Tem moleques do PCC nos corres em três continentes, além da América Latina, também na África e Europa.
Eu falo moleque, porque no Brasil quase tudo tem de 14 até 19 anos, mas tem até com até menos, com 10 ou 12 anos.
No tráfico internacional aí é diferente, mas mesmo assim, é quase tudo jovem de até 25 anos.
Tem moleques na produção na Bolívia e no Paraguai, no tráfico internacional e local no Uruguai, na Argentina e no Brasil.
Vencedor de um dos mais importantes prêmios internacionais de Antropologia, o livro, focado no Primeiro Comando da Capital (PCC) na prisão, ganha esta segunda edição ampliada, com nova apresentação da autora, apresentação do editor da versão do livro em inglês, posfácio e texto de orelha de José Guilherme Magnani.
Fora da América ainda tem moleques do PCC nos grupos associados na África e na Europa.
Lá fora, o PCC tem negócios com um monte de grupos estrangeiros do crime organizado internacional, são muitos, mas a máfia nigeriana se destaca.
Para o tráfico para a África, os nigerianos usam células tribais pequenas, compostas por quatro ou cinco pessoas da mesma etnia.
Cada célula tem poucos criminosos e não conhece os líderes, que fazem acordos internacionais.
Sobra pros nigerianos fazerem os corres e por isso eles são a maioria dos mulas do tráfico presos em aeroportos brasileiros são nigerianos.
Caiu no relatório das Nações Unidas (UNODC) o crescimento gigante da organização criminosa Primeiro Comando da Capital.
Em Londres, um documento de pesquisadores garantem que o PCC já está fazendo o dinheiro sujo do tráfico ficar limpo.
A África também se tornou um continente crucial para a gangue brasileira, principalmente em Moçambique.
Cabeça Branca foca na história do maior narcotraficante do país e na caçada que, depois de décadas de frustações, finalmente resultaria em sua prisão. É também o retrato de uma era do crime organizado no Brasil.
A facção PCC ainda é o dono do jogo, controlando várias etapas da cadeia de abastecimento, com a ajuda dos mano da máfia italiana ‘Ndrangheta.
Mas os caras dos governos de fora ainda tão sossegados e destacam que a cena do crime no Brasil tá cada vez mais fragmentada.
É só ver aí a bagunça que tá acontecendo no Rio Grande do Norte! Tudo bagunçado. Não era assim!
Aí eles apostam que com pequenas gangues operando no tráfico de drogas, especializadas na logística, o Primeiro Comando da Capital vai perder lugar.
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