Mais um golpe contra a população carcerária e mais um assalto aos cofres do governo está sendo preparado por Jair Bolsonaro.
Em 2019 ele já havia tentado entregar o controle dos cárceres para a iniciativa privada, mas como o massacre de COMPAJ ainda estava na mente de todos o plano falhou, mas agora volta a tentar de novo.
Sob o argumento que é necessário pensar numa estrutura para conter o avanço das facções criminosas dentro dos presídios, como o Primeiro Comando da Capital que se aproveitam das suas condições subumanas para ganhar poder.
Mas o problema não está no controle público dos presídios e sim de uma política de encarceramento das populações periféricas que inunda os cárceres com mais de 800 mil brasileiros, boa parte sem julgamento. — Blog do Dantro Emerenciano
A socióloga Roberta Fernandes Santos afirma no entanto que a solução não é uma omissão ainda maior do Estado e sim sua presença mais efetiva:
O PCC faz o papel que o Estado deveria desempenhar nos presídios, de diálogo dos presos com a administração. O Estado tem que investir na garantia da assistência aos presos, pois é assim que o PCC ganha adesão.
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