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PCC e a superlotação são notícia em site na China.

O site “China Gate destaca:”

O inferno dentro das sujas e apinhadas prisões brasileiras.

O “The Sun” divulgou recentemente fotos que demonstram que as prisões brasileiras são superlotadas e os ambientes parecem sujos calabouços.

(O site presenta umas fotos com uma centena de presos dividindo uma cela.)

Esse grupo de fotos demonstram por que as pessoas em alguns países da América Latina tentam evitar a prisão criminal a qualquer custo, são dezenas de prisioneiros retratados dentro de uma cela, muitos tem que ficar acordados em pé pois não conseguem deitar nas camas sujas, só os chefes e os mais antigos podem deitar nelas. O espaço sujo é infestado de lacraias e escorpiões venenosos, além de enxames de ratos.

(O site apresenta uma foto com dezenas de mortos no corredor.)
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A violência ocorreu mais recentemente em 01 de Janeiro de 2017 quando 56 presos morreram em luta, a maioria foi decapitada e mutilada. A imagem mostra a violência no interior da prisão.

O Primeiro Comando da Capital cujo comando fica no sul do país na cidade de São Paulo, conhecido como PCC, já se infiltrou no sistema prisional brasileiro, os presos se não cooperarem com eles, vão ser brutalmente assassinados. Os líderes da facção estão detidos na prisão, e por isso precisam formar sempre novos membros para atuar no tráfico de drogas e na luta contra os adversários. Enquanto o sistema prisional brasileiro se deteriora o Primeiro Comando da Capital continua a se desenvolver.

Especialistas em segurança disseram que o governo não só não consegue melhorar o ambiente da prisão como também não é capaz de parar com a violência das gangues dentro das prisões.

Veja o artigo direto no site do China Gate:

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Ricard Wagner Rizzi

O problema do mundo online, porém, é que aqui, assim como ninguém sabe que você é um cachorro, não dá para sacar se a pessoa do outro lado é do PCC. Na rede, quase nada do que parece, é. Uma senhorinha indefesa pode ser combatente de scammers; seu fã no Facebook pode ser um robô; e, como é o caso da página em questão, um aparente editor de site de facção pode se tratar de Rícard Wagner Rizzi... (site motherboard.vice.com)

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