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Novas exigências do Primeiro Comando em Alcaçuz.

19 de Janeiro de 2017
Facção mais organizada do Brasil, somos criminosos e não moleques.

Nosso intuito sempre foi preservar a vida, todos sabem que somos dotados de hierarquia, e somos espelhos a ser seguido.

Existem vários pedidos protocolados que se encontram na mão do Secretário de Segurança do estado do sistema prisional a SEJUS e não que não quis nos separar. Já éramos para estar separados desde o último confronto ocorrido em Caiapó, onde os pavilhões do Sindicato A, B, e C, tentaram de forma orquestrada invadir o pavilhão dos nossos irmãos que era o Pavilhão E, porém não tiveram êxito. No último sábado na data 14 de Janeiro 2017 os integrantes da Facção do sindicato RN teriam ameaçado nossos irmãos do Pavilhão 5 com armas de fogo porém os funcionários nada fizeram, onde e quando nossas visitas foram sair da unidade ao término da revista, nossos familiares foram alvejados com munições disparados pelo pelo Sindicato do RN e isso teria nos deixado e voltados ao ponto de não mais suportar isso que vinha ocorrendo.
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Somos duas facções em guerra, mas “a guerra nossa é nossa” e não dos nossos familiares.

Não admitiremos mais ser oprimidos e estamos preparados no sistema na rua. Se mexerem com nossos familiares responderemos a altura, da mesma forma queremos deixar a sociedade tranquila pois o PCC não admite: baderna queimas de ônibus, de posto de saúde, de escolas, de veículos, de pessoas que não tenham nada a ver com a nossa guerra.

Deixando claro que nossa luta é contra aqueles que nos oprime que é o Governo e não contra a sociedade. Somos o crime organizado no Brasil e os governantes sabem disso então cima disso deixamos o seguinte comunicado: tirem todos do Sindicado da unidade de Alcaçuz ou essa guerra vai se estender na rua e em outros e demais estados do Brasil contra os órgãos públicos policiais de todas as categorias.

assinado Primeiro Comando da Capital PCC. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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