determinado estado, isso sinaliza que existem outras facções predominantes no local”.


O que pensa…

Leonardo Sá UFC LEV.jpgLeonardo Sá — fevereiro 2018 —  Laboratório dos Estudos da Violência (LEV)

“São essas zonas na periferias (áreas em abandono social com jovens sem trabalho e renda) que se tornaram os principais campos da morte. O PCC também recruta esse perfil, mas não é a prioridade. Eles estão recrutando jovens de classe média, estão mais preocupados com a lucratividade e inserção em locais desta classe.”


O que pensa…

Rafael Saliés frases sobre a facção pcc 1533.jpgRafael Salies — fevereiro 2018 —  diretor das Southern Pulse

O PCC é um grupo ousado, que tem uma administração do tipo MBA e o tipo de determinação só visto naqueles profundamente envolvidos em odiar o sistema


O que pensa…

Graham Denyer Willis frazes da facção pcc 1533.jpgGraham Denyer Willis — fevereiro 2018 —University Lecturer in Development and Latin American Studies in the Department of Politics and International Studies

“O PCC é uma organização tão grande que, se você tentar eliminá-lo, você criará uma enorme quantidade de violência”

“O PCC nasceu porque o sistema político deixou muitas pessoas em estado de abandono, então elas tiveram que criar alguma solução.”

“A regulação do PCC é o principal fator sobre a vida e a morte em São Paulo. O PCC é produto, produtor e regulador da violência”

“O PCC fica violento quando o problema é a repressão ao tráfico, por exemplo, mas quando sentem a sua segurança ameaçada. E a resposta da polícia é ser mais violenta, o que fortalece a ideia entre criminosos de que precisam de proteção. Ou seja, quanto mais você ataca o PCC, mais forte ele fica.”

“As regras justas do PCC, as normas coletivistas, a justiça processual e os ‘registros criminais criminais’ meticulosos facilitam a estigmatização da comunidade de infratores, levando sanções moderadas e estimulando o cumprimento voluntário generalizado sem coação excessiva.”

“O PCC para a governança não apenas impõe sua regra, mas estabelece sua legitimidade através de técnicas weberianas, racional-burocráticas.”

” Uma política oficial desastrosa — transferir líderes do PCC para outras prisões (com a esperança de neutralizá-los) — ajudou-os a dominar o sistema prisional de São Paulo e a estabelecer células em todo o Brasil .”


O que pensa…

Sérgio Adorno e a facção PCC 1533Sérgio Adorno — fevereiro 2018 — coordenador científico do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) USP

“O cartel atravessou as muralhas da prisão e hoje controla muitos dos bairros pobres de São Paulo. O PCC tem um poder quase absoluto lá e estabeleceu regras de convivência: por exemplo, você não pode matar sem sua autorização. É por isso que se tornou relativamente silencioso em São Paulo. Algumas pessoas dizem que o PCC trouxe a paz para seus bairros. Essa força também significa que o PCC não é apenas um simples grupo de criminosos para controlar. Pode ser muito longe para falar de estruturas como a máfia italiana, mas tem havido uma tremenda quantidade de profissionalização. Se você olhar para suas contas publicadas no decorrer de uma investigação, você pode ver que eles não são amadores.” “El PCC es una organización tan grande que si intentas eliminarla, vas a crear una cantidad enorme de violencia”


O que pensa…

Frederico Vasconcelos - reporter da Folha de São PauloFrederico Vasconcelos —  janeiro 2018 — reporter da Folha de São Paulo

“A intensificação da globalização e o incremento das atividades de organizações criminosas transnacionais no Brasil, do exterior para cá e a partir de nosso território (como faz o PCC), tornam urgente a regulamentação de modernas ferramentas de persecução internacional e de regras mais flexíveis para cooperação nas fronteiras, no âmbito regional. … A MSC 185/2017 é um exemplo de regulamentação necessária. Neste campo também precisamos de menos cartórios e de menos burocracia, em prol da celeridade e da eficiência” .



O que pensa…

Francisco Ayala SENAD.jpgFrancisco Ayala — abril 2018 — diretor de comunicações da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad — Paraguai)

“O PCC veio com força para dominar o ciclo de produção. O que eles querem é eliminar os intermediários e ter capacidade de produzir”


O que pensa…

Raíssa Tavares de Araújo —  março 2018.

“Antes do surgimento do PCC, os presídios […] eram conhecidos por suas barbáries entre os próprios apenados. Surge, então, para estabelecer regras de Conduta e solidariedade entre os que se encontram com a liberdade privada. Quem ousasse desestabilizar a ordem imposta, podia ser penalizado com a morte.”


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